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Falcão admite deixar a seleção de futsal se o Brasil perder a Copa

Ala destaca que a equipe está ansiosa para competir em casa

Grande destaque da seleção brasileira de futsal, o ala Falcão, aos 31 anos, tem dezenas de títulos com a camisa do Brasil e nos clubes pelos quais atuou. No entanto, ainda lhe falta o mais importante: o da Copa do Mundo. A partir de terça-feira, ele terá a oportunidade de acabar com esse jejum, no campeonato que será disputado no Brasil, em duas sedes: Brasília e Rio de Janeiro. A terceira Copa do Mundo da carreira do craque pode determinar a sua permanência ou a sua despedida na seleção.

– Se perdermos agora, vai ser difícil vestir de novo a camisa do Brasil – disse o jogador ao GloboEsporte.com.

Mesmo em caso de derrota, Falcão continuaria sendo lembrado como um dos melhores jogadores que o futsal já viu - mas sem uma Copa do Mundo no currículo. O craque acha que a sua imagem não ficaria abalada, mas reconhece que o título faz falta. 

– O Zico é um dos maiores ídolos do esporte e não ganhou uma Copa. Mas quero mostrar para os meus filhos e netos que fiz tudo o que fiz e ainda fui campeão do Mundial, disputado no meu país – salientou.

O jogador admitiu que a equipe está ansiosa para a competição. Sobre a chance de deixar o time, o craque salientou que será difícil vestir a camisa do Brasil de novo, caso o título não venha.

– Tenho 31 anos e sei da minha importância para o futsal brasileiro. Se eu for campeão, vou continuar com a seleção. Estarei com 35 anos na Copa de 2012. E a seleção sempre tem um jogador que atua menos, mas é importante para o time pela experiência. Poderia ser eu. Mas, se perder agora, vai ser difícil vestir de novo a camisa do Brasil. Não sei como vai ser – explicou.

Sobre as derrotas em 2000 e 2004, Falcão disse que a seleção se cobrou muito nos últimos anos:

– Nos últimos quatro anos, nos cobramos muito, tanto jogadores como comissão técnica. Em quase 12 anos na seleção, nunca vi uma união tão grande, e isso ganha campeonato. Até então, perdíamos no aspecto tático. Hoje todos os jogadores marcam. Basta ver que, nesses quatro anos, tomamos poucos gols. A cobrança entre todos é liberada, e quem erra sabe que vai escutar. Vibramos muito com um desarme. Às vezes vibramos mais com um desarme do que com um gol – explicou.

Questionado em relação à nova geração, Falcão disse que o Brasil tem um bom grupo de jovens atletas:

– O futsal brasileiro tem uma safra boa, mas não vejo alguém que possa se transformar num fenômeno. A vantagem é que esses jogadores acompanharam a mudança de filosofia na seleção e chegarão mais calejados. Queremos ganhar essa Copa do Mundo até para que eles dêem seqüência. Na seleção, os ídolos foram se sucedendo: Douglas, Jorginho, Ortiz, Choco, eu, Lenísio... Na nova geração, não existe um destaque, e sim bons jogadores que formarão uma boa seleção – observou.

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