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Professores grevistas e BM entram em confronto em Porto Alegre

Manifestação na noite desta quarta deixou três pessoas feridas

Um tumulto ocorrido em frente ao Palácio Piratini na noite desta quarta, dia 6, ameaça tornar mais difícil o diálogo entre governo do Estado e os professores em greve. Duas professoras e um PM ficaram feridos no confronto, ocorrido depois do fracasso de nova tentativa de negociação.

Em uma reunião, à tarde, não houve acordo para pôr fim à greve. À noite, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Cpers/Sindicato) organizou uma passeata com centenas de professores no centro de Porto Alegre. A caminhada seria encerrada em frente ao Palácio Piratini.

Com velas e cruzes de madeira, os manifestantes subiram as escadarias da Catedral Metropolitana sem encontrar resistência da Brigada Militar, que montara um cordão de isolamento na Rua Duque de Caxias. O tumulto começou quando professores tentaram chegar à fachada do Piratini para depositar as cruzes.

Os PMs impediram a marcha e houve uma seqüência de empurrões. Para dispersar os professores, brigadianos usaram cacetetes e gás lacrimogêneo. Na confusão, Neiva Lazarotto, segunda vice-presidente do Cpers/Sindicato, teve um dedo quebrado, e uma professora de Pelotas levou uma pancada na cabeça.

A atitude da BM causou revolta entre os manifestantes, que avançaram para o cordão de isolamento. O soldado Amauri Froza da Luz sofreu arranhões no rosto e no pescoço, e teve a farda rasgada.

Froza foi medicado no Hospital de Pronto Socorro e liberado. O Cpers/Sindicato informou que registrará ocorrência policial contra a BM em razão dos ferimentos nas duas professoras.

O comandante do 9º BPM, tenente-coronel Léo Cunha, negou que a reação dos PMs tenha sido exagerada. Segundo ele, era preciso evitar que os professores bloqueassem o trânsito na Rua Duque de Caxias e que houvesse danos no Palácio Piratini. Cunha disse que apurará casos de agressões contra os professores se houver denúncia formal contra algum dos PMs envolvidos e houver possibilidade de identificação.

Haverá nova manifestação do Cpers no dia 15. Segundo a presidente do sindicato, Juçara Vieira Dutra, o episódio de ontem motivará os grevistas. Foi o primeiro confronto entre professores e PMs desde o governo Antônio Britto.

Com informações de Zero Hora.

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