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Conteúdo: unimedespacovida  | 24/11/2009 15h16min

Cuidar de criança não é brinquedo

Os pequenos exigem vigia permanente, mas a maior proteção (ainda) é o amor

Totalmente dependente da mãe ao nascer, o bebê vai crescendo, e novas preocupações vão surgindo para quem cuida dele. Afinal, conquistar independência significa que a criança tem de experimentar o mundo e aí... Basta uma rápida olhada nesta página mesmo, em que cartazes resumem alguns dos riscos presentes na vida infantil. Asfixia, quedas, queimaduras, intoxicações, afogamento e manuseio de objetos e brinquedos: por todos os lados, ameaças e, portanto, a necessidade de um adulto vigiante.

Mesmo que seja uma tarefa gigantesca garantir as necessidades básicas de uma criança e ainda ficar em estado de alerta permanente para evitar tantos possíveis acidentes, cuidar dos pequenos é mais do que isso. O determinante para uma infância feliz, garantem os pediatras acostumados a acompanhar a evolução das crianças, é a força afetiva com que se faz tudo isso.

“É preciso zelo no sentido de amor. Essa necessidade sempre existiu, mas cada vez mais descobrimos a importância de uma infância acompanhada com carinho e amor. Porque isso vai deixar a criança segura. Então, não adianta só ela ter acesso a conforto material. É amor no sentido pleno da palavra o que ela precisa e assim vai retribuir à sociedade quando adulta”, explica o pediatra Nilso Zaffari. O ritmo de desenvolvimento e crescimento depende da herança genética, do temperamento da criança, dos estímulos que recebe, entre outros fatores.

Segundo o pediatra Ademar Edgar Trein, pais e familiares têm um papel fundamental nisso, cuidando para não exigir desempenhos incompatíveis com a fase em que ela se encontra. Mas o doutor Ademar também sublinha a dimensão afetiva:

“Estímulos corretos, nos momentos certos, acompanhados de amor, afeto, carinho e compreensão, contribuirão para o pleno desenvolvimento do potencial da criança,fazendo com que se transforme em um adulto mais sadio, feliz e socialmente útil”, afirma.

O incentivo ao parto natural, ao contato imediato do recém-nascido com a mãe e à amamentação é uma tendência que busca contemplar a dimensão afetiva a que se referem os pediatras. “O parto normal é o primeiro ato de amor. O contato imediato com a mãe também. O bebê não conhece outra pessoa a não ser a mãe. Quando o colocamos junto ao corpo dela, ele não se sente só. Daí em diante, o vínculo se dá através da amamentação”, descreve Zaffari.

Depois?

Depois, é o brincar. “Brincar é o ato de viver de uma criança, é o prazer dela”, resume o pediatra. Você lembra quando brincava? Uma criança na família faz essa pequena revolução: os adultos voltam a brincar – e sentem prazer nisso (entenda o motivo disso abaixo).

Prevenção de acidentes
Precaução é palavra de ordem
-> Nunca deixe uma criança sozinha sobre trocadores, sofá, cama, cadeira etc, assim como em piscinas, mar, lagos.
-> Nunca permita o uso de andadores próximo de escadas. > Nunca deixe uma criança cuidando de outra criança.
-> Nunca mantenha perto da criança objetos pequenos, que ela possa inadvertidamente aspirar ou engolir.
-> Nunca espalhe medicamentos pela casa. Eles devem ser guardados em local de acesso exclusivo de adultos.
-> Nunca cozinhe próximo dos pequenos. Mantenha a criança longe da cozinha e do fogão.

Atenção para:
-> Cintos de segurança, em quaisquer equipamentos, são para serem usados. E corretamente.
-> Janelas devem receber grades ou redes de proteção. A forma de abri-las deve ficar longe do alcance das crianças.
-> Nas práticas esportivas, preocupe-se em comprar equipamentos de proteção compatíveis, como capacete e joelheiras.
-> Proteja áreas de risco em casa, tais como jardim com piscinas, armários com produtos químicos (desinfetantes, alvejantes, álcool, sabões, detergentes, cloro), depósitos com ferramentas.
-> Evite móveis baixos ou de fácil acesso por crianças junto a janelas ou sacadas.
-> Baldes cheios, tanques e bacias também oferecem risco.
-> Redobre o cuidado com velas, isqueiros, lampiões.
-> Evite brinquedos com correntes, cordas, fitas ou barbantes, com extremidades afiadas ou pontudas.
-> Cubra tomadas com protetores e revise a instalação da casa, em busca de fios desencapados.
-> Para bebês, cobertores pesados ou travesseiros muito fofos representam perigo, assim como fios soltos, cordas de venezianas, lençóis, cortinas e sacos plásticos.
-> Mais crescidas, o perigo passa a ser as brincadeiras de se esconder em armários ou locais com pouca ventilação.
Fontes: pediatras Nilso Zaffari (Unimed Erechim) e Ademar Edgar Trein (Unimed Vale do Sinos)


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