A 7ª Turma do Tribunal Federal da 4ª Região (TRF4) concedeu nesta terça-feira habeas corpus ao presidente da Cooperativa Rio-grandense de Eletricidade, Iorque Barbosa Cardoso. Ele é o segundo suspeito de envolvimento na fraude da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE) a receber o benefício.
Antes havia sido divulgada decisão em favor do ex-diretor técnico e de meio ambiente da empresa, Carlos Cecin. Os magistrados consideraram que a prisão é desnecessária para ambos. Com isso, eles aguardarão a conclusão do inquérito em liberdade.
Infográfico: entenda o escândalo das
usinas
Em 23 de maio, foi revelado que a CGTEE, mesmo proibida pela Lei de Responsabilidade Fiscal de dar
aval em financiamentos a empresas privadas, constava como fiadora em 12 contratos internacionais.
Os documentos favoreciam pelo menos quatro usinas gaúchas e uma do Paraná. O valor era de cerca de 157 milhões de euros. O foco das investigações da polícia são assinaturas falsificadas de diretores da CGTEE com um banco da Alemanha.
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