Geral | 03/07/2009 04h43min
A Secretaria de Saúde do Estado, em conjunto com os municípios e as Forças Armadas, vai montar uma força-tarefa para combater a gripe A em pontos considerados vulneráveis na Fronteira.
Confira como é feita a vigilância
De 17 cidades do Estado definidas como ponto de fluxo de pessoas entre Brasil, Argentina e Uruguai, 10 não contam com postos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A quantidade de agentes que vão compor a força-tarefa ainda está indefinida. De acordo com o secretário de Saúde do Estado, Osmar Terra, a meta é mobilizar prefeitos a fim de que eles designem agentes para fazer um trabalho de orientação às pessoas que circulam nas localidades consideradas vulneráveis.
– Vamos reforçar o monitoramento onde há postos da Anvisa e designar equipes para localidades onde não é
feito controle – explica Terra.
Para o gerente-geral de Portos, Aeroportos e
Fronteiras da Anvisa, Paulo Coury, o trabalho será de cobrir 100% do trânsito entre os países com orientações sobre a gripe A. A agência não disponibilizará mais efetivo, e espera contar com a ajuda de municípios, do Estado e de outras frentes.
– A Anvisa está em diversos pontos, mas existem inúmeras passagens de fronteira onde a agência não se faz presente. É um pedido de apoio, pois já temos que lidar com o grande fluxo de cargas e com o comércio – aponta.
Alguns municípios deverão receber cuidados especiais, como Santana do Livramento, em função da fronteira seca com Rivera, no Uruguai.
— Onde buscar ajuda no RS
— Onde buscar ajuda em SC
Saiba mais sobre a gripe A (H1N1) em especial
Veja os pontos considerados vulneráveis na Fronteira:![]()
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