A Justiça determinou a prisão domiciliar do presidente da Elétrica Jacuí (Eleja), Julio Magalhães, nesta quarta-feira. Magalhães é um dos envolvidos no escândalo dos avais falsificados da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE).
Assinaturas de Magalhães constam em notas promissórias de empréstimos com fiança ilegal da CGTEE. Na decisão, o Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região negou o pedido de habeas corpus e concedeu a liminar da prisão domiciliar até que a Justiça Federal encontre uma cela especial.
O braço-direito de Magalhães, Filipe Parisotto, teve o pedido de habeas corpus negado liminarmente. Nas próximas semanas, a Corte analisará o mérito da decisão. O pedido de liminar em favor de Joceles Moreira e Alan Barbosa, que estão presos desde o dia 21 de novembro por envolvimento no caso, deve ser analisado na quinta-feira.
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