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19 de junho de 2026
 

| 06/06/2008 | 16h40min

Petróleo WTI bate recorde ao subir mais de US$ 10 e fechar a US$ 138,54

Barril chegou a ser negociado a US$ 139 durante o pregão nesta sexta-feira

Os contratos do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) para entrega em julho, os de referência nos Estados Unidos, bateram recorde nesta sexta-feira em Nova York, ao subirem US$ 10,75 (8,4%) e fecharem a US$ 138,54 o barril (159 litros).

Ao fim da sessão regular na Bolsa Mercantil de Nova York, os contratos de petróleo Texas para entrega em julho somavam US$ 10,75 e terminavam ao preço recorde de US$ 138,54.

Economia em Dia: Repórter de Economia Marta Sfredo comenta o salto na cotação do barril do petróleo e o efeito dessa alta na inflação.


O preço do petróleo chegou a ultrapassar inclusive os US$ 139 de forma fugaz, em uma jornada na qual o dólar perdeu força e aumentou a preocupação com uma maior tensão entre Israel e Irã, entre outros assuntos mencionados pelos especialistas.

O aumento de hoje é o maior registrado pelo preço do petróleo WTI em um pregão e ocorre após uma alta de US$ 5,49 na jornada anterior.

Os combustíveis registraram também um forte aumento em seus preços e a gasolina e o gasóleo acabaram a semana com valores históricos no mercado nova-iorquino.

Os contratos de gasolina para julho acrescentaram mais de US$ 0,21 ao preço anterior e fecharam a US$ 3,5480 o galão (3,78 litros), cerca de US$ 0,10 acima do máximo que tinha alcançado em 28 de maio.

O preço do gasóleo de calefação para esse mês subiu US$ 0,29 e finalizou a US$ 3,9740 o galão, cerca de US$ 0,02 mais que o máximo ao qual fechou o pregão de 22 de maio.

O gás natural para julho subiu US$ 0,18 em relação ao preço anterior e finalizou a US$ 12,69 por mil pés cúbicos.

O forte aumento do preço do petróleo e dos combustíveis coincidiu com previsões do banco de investimento Morgan Stanley de que o preço do barril poderia alcançar os US$ 150 em julho, devido, em parte, à forte demanda na Ásia e à queda de reservas nos Estados Unidos.

 

EFE

 

Rolex Dela Pena, EFE  / 

Manifestantes protestaram contra o aumento dos combustíveis nas Filipinas

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