Veja o que diz a professora Maria Denise Bandeira, que também é vice-diretora da escola, sobre o caso:
Agência RBS: A sua atitude provocou grande repercussão em todo o Estado, e a maioria dos comentários enviados por leitores lhe apoia.
Maria Denise: Graças a Deus, as pessoas estão entendendo. Se eu me excedi, foi defendendo o patrimônio público, que está à mercê. Se ele não pintasse, quem iria pintar? Eu já tinha pintado. Esse aluno já tinha pichado outras vezes, no dia em que pintamos tinha várias pichações com a palavra Pato (o apelido dele).
Agência RBS: Como foi a mobilização para pintar a escola? A tinta ainda estava fresca quando o caso aconteceu, não?
Maria Denise: Sim. A gente tinha gastado quase R$ 1,9 mil para pintar toda a escola, a gente nem pagou ainda, o pessoal da igreja mórmon nos ajudou. No dia seguinte, eu estava com o braço tão dolorido que nem conseguia escrever no quadro. Mas ele disse para os colegas:
“eu vou ser o primeiro a pichar”.
Agência RBS:
Os pais consideram que o filho foi humilhado. A senhora se arrepende?
Maria Denise: Posso ter me excedido quando chamei ele de bobo da corte. Se quiserem me advertir por isso, tudo bem. Mas pichação é crime.
Pioneiro.com
Veja o vídeo do aluno pintando as salas
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