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Jornal de Santa Catarina

05/02/2010 | N° 11854Alerta Voltar para a edição de hoje

VALTHER OSTERMANN

valther@santa.com.br
  • O coreto da figueira

    Morreu a figueira da prefeitura de Blumenau, e deixou saudade. A melhor maneira de preservar sua memória é aproveitar a madeira para construir um coreto exatamente no local em que viveu. Desta forma, ela continuaria fornecendo sombra e, de quebra, abrigando a música de nossas bandinhas, que são muitas. A prefeitura é um local muito frequentado pelos turistas e suas máquinas fotográficas. Nada como a música doméstica para dar um clima festivo àquele local.

  • Grande Will!

    Olha no que deu o calor excessivo dos últimos dias: o leitor Marco Alan Rotta sugere uma estátua em praça pública do engenheiro norte-americano Willis Haviland Carrier (1876-1950).

    Inventor do ar-condicionado.

  • Toque de recolher

    O Centro de Apoio Operacional da Infância e da Juventude do Ministério Público de Santa Catarina elaborou nota técnica aos promotores de Justiça sugerindo a adoção de medidas extrajudiciais e judiciais, quando necessárias, para buscar a revogação de normativas que instituam nos municípios catarinenses o chamado toque de recolher.

    Em miúdos: crianças e adolescentes podem circular à vontade pelas madrugadas sem serem incomodadas pela autoridade policial.

    Será que é o melhor para as crianças, para os adolescente e para a sociedade?

  • Temos que ser melhores

    Blumenauense que torce pelo Metropolitano e frequenta os jogos reclama da atitude intolerante de parte da torcida que, no jogo contra o Figueirense, quase agrediu um torcedor idoso pelo simples fato de o mesmo o ter comemorado o gol do Verdão agitando bandeira do Fluminense.

    Se for assim, nossa torcida acabará sendo igual a todas as outras no que tem de pior.

  • Vaquinha do bem

    Dos leitores:

    – Se por falta de decibelímetros, os exibicionistas de som automotivo circulam impunes, a gente faz uma vaquinha e doa uns três para a Guarda de Trânsito. Se mais forem necessários, promoveremos o “Pedágio do Decibelímetro”. Não dá mais para continuar aturando a barulheira!


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