A tarde de terça-feira será marcada por esclarecimentos sobre o caso CGTEE. Seis das nove testemunhas de acusação no escândalo das usinas devem prestar depoimento à Justiça Federal na sala de audiências da 1ª Vara Criminal de Porto Alegre.

Um dos depoimentos mais esperados é o da secretária-geral da companhia, Rosemari Nunes da Silva, que deve esclarecer quem é o responsável pela adulteração em uma ata da reunião da estatal utilizada para assegurar empréstimos.
Das nove testemunhas, dois advogados serão ouvidos pela Justiça nos Estados onde moram — um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo. O diretor do banco alemão KfW, Peter
Schäfer, deve se manifestar sobre o assunto quando vier ao Brasil, em data
ainda indefinida. Outra possibilidade é que o executivo seja ouvido pela Justiça alemã.
Quem irá depor amanhã
Sereno Chaise, diretor-presidente da CGTEE
Clovis Ilgenfritz, diretor financeiro da CGTEE
Anselmino Spessatto, chefe de auditoria interna da CGTEE
Vaneila Fuhro, chefe da assessoria jurídica da CGTEE
Rosemari Nunes da Silva, secretária-geral da CGTEE
Luiz Antônio Leão, sócio da empresa alemã Enerpal, beneficiada por aval ilegal da CGTEE.
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