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Remuneração  | 06/09/2012 11h05min

Mercadante reage a ação de governadores contra critério de reajuste dos professores

Ele afirmou que Minsitério da Educação não foi comunicado por nenhum governador da intenção de impetrar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade

Após Tarso Genro e outros cinco governadores entrarem com ação no STF contra a lei que cria o piso nacional para professores da rede pública, o ministro da Educação Aloizio Mercadante, divulgou nota oficial demostrando surpresa em relação ao fato.

Pelas regras, o piso deve ser reajustado anualmente a partir de janeiro, tendo como critério o crescimento do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Entre 2011 e 2012, o índice foi 22% e o valor passou de R$ 1.187 para R$ 1.451. A Adin é assinada pelos governadores de Mato Grosso do Sul, Goiás, do Piauí, Rio Grande do Sul, de Roraima e Santa Catarina. O relator do processo no STF será o ministro Joaquim Barbosa. Confira a nota oficial do MEC:

"O Ministério da Educação não foi comunicado por nenhum governador da intenção de impetrar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra o critério de reajuste definido na lei do piso salarial dos professores da rede pública. Aliás, o Supremo Tribunal Federal recentemente já havia se manifestado pela constitucionalidade do diploma legal que instituiu a remuneração mínima do magistério e a sua forma de reajuste.

Em relação ao questionamento sobre os critérios de reajuste, o ministro Aloizio Mercadante lembra que instituiu uma mesa de negociação com a participação da Undime, do Consed e do CNTE, para encontrar uma solução para estados e municípios que tenham dificuldades para cumprir a lei. O titular da pasta da Educação reafirmou que o governo federal defende um crescimento real do piso salarial dos professores. 'É um erro judicializar esta questão' - sentenciou."

Durante participação em evento da Brigada Militar na manhã desta quinta-feira, Tarso disse em coletiva para jornalistas que esta é uma questão antiga.

— Essa é uma questão que não é nova. Nós afirmamos durante a campanha e dissemos enquanto eu era ministro da educação, e deixamos todo este projeto de lei encaminhado, que o piso correto é o piso acordado com a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação naquela época, corrigido pelo INPC. Portanto, não tem nada de novo nessa ação. É simplesmente um pedido de licença que estamos fazendo para pagar de acordo com aquilo que é legal — afirmou em entrevista para a Rádio Gaúcha.

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