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PRAIA DO FORTE | Mar calminho e história para contar

Localizada bem perto de de Jurerê Internacional, a Praia do Forte leva este nome pois tem uma fortaleza, desativada em 1935, mas aberta para a visitação. Do local é possível ter uma vista privilegiada de todo o balneário. A faixa de areia é larga, mas não extensa. Há alguns restaurantes de frutos do mar na beira da praia. O mar é calmo e também por isso a praia é muito frequentada por crianças. É possível chegar de carro até a areia, mas o acesso é estreito e íngreme.

(Dago Nogueira/Agencia RBS)

Edificação

Idealizado pelo primeiro governador da Capitania de SC, Brigadeiro José da Silva Paes, o Forte começou a ser construído em 1740. Com as Fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim e Santo Antônio de Ratones, ela formava o sistema triangular de defesa da Barra Norte da Ilha de Santa Catarina.

Quem já passou por aqui

Quem se rendeu à tranquilidade da Praia do Forte foi a cantora Fergie, da banda americana Black Eyed Peas. Depois do show do grupo em Florianópolis no ano passado a diva pop tomou sol, bebeu caipirinha e se deliciou no mar calmo e azul.

(Luys Fernando Diel/Especial)

Discreta e Forte

MAUREN RIGO

Pequena, silenciosa, com bares e restaurantes na areia e com os barcos de pescadores flutuando sobre a calmaria das suas águas, a Praia do Forte parece alheia à badalação da vizinha Jurerê internacional.

É preciso passar pela praia das mansões, espumantes e carrões, para chegar lá. Mas basta virar a curva e subir uma única rua para perceber a diferença. Pelo caminho estreito, passa um carro de cada vez, o que vira um problema no verão.

Esqueça o som alto, o tumulto de vendedores ambulantes (são poucos) e a falta de espaço para mergulhar. Ainda que a praia seja disputada na temporada, com dezenas de carros estacionados na areia mesmo, o jeito de pequeno paraíso continua.

Na praia, a faixa de areia é dividida entre idosos, casais, crianças e baldinhos de brinquedo. Um banho de sol permite até um cochilo. A faixa de areia tem cerca de um quilômetro de extensão. O mar quase não tem ondas, porque a praia é protegida dos ventos pelo morro.

O público é misturado. A família de argentinos, que repete a viagem todos os anos, faz fotos sem parar. Um garçom oferece aos clientes uma das especialidades da casa: moqueca de polvo. O casal que veio de São Paulo para morar em Florianópolis em novembro desfruta, com caipirinha, a primeira visita ao lugar.

- Até o caminho para chegar aqui é bonito - diz o representante comercial Henry Michel Silva, 30 anos, aparentando não estar arrependido pela troca de cidade.

De fato, é bonito. Quem não quer ir de carro, pode subir pela estrada. Perto das pedras, há pequenas casas, geralmente de madeira. Não estranhe os cachorros e até galinhas, que são dos nativos.

A grama da praia vizinha pode parecer mais verde. Mas nem Jurerê Internacional ofusca este pequeno paraíso histórico.

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