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9 de junho de 2026
 

Legislação | 10/07/2008 | 16h35min

Presidente do TRE-SC diz que Justiça Eleitoral vai coibir propaganda irregular

Representantes do Tribunal, do Ministério Público e da Polícia Federal debate o assunto na Capital

O início da propaganda eleitoral para as eleições municipais desde ano, permitida desde o último dia 6, motivou uma reunião do presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina, desembargador João Eduardo Souza Varella, com juízes do pleno e representantes do Ministério Público Eleitoral e da Polícia Federal, ocorrida na sede do TRE-SC, em Florianópolis, nesta quarta-feira.

O presidente do TRE-SC afirmou que nas campanhas para as eleições municipais, “às vezes, mais por falta de conhecimento do que propriamente por má-fé, os candidatos incorrem em transgressões à legislação eleitoral, exigindo uma rápida ação da justiça eleitoral para a fazer cessar ou proceder a retirada da propaganda irregular”. Para isso, disse que conta com a atuação do Ministério Público Eleitoral e com a ajuda da Polícia Federal.

— Não podemos deixar de atuar pois, assim que se verificarem transgressões à lei, vamos agir prontamente para tomar todas as providências cabíveis, sem excessos, mas também sem benevolência — alertou.

O superintendente substituto da Polícia Federal em Santa Catarina, delegado federal José Rita Martins Lara, explicou que a instituição está estruturada na maioria das grandes cidades do Estado para agir prontamente para coibir abusos na propaganda eleitoral.

— Em algumas cidades estaremos de plantão diuturnamente e onde não temos condições de agir rapidamente, vamos contar com a ajuda da Polícia Militar Estadual, conforme já acertado com o Comando- Geral daquela entidade, em recente reunião — garantiu o delegado federal.

Na reunião, os juízes eleitorais Márcio Vicari, Volnei Tomazini e Oscar Borges Neto destacaram algumas cidades pontuais do Estado onde geralmente ocorrem problemas relacionados com a propaganda eleitoral e que deveriam receber uma atenção especial da Polícia Federal.

— Nesses locais, é importante fazer um trabalho preventivo e a Justiça Eleitoral pode estar certa de que estamos preparados para executar nossa Missão — observou Martins Lara.

 

 

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