A maioria das bolsas de valores mundiais terminou o último pregão do ano em alta, apoiada pelos ganhos constantes dos últimos nove meses – em alguns mercados financeiros, os ganhos acumulados já superam 50%, a exemplo da Bolsa de São Paulo, com 82,66% de valorização em 2009.
Se Wall Street foi exceção na quinta-feira, com o Dow Jones encerrando a jornada em queda de 1,14%, no ano os papéis na bolsa americana acabaram tendo o melhor desempenho desde 2003, ao se recuperarem da recessão. A queda no último pregão do ano foi explicada pelo temor de investidores de que, justamente porque a economia vem se recuperando, o governo dos EUA possa retirar as medidas de estímulo que vêm amparando a volta ao crescimento. Em 2009, o Dow Jones subiu 18,8%. Na Europa, o índice FTSE-100, que reúne as principais ações negociadas na Bolsa de Londres, fechou o ano com crescimento de 22%. Amparadas no crescimento econômico da China, as bolsas de Xangai e de Hong Kong, a exemplo da brasileira, tiveram também
altas
exuberantes - 80% em Xangai e acima dos 50% em Hong Kong.
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