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  • 27 de maio de 2012

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30/11/2009 | N° 10597AlertaVoltar para a edição de hoje

ELEIÇÕES 2010

Rigotto diz que não vai recuar de decisão

Caxias do Sul – O ex-governador Germano Rigotto (PMDB) reafirmou ontem que sua decisão de não concorrer ao Palácio Piratini em 2010 é definitiva.

Na última quinta-feira, em entrevista coletiva em Porto Alegre, Rigotto anunciou a decisão “definitiva e irrevogável” de não disputar a corrida eleitoral ao governo estadual. Desde então, lideranças do PMDB gaúcho têm afirmado que Rigotto pode ser convencido, nos próximos meses, a concorrer a governador. Também sustentam que, apesar da desistência anunciada, Rigotto continua como opção do PMDB, assim como o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça, que também nega a candidatura ao Piratini.

Em entrevista publicada no final de semana, o secretário-geral do PMDB gaúcho, deputado federal Eliseu Padilha, sugeriu que Rigotto poderia mudar de ideia sobre a candidatura ao Piratini. Padilha disse que a entrevista coletiva de Rigotto foi apenas um desabafo.

– Ele (Rigotto) estava com lágrimas nos olhos. Foi uma manifestação regada a lágrimas. Deixa as lágrimas passarem – afirmou Padilha, acrescentando que Rigotto ainda é uma das principais opções do PMDB ao Piratini.

O secretário-geral disse ainda que o ex-governador seria o nome mais forte para assumir o posto de candidato no atual momento.

– Hoje, (o candidato) seria o Rigotto. Fogaça não assumirá nada antes de virar o ano, antes de ver se PDT e PTB podem vir a estar com ele ou não. Rigotto é que pode definir. Ele atinge outro segmento. Faz outro tipo de aliança não explícita. Tem um segmento que vota nele. Esse pessoal do PP e do PTB, que prefere ele ao Fogaça.

Ao ser questionado na tarde de ontem sobre a entrevista concedida por Padilha, Rigotto disse que o assunto candidatura ao governo estadual está encerrado.

– A decisão está tomada. Deixei minha posição bem clara na entrevista coletiva (da última quinta-feira). Ser mais afirmativo do que aquilo é impossível. Não tem mais o que dizer. A chance de eu concorrer a governador é zero – enfatizou o ex-governador.

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