Foto: Divulgação, Globo |
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Ela chama atenção pela postura ereta e a voz quase sussurrada. Serenidade nos mínimos gestos que vai ser utilizada com malícia por Letícia Sabatella na composição de sua primeira vilã na TV. Quando começa a destilar as características perversas de Yvone, o semblante da mineira já se mostra impregnado pelas maldades da médica de Caminho das Índias. Ao chamá-la para a próxima trama das oito da Globo, que deve estrear no final de janeiro, a autora Glória Perez assumiu que estava na dúvida entre duas personagens para a atriz. Foi a deixa de que Letícia precisava.
– Avisei logo que estava cansada de carolas, sofredoras, lacrimosas. Não agüentava mais fazer gente que reza – ri a atriz.
– Adoraria fazer uma indiana, pois elas têm uma cultura com a qual me identifico. Mas precisava voltar com algo muito diferente.
E põe diferente nisso: quase uma psicopata, Yvone assombra com uma ambição e frieza desmedidas. Seu principal objetivo é destruir a vida da amiga de infância Silvia (Débora Bloch). Para isso, envolve-se com o marido dela, Raul (Alexandre Borges).
– A Yvone é muito cobra. Ela vai fazer com que Raul jogue tudo para o alto e fuja com ela – adianta Letícia, que para dar veracidade ao perfil desequilibrado e ganancioso se guia pelas orientações de uma terapeuta, que decifra com a atriz a personalidade de Yvone – de tão ardilosa, ela não se contentará com o marido da amiga, fazendo de tudo também para conseguir roubar a fortuna dela.
A vilã é uma espécie de oásis do mal na carreira da atriz, de 36 anos, pontuada por tipos cheios de empatia. O último deles foi a melancólica Ana, de Desejo Proibido (2007-2008), em que também contracenava com Alexandre Borges. Desde que estreou com o especial Os Homens Querem Paz (1991), Letícia construiu figuras ternas. Até sua estréia em novelas, em O Dono do Mundo
(1991), como a prostituta Taís, foi com uma personagem suave.
– Sou assim na vida – explica, simples assim.
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Para Jean Pierre Noher, estar na novela das oito da Globo é como fazer parte da seleção brasileira de futebol. Afinal, o ator, que vive o argentino Pepe de A Favorita, reconhece a força da teledramaturgia no Brasil e a responsabilidade de atuar no horário nobre.
– Na rua, as pessoas falam da ficção como se fosse realidade. É maravilhoso porque elas querem saber do meu personagem e não de mim – admira-se ele, que recebeu o convite para o papel oito meses antes da estréia da novela.
Mas apesar da mudança de Buenos Aires para o Rio não ter sido fácil, Jean, que nasceu na França, mas mora desde criança na Argentina, sabe que fez a escolha certa.
– Sou tratado como um rei. Fizeram-me uma proposta irrecusável e estou feliz em ter aceitado – comemora.
Sensível e com um “quê” de solitário, o personagem é uma espécie de guardião de Donatela, interpretada por Cláudia Raia, e Diva, de Giulia Gam.
– Ele tenta se redimir porque roubou a mulher do Augusto César – explica ele, referindo-se ao papel de José Mayer.
Já em relação ao cuidado que Pepe tem com a ex-socialite, Jean arrisca um palpite.
– Acho que meu personagem está se apaixonando por ela secretamente, mas nunca vai falar – acredita.
O papel de um argentino caiu “como uma luva” para o ator,que não precisa disfarçar o sotaque e nem esconder.
– O pouco que sei é porque escuto muita música brasileira desde pequeno
– conta.
Mas se a famosa rivalidade entre argentinos e brasileiros fica fora dos estúdios de gravação, quando o assunto é futebol, Jean é enfático.
– Sabemos que vocês são os melhores do mundo, não discutimos isso. Mas Maradona foi melhor que Pelé. Ponto – alfineta.
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Dia desses, Carolina Dieckmann foi surpreendida com uma pergunta do filho mais velho, Davi, de nove anos: “Mãe, por que você é diferente das mães dos meus amigos e parece uma adolescente?”. O susto só não foi maior porque a atriz, que interpreta a Suzana de Três Irmãs, é a primeira a afirmar que faz, sim, o tipo“moleca”. Criada entre meninos – ela é a caçula de quatro irmãos – e mãe de dois, Carol não faz o gênero “fresca” e costuma focar qualquer excesso de vaidade em suas personagens ou ensaios fotográficos.
–Mesmo aos 30 anos, a vida me deixou muito moleca. É esse o clima
na minha casa – garante.
E é justamente aí que está sua maior semelhança com a atual personagem. Apesar de nunca ter sido adepta do surfe – esporte que Suzana adora –, Carolina diz que se sente à vontade na pele de uma moça que, embora não tenha superado totalmente o drama de ter sido adotada, é bem-ajustada. Uma das três irmãs que dão título à trama de Antonio Calmon, ela começou a história namorando Xande, de Dudu Azevedo,mesmo não sendo apaixonada por ele. Na verdade, o namoro parecia uma forma de gratidão, já que, após salvá-la de um atropelamento, o rapaz passou a mancar de uma perna. Após ver o surfista Eros, de Paulo Vilhena, em uma revista, Suzana ficou “caidinha” por ele e não conteve o entusiasmo ao ver que o rapaz se mudou para sua cidade.
–Apaixonar-se pelo moço da revista é uma coisa muito adolescente – diverte-se.
Mas a empolgação inicial, típica de início de namoro, parece ter passado.Agora,ao ver que o ex está envolvido com Carminha, de Maria Eduarda,Suzana passou a dar indícios de que esteja enciumada.
– Antes, ela se sentia uma pobre coitada por ser adotada e se conformava com a idéia de casar com o Xande, outro pobre coitado.Mas ela não é bobinha. É forte e luta pelo que quer – defende.
De bobinha, aliás, Carolina também não tem nada. Conhecida por não ter papas na língua e dizer o que pensa, gostem ou não, ela explica porque não se preocupa em “fazer gênero”.
– Não sou obrigada a sair por aí sorrindo o tempo todo. Mas não sou azeda.Sou autêntica –dispara.
Em contrapartida, ela adora viver as mocinhas românticas dos folhetins.
– Quanto mais doce e fofa,melhor. Amo as heroínas que parecem viver em uma história encantada – pontua ela, cuja última personagem, a Leona de Cobras&Lagartos, foi a primeira vilã de sua carreira.
Acostumada ao horário das oito – no qual interpretou tipos marcantes, como a Camila de Laços de Família e a Isabel de Senhora do Destino –, a atriz reconhece que o horário das sete seja mais “complicado”. Aos 30 anos e 15 de carreira, Carolina diz que se sente realizada. Mas tem consciência de que a boa fase possa ser efêmera. Para ela,uma das principais funções de sua profissão é levar diversão e fantasia aos quatro cantos.
– Acredito que a tevê seja uma caixinha de sonhos – afirma.
– Quero ficar velha e lúcida para ver meus filhos crescendo e construindo sua família. O resto a gente vai acertando – diz, com tranqüilidade.
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As estatísticas dos últimos meses comprovam a queda da audiência das telenovelas brasileiras. A concorrência de seriados e da internet, o crescimento econômico e a mudança de hábito e comportamento do telespectador podem ser os fatores que explicam porque os índices estão baixos.
Segundo a reportagem de Keila Jimenez, do Estadão, a Rede Globo sofre com as piores médias da história. Na Record, não é diferente, os pontos também estão caindo. A própria Band esfriou as produções, e o SBT ainda aposta no remake de Pantanal, enquanto Sílvio Santos segura a novela de sua mulher, Íris Abravanel - Revelação tinha previsão para estréia em junho deste ano.
Para se ter uma idéia da crise na audiência, em 2005, a novela Alma Gêmea tinha média de 38,6 pontos no ibope. A trama atual do horário das 18h, Negócio da China, marca apenas 27 pontos.
No horário nobre o quadro também é alarmante. A Favorita já teve média de 37,6 pontos. O Clone (2001), por exemplo, marcava 48 pontos, chegando a picos de 67 na última semana e 68 no último capítulo.
O período áureo da audiência das telenovelas brasileiras foi nas décadas de 1970 e 1980. A trama mais vista de todos os tempos é Roque Santeiro (1985), de Dias Gomes e Aguinaldo Silva, com audiência de quase 80% (cerca de 60 milhões de pessoas), segundo a Veja.
De quem é a culpa?
Alguns fatores podem explicar a queda da audiência das novelas.
- Falta novidade. Cadê a criatividade? Vários telespectadores, inclusive leitores aqui do Noveleiros, reclamam que as novelas não apresentam uma história original, com conteúdo interessante. As tramas são basicamente iguais, no esquema mocinho x bandido (muitas vezes, nem isso, como é o caso de A Favorita, em que a provável mocinha virou bandida). Outras vezes, é completamente fora da realidade. Quem nunca viu personagens que parecem que não trabalham e só vivem em prol da vida amorosa?
- Falta reciclagem dos atores. Se, por um lado, é preciso dar novos ares às tramas, por outro, falta qualidade de elenco, principalmente entre atores mais jovens. Os personagens são muito parecidos, as falas, sempre as mesmas, com excesso de gírias e trejeitos. Muitas vezes, parece que os atores são sempre iguais nas novelas. Nas raras vezes em que surge algo diferente, ele vira moda (Jamanta não morreu).
- Cenário repetitivo. Um dos grandes atrativos em ser ver uma série ou novela muitas vezes é o local onde a trama se passa. Talvez o fato de mostrar as belezas e a cultura do Marrocos, no noroeste África, explique parte do sucesso de O Clone - o que deve se repetir em Caminho das Índias. O público pode ter se cansado um pouco dos folhetins sempre nas mesmas cidades, bairros e bares do eixo Rio-São Paulo.
- Falta de foco. As novelas mais antigas geralmente tratavam de poucos temas - abolição da escravatura, triângulo amoroso em família, reencarnação, amor impossível, crise financeira, crianças desaparecidas, honestidade... Hoje, há uma sensível falta de parâmetros. As tramas muitas vezes abarcam várias polêmicas, e o enredo se perde.
- O telespectador é mais exigente. Com mais acesso à informação, o público espera ser surpreendido. A produção precisa ser impecável; o texto, bem escrito; a história, diferente; e o elenco, cativante. Uma novela que fica no feijão-com-arroz não conquista mais o público.
- Adaptação e memória. Fórmulas que eram sucesso no passado não necessariamente vingam na atualidade. Pantanal, por exemplo, foi uma grande produção, com personagens únicos. O público gostava muito, e poderia valer a pena rever a trama. Ciranda de Pedra, no entanto, fez muito sucesso em uma época, mas não teve atrativos para se sustentar em 2008.
- Erotização. As telenovelas tornaram-se apelativas. Cenas de sexo podem ser um atrativo, mas um enredo todo erótico desgasta o folhetim. O que antes era um diferencial torna-se comum.
- Entretenimento alternativo. Por muitos anos, as telenovelas foram uma das únicas fontes de diversão do público na mídia. Com o crescimento econômico, advento da internet e a facilitação do acesso a seriados estrangeiros, filmes e músicas (inclusive pelas TVs por assinatura), as novelas começaram a perder público.
- Pessoas deixaram de assistir à televisão. Em 1998, o Brasil tinha 1 milhão de internautas. Hoje, somos 42 milhões. Segundo o Estadão, há menos pessoas vendo TV aberta, mas essa queda não é sentida em todos os horários. O televisor é mais desligado no horário das novelas: na Globo, o share na trama das 18 caiu de 56% para 40,9% em dois anos. Na faixa das 21h, despencou de 67,4% para 59% no mesmo período.
- Envelhecimento do público. Jovens cada vez menos assistem novelas. Eles procuram conteúdos mais dinâmicos, interativos e divertidos. Como as novelas não se adaptaram a este perfil, hoje têm como audiência pessoas mais velhas e com maior poder aquisitivo, que permanecem fiéis à telinha. Será que o conteúdo que vemos na TV é feito para este público? Uma pesquisa divulgada por Daniel Castro na Folha (disponível aqui apenas para assinantes) em maio deste ano mostra que o público das novelas da Globo encolheu, envelheceu e enriqueceu nos últimos anos.
De cada cem telespectadores de Senhora do Destino (2004), 11 tinham de 12 a 17 anos. Em Duas Caras (2008), de cada cem telespectadores, só oito estão nessa faixa etária. Por outro lado, as pessoas com mais de 50 anos representavam 24% da audiência de Senhora do Destino, e 32% de Duas Caras.
- Perfil econômico. Ainda segundo a pesquisa da Folha, as pessoas mais pobres deixaram de ver novelas. De cada cem telespectadores de Senhora do Destino, 30 eram das classes A e B, 43 da C e 28 das D e E. De cada cem telespectadores de Duas Caras, 35 são A e B, 50, C e apenas 15, D e E. Ou seja, aumentou o peso dos telespectadores A, B e C. A importância dos mais pobres (D e E) caiu quase à metade.
As novelas vão acabar?
Já se fala há muito tempo sobre a idéia de nichos na internet. É possível que a tendência seja a mesma para a televisão. As novelas não devem deixar de existir, mas terão um público menor, com perfil mais parecido e mais fiel. É o que acontece com as séries americanas. Pode-se dizer, inclusive, que seja o caso de Malhação, voltada ao público jovem e há anos no ar.
A audiência deve ser compartilhada. As pessoas podem continuar vendo novela, mas também devem assistir TV por assinatura, vídeos na internet, filmes em DVD.
Segundo o diretor de Mídia da DPZ, Flávio Rezende, em entrevista ao Estadão, talvez a audiência das novelas até aumente quando as pessoas usarem mais os recursos de mobilidade e interatividade. "Você não vai precisar correr para casa para ver o último capítulo da novela, verá no ônibus, no carro, no avião. As pessoas não vão deixar de ver TV, é o jeito de se ver TV que está mudando", explica.
As primeiras análises mostram que, com a TV Digital, o público de telejornais deve cair, e o de novelas aumentar. A lógica é simples: os telejornais ficam ultrapassados mais rápido que séries ou novelas. Por isso, é possível que a audiência a programas jornalísticos caia. Por outro lado, como o público poderá acompanhar a novela no laptop ou no celular, e ainda decidir em que horário prefere assistir à trama, é possível que a audiência das novelas cresça.
Uma prova disso é a reportagem deste mês publicada por Daniel Castro, na Folha. Audiência dos sites das novelas da Globo explodiu nos últimos meses. De acordo com o colunista, a página na internet de A Favorita atingiu em outubro média de 382 mil acessos diários. Desde que a novela estreou, em junho, foi visitada 41 milhões de vezes. Em relação às duas últimas tramas das 21h, o aumento foi de 67%.
Até a novela das seis, que vem sofrendo rejeição parcial a tramas e personagens, teve incremento de audiência na web. Em seu primeiro mês, o site de Negócio da China foi 43% mais acessado do que o de Ciranda de Pedra. A página de Três Irmãs, das 19h, cresceu 58%.
Leia também:
- Por que as novelas estão em decadência?
- Globo tem a pior safra de novelas da história
- Queda de audiência gera desconforto na Globo
- Falabella pede pesquisa sobre Negócio da China
- Ranking de audiência mensal das novelas
- Como são feitos os cálculos de audiência
Romí de Liz, editora de TV do Diário Catarinense, comenta as novidades em A Favorita.
Foto: Divulgação, Globo |
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Uma reviravolta promete marcar a vida de Alícia (Taís Araújo) em A Favorita. De acordo com a última edição da revista Minha Novela, a patricinha chega em casa alcoolizada, culpando seu pai pelo fim do namoro com Cassiano(Thiago Rodrigues). Romildo (Milton Gonçalves) diz que se o rapaz acabou é porque não a ama.
Desesperada, Alícia até ameaça se matar. Romildo fica assustado com a reação da filha e pede desculpa. No outro dia, Alícia resolve se mudar para a casa de Didu (Fabrício Boliveira) em Triunfo. Lá, ela recebe ajuda até de Cassiano, que lhe arruma um emprego de ajudante na carrocinha de cachorro-quente de Átila (Chico Diaz).
Segundo a revista TiTiTi, com seu jeitinho espevitado a artista plástica ajuda a incrementar as vendas e pensa até em transformar a van em um veículo fashion. Já Romildo, sozinho em casa, vai amargar uma séria depressão.
Foto: Globo.com |
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Já tínhamos falado aqui que a cantora Colbie Caillat iria fazer uma participação especial na novela Três Irmãs. Agora, com o capítulo gravado a notícia se confirmou.
Já que sua música Midnight Bottle é tema de Dora (Cláudia Abreu) e Bento (Marcos Palmeira) na trama brasileira, a cantora fez uma participação especialíssima na novela.
Colbie chegou na cidade cenográfica esbanjando simpatia e muitos sorrisos. Lá, a cantora ficou de pés descalços e deslumbrada com a beleza do local. Ela até disse que moraria naquele lugar.
Depois de se instalar no set, e esquentar a voz, a cantora deu um show particular para o elenco da novela, que estava quase todo presente para o evento que vai animar as areias da Praia Azul nas próximas semanas. A cantora ainda disse que adorou ter sua música na novela e que ela tem tudo a ver com a trama.
— Eu fico muito feliz por poder estar aqui hoje e pela minha música fazer parte da novela. Acho que a novela tem tudo a ver com o meu som — disse Colbie.
Clique aqui e assista a entrevista de Colbie no site da Globo.com
* Veja também a entrevista exclusiva da cantora para o Kzuka!
Foto: João Miguel Júnior, TV Globo |
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Elias (Leonardo Medeiros) perdoou a traição de Dedina (Helena Ranaldi) uma vez, mas não vai aceitar os novos encontros da esposa com Damião (Malvino Salvador) em A Favorita.
De acordo com a coluna da Patrícia Kogut, enquanto arruma a cama de Damião, Greice (Ana Roberta Gualda) encontra um brinco perdido entre os lençóis. Desconfiada de que ele pertence à primeira-dama, vai até a casa do prefeito e pergunta de quem é a jóia. Elias e Dedina notam que ela está só com um brinco e ele, em um ataque de fúria, agarra a mulher pelos cabelos, a arrasta até a rua e bate nela na frente da comunidade de Triunfo.
Foto: Divulgação |
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A operação de salvamento de Negócio da China segue ativa. Depois da saída de Fábio Assunção e da contratação de Thiago Lacerda, agora Cláudia Jimenez também foi escalada para a trama.
Há pouco tempo, Cláudia decidiu que não participaria da nova das oito, Caminho das Índias. Ela viveria a secretária Valkíria, uma mulher apaixonada pelo chefe Ramiro (Humberto Martins). Aposto que ela já havia recebido o convite para Negócio...
Conforme o site Estrelando, a atriz ganhou um papel da vigarista Violante Gonçalves.
O autor da trama, Miguel Falabella, revelou que Violante é uma homenagem à Dercy Gonçalves. A personagem se aproximará de pessoas que procuram ajuda na gruta de Nossa Senhora Desatadora dos Nós para aplicar seus golpes.
Que lástima...
Foto: João Miguel Júnior e Fabrício Mota, TV Globo |
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Se você está esperando uma cena cheia de clichês e de diálogos lacrimosos no momento em que Violeta (Vera Holtz) revela a Suzana (Carolina Dieckmann) que é sua verdadeira mãe, vá tirando o cavalinho da chuva. Na seqüência, as duas mulheres de cabelinho nas ventas de Três Irmãs vão duelar do começo ao fim.
Violeta alfineta Virgínia (Ana Rosa) e culpa Aninha, a nora de Pacífico (Roberto Bonfim) que morreu há anos, por ter seqüestrado Suzana.
Já a surfista chama a mãe biológica de maluca, afirma que não vai com a cara dela e ainda manda Violeta afastar-se dela quando a megera tenta aproximar-se da filha.
- Suzana viverá um conflito muito grande. Ela detesta ser filha da Violeta, mas reconhece em si algumas características da vilã, uma certa agressividade, um temperamento intempestivo. E, mesmo que não queira admitir, são mãe e filha, uma ligação muito profunda - conta o autor, Antonio Calmon.
Como será a briga:
Violeta chama Suzana em sua casa, sob o falso pretexto de falar sobre Virgínia.
Violeta: Gostei de você, da sua coragem. Somos muito parecidas.
Suzana: Qual é, Violeta? Você me chamou aqui para falar sobre a minha mãe...
Violeta: Gosto de gente forte como eu mesma, como você.
Suzana: Não vou com a sua cara. A senhora é uma doente.
Violeta: Você está recuando diante da verdade.
Suzana: Que verdade?
Violeta: Você já pensou em ser filha de alguém muito mais importante que aquela bobalhona que criou você?
Suzana: Não toca no nome da minha mãe!
Violeta: Eu sou a sua mãe!
Suzana: O que você disse? Você está maluca? Delirando? Não posso ser sua filha!
Violeta: Como não pode? É minha filha, sim.
Suzana: Se você é a minha mãe, por que me abandonou numa cestinha na porta da minha...
Violeta: Foi idéia da Aninha. Ela achava que eu não seria uma boa mãe para você. Roubou você de mim, veio de São Paulo para Caramirim e deixou você na porta da Virgínia.
Suzana: E o meu pai?
Violeta: Eu me apaixonei pelo Augusto (José Wilker), engravidei... O Alcides (Marcos Caruso) não podia saber. Fugi para São Paulo, você nasceu lá. Eu estava confusa, amargurada, não tinha cabeça para cuidar de um bebê. E o resto da história você já sabe.
Suzana: Que história... A mulher que aprendi a detestar desde criança é minha mãe.
Violeta tenta aproximar-se e Suzana a repele.
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