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 | 21/10/2009 13h

Painel RBS: transporte coletivo é prioridade em Florianópolis

Mobilidade urbana na Capital foi discutida nesta quarta-feira com especialistas e autoridades

As paisagens e as praias podem ser invejáveis, mas o trânsito deixa Florianópolis muito mal posicionada quando o assunto é mobilidade urbana. O aumento no número de carros que circulam pela cidade cria problemas sérios e constantes.

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O tema, que tem feito autoridades da cidade repensarem o trânsito da Capital, foi discutido na manhã desta quarta-feira, em mais uma edição do Painel RBS. O programa, conduzido pelo apresentador Mário Motta, foi transmitido ao vivo pela TVCOM (canal 36 da NET e Viamax), pela Rádio CBN/Diário (740 AM) e pelo site www.painelrbs.com.br.

O debate contou com a participação de cinco convidados: o prefeito em exercício e secretário de Transportes, Mobilidade e Terminais de Florianópolis, João Batista Nunes, o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em Santa Catarina, João José dos Santos, o presidente do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), Romualdo Theophanes de França Junior, a professora do Programa de Pós-Graduação em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Margareth Afeche Pimenta, e o presidente da Urbanização de Curitiba S.A (URBS), Marcos Valente Isfer.

Mobilidade urbana

O problema da mobilidade urbana aumentou nos últimos anos em Florianópolis. Entre 2004 e 2008, a frota cresceu três vezes mais do que a população da cidade, o que representa um aumento de 22% do número de carros e 51% de motos.

Uma das principais mudanças no trânsito está acontecendo esta semana, com o fechamento da avenida Paulo Fontes, no Centro. O prefeito em exercício de Florianópolis defendeu a criação de um calçadão no espaço:

— O congestionamento está igual, o que se fez foi disciplinar o trânsito. Os motoristas precisam olhar para quem anda a pé e de ônibus e para a arquitetura e a engenharia do local. A obra é necessária porque o terminal não deveria ter sido construido ali, em uma área de patrimônio histórico onde 250 mil pessoas passam por dia.

João Batista ainda ressaltou que as ações visam valorizar as pessoas e que a humanização do Centro retrata a cultura de priorizar o transporte coletivo na cidade.

Os convidados falaram sobre as obras no Trevo da Seta, duplicação da Avenida Diomício Freitas entre outras. O painel também teve como entrevistadores os jornalistas Antônio Neto (CBN/Diário), Cristina Vieira (Hora de Santa Catarina), Fabiano Marques (RBS TV) e Nanda Gobbi (Diário Catarinense). Os internautas puderam responder, via Twitter, quais eram os piores pontos de engarrafamento na Capital.

Para o presidente da Urbanização de Curitiba, a melhor saída para os resolver os nós do trânstito é conseguir fazer um planejamento.

— É preciso planejar todos os eixos de transportes. Assim, quando a cidade crescer, o transponrte poderá ser melhorado. Se isso não ocorre, quando a gente precisa fazer obra de alargamento não haverá condições de realizá-la — conclui Marcos Isfer.

Para o prefeito em exercício, com todas as ações de mobildiade urbana que estão previstas para Florianópolis transformarão a Capital catarinense:

—Tenho fé e creio que num curto espaço de tempo, Florianópolis será a melhor cidade em mobilidade urbana do Brasil.

Veja como foi a cobertura:

DIARIO.COM.BR

Debate contou com cinco convidados - Hermínio Nunes

Debate contou com cinco convidados

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