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Quero uma escola como a da novela!
- %26quot;No dia 31 de março, li no ZH Escola a opinião da psicopedagoga Marinice Simon sobre como seria bom se na vida real as escolas se parecessem com aquela da novela das oito, embora as idéias sejam mais importantes que o espaço físico.
Trabalho numa escola pública estadual e ninguém, mais do que eu, sabe a falta que faz uma infra-estrutura adequada. É claro que isso não é tudo, os alunos precisam de professores bem pagos, com auto-estima fortalecida e em constante formação. E isso nós sabemos fazer muito bem.
Eu quero uma escola como a da novela das oito! Meus alunos merecem, eu mereço, a comunidade merece! Quero, além de ter prazer em ensinar, ter orgulho de ser professora, como os artistas da novela das oito. Não existe o mais importante, idéias ou estrutura. Tudo se complementa.%26quot;
Luciane Winter, professora e acadêmica do curso de Pedagogia
da Ulbra
Não basta encher os olhos
- %26quot;Como seria bom se a escola, na vida real, se parecesse com aquela da Rede Globo. Apesar de termos, até o momento, uma descrição mais física e extracurricular do local, podemos concluir que este entorno é, realmente, um canal para encantar nossos alunos. Contudo, não basta %26quot;encher%26quot; os olhos.
É preciso também %26quot;encher%26quot; as almas, os corações e as mentes daqueles que são o nosso público. É necessário e urgente que encontremos maneiras, bem concretas, de atrair nossos alunos para o ambiente escolar. Talvez todos nós já tenhamos este desejo. Todavia, o que se está fazendo para que se realize?%26quot;
Marinice Souza Simon, psicopedagoga e vice-diretora do Colégio Santa Dorotéia, de Porto Alegre, em artigo no ZH Escola de 31 de março
Oportunidades aos alunos
- %26quot;Na vida real, a escola é lugar de prazer? Por que é difícil a
relação adolescente-escola? São eles que %26quot;fogem%26quot; dela ou é a escola que
se fecha para eles? Atualmente, as necessidades das crianças menores vêm sendo atendidas por meio das programações de turno integral que muitas oferecem, em que os alunos têm a oportunidade de conviver com os amigos, praticar esportes e brincar (além de estudar, é claro!).
E os adolescentes? (...) Não está na hora de as instituições abrirem suas portas aos alunos adolescentes, propiciando-lhes atividades prazerosas, que atendam realmente aos seus interesses?%26quot;
Liliane Gross, psicóloga da Escola Educar-se, de Santa Cruz do Sul, em artigo no ZH Escola de 24 de março
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