| 13/10/2008 08h42min
A China "será afetada" pela crise financeira global, mas "sairá em melhor forma que muitos outros países em desenvolvimento". A avaliação é do economista-chefe do Banco Mundial, Justin Lin, citado em publicações oficiais chinesas.
– A China tem grande quantidade de reservas em divisas e controle de capitais. Num sentido, pode erguer uma "muralha de fogo" contra o contágio – disse Lin, para quem o País tem também "uma posição fiscal muito forte porque nos últimos quatros anos o governo conseguiu um substancial excedente fiscal".
Ex-professor da Universidade de Pequim, formado em Chicago, Justin Lin foi o primeiro técnico de um País em considerado emergente nomeado economista-chefe do Banco Mundial. Em Washington, capital dos Estados Unidos, disse que a atual crise financeira também "afetará certamente a China", e principalmente as suas exportações, que desempenham "um papel importante" no crescimento econômico do País.
A economia chinesa cresceu 10% no primeiro semestre de 2008 - menos 1,7 pontos percentuais que no mesmo período de 2007 - e no conjunto do ano, prevê o Fundo Monetário Internacional, o crescimento deverá ficar aquém de 10%.
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