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 | 16/07/2009 | 14h45min

Após manifestações do Cpers, segurança da governadora será reforçada

Reunião no final da manhã definiu estratégias da BM para segurar deslocamentos de Yeda

Uma reunião no final da manhã desta quinta-feira definiu a estratégia da Brigada Militar para conter manifestações como as que ocorreram em frente à casa da governadora Yeda Crusius em Porto Alegre. A indagação principal do chefe da Casa Civil, José Alberto Wenzel, e do secretário de Segurança, Edson Goulart, é como o Comando Geral da Brigada Militar não previu nem impediu o tumulto.

A ação do Cpers deixou a governadora Yeda Crusius irritada, pois seus netos não conseguiram ir ao colégio, onde teriam provas. Yeda escreveu em um cartaz "vocês não são professores, são torturadores de crianças".

Na reunião, foi decidido que a segurança da governadora será reforçada, tanto em seus deslocamentos diários, como na rua em que ela reside. O comandante geral da Brigada Militar, João Carlos Trindade, admite que houve falha:

— A falha talvez tenha havido em não antecipar que ia acontecer (a manifestação e o tumulto). Não adianta bater na questão da falha da BM. Quando ficamos sabendo, fomos lá e restabelecemos a questão — disse Trindade.

O comandante ainda explicou porque houve detenções. Pelo menos seis pessoas foram detidas durante a manifestação. Entre os detidos está a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira. Também foram detidos a vereadora do PSOL Fernanda Melchionna, uma professora, um professor, um servidor público e um fotógrafo do Cpers.

— Quando pessoas se reúnem para práticas de coisas ilícitas, tentativa de invasão, também quebraram as árvores e interromperam as ruas. Se nós juntarmos tudo isso dará formação de quadrilha — encerrou o comandante.

Veja vídeo da manifestação realizada em frente à casa da governadora:

RÁDIO GAÚCHA E ZEROHORA.COM

Comentários

Luiza Moreira

Denuncie este comentário18/07/2009 13:33

Abomino todo tipo de baderna, invasão ou ato violento, mas se isto não for jogada política, defendo o limite dos professores frente ao desrespeito, descaso e arrogância da governo do Estado, o Olimpo do RS, repleto de deuses sorridentes e intocáveis.Deixar de ser professor não é a solução, como muitos sugerem ao darem pitacos absurdos, por desconhecerem a realidade de nossa profissão.Se fosse pelo dinheiro que recebe,não haveria professor no Estado do RS.Lutar por dignidade,todos podem e devem.


CLAUDINEI MACHADO NUNES -

Denuncie este comentário17/07/2009 22:22

SE ELA PAGAR COM O DINHEIRO DELA NÃO TEM PROBLEMAS. AGORA, SE USAR A MÁQUINA DO GOVERNO, ISSO É SUGEIRA, POIS NÓS PAGAMOS IMPOSTOS HONEROSOS E NÃO RECEBEMOS NENHUMA SEGURANÇA. ENTÃO, VAMOS PROCESSAR O GOVERNO POR INSÍGNA FRAUDULENTA, ROUBA DO CIDADÃO NA CARA DURA. SE ELA TIVESSE FAZENDO UM BOM TRABALHO, NÃO PASSARIA POR ESTAS SITUAÇÕES. ISSO É FRUTO DA INCOMPETÊNCIA E DESPREPARO DELA NA CONDUÇÃO DO ESTADO.

Yeda mostra papéis com dizeres protestanto contra a manifestação do Cpers
Foto: Roberto Vinícius, Agência Free Lancer, AE

Você é a favor de manifestações em frente a casas de autoridades?

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