| 10/10/2008 11h42min
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) prepara novas regras para mudar a forma como as empresas abertas apresentam nos balanços o uso de instrumentos financeiros. A intenção é deixar claras as conseqüências de operações complexas, como as utilizadas por Sadia e Aracruz, que tiveram prejuízo somado de quase R$ 2,7 bilhões com derivativos cambiais.
O novo regulamento deve começar a valer a partir do ano que vem. O atual facilita a camuflagem de operações, o que pode aumentar riscos de acionistas. Questionado sobre o assunto, durante o Agribusiness Online, nesta sexta, dia 10, o diretor de commodities da BM&F Bovespa, Ivan Wedekin, evitou avaliar as conseqüências da medida para os negócios na Bolsa. Ressaltou, porém, que a instituição vem elevando margens de garantia e fortalecendo mecanismos de liquidação de contratos.
– O que a bolsa tem feito é cada vez mais fortalecer os mecanismos de liquidação de contratos tanto de ações quanto de futuro. Vem elevando margens de garantia para que continuemos fazendo a liquidação de todos os contratos dentro da normalidade e é o que tem acontecido.
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