Testes vocacionais podem ser encontrados em várias revistas e sites da internet. Na hora do desespero, é para eles que correm os indecisos buscando uma luz no fim do túnel. No entanto, a psicóloga Roselene Schütz não utiliza esse instrumento para orientar os estudantes que procuram sua ajuda.
- Se o aluno faz o teste, ele será direcionado para habilidades que já sabe que tem - diz.
Para ela, não adianta dizer que área ou curso se parece mais com cada aluno se ele não conhece a rotina da carreira.
- Às vezes, faço dramatizações colocando cada estudante no papel de uma profissão para que eles se imaginem fazendo aquilo e tentem responder as perguntas dos colegas sobre aquele profissional - explica.
O aluno também deve se empenhar e correr atrás de informações. Kássia Toccolini, de 16 anos, já sabe que quer seguir as ciências exatas, mas ainda não definiu se prestará vestibular para Engenharia de Materiais, Química ou de
Produção.
- Tenho afinidades com números e estou
procurando meu curso. Pesquisei em sites de universidades e conversei com pessoas com estão fazendo essas faculdades - conta.
Atitude assim são fundamentais para a escolha. Afinal, não se deve esperar que outros tenham a resposta. A psicóloga e todos os testes ajudam, mas o futuro profissional é de cada um e só o pessoa saberá o que será melhor para si.
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