Fernando Catatau, vocalista e letrista da banda Cidadão Instigado, postou lá no Blog do Marquinhos uma mensagem esclarecendo e lamentando a ausência da banda nesta edição do Floripa Noise. Ele esclarece que não houve confirmação do grupo, mas havia sim uma expectativa diante da possibilidade de show em Curitiba (PR), que cobriria os custos de deslocamento. A apresentação na capital paranaense caiu por terra, o que inviabilizou a vinda de Catatau & Cia para o Floripa Noise. Eles até cogitaram tocar pela bilheteria já que se tratava de um festival independente, mas isso seria insuficiente para cobrir os custos com as passagens dos oito integrantes que viriam de Sampa. Quem sabe em uma próxima oportunidade, pois segundo o Catatau nossa vontade era e ainda é tocar no festival.

Olha aí o grafiteiro e artista plástico Rizo, de Floripa, deixando a sua indelével impressão no Muro Por la Paz, um vasto painel de 1,8 km de extensão, que serviu de tela para mais de 700 artistas durante o maior encontro de graffiti do mundo, no último final de semana, em Peñalolén, no Chile. E acompanhando de perto por um chico que, esperamos, deve ter sido devidamente contaminado pela verve grafiteira.
Santa Catarina foi devidamente apresentada e representada por Rizo e Vejam, dois proeminentes nomes da militância artística urbana da Capital. Fato que impressionou a dupla foi a receptividade dos chilenos para com o evento e as artes gráficas. Prova disso é a façanha de reunir um número tão expressivo de grafiteiros de diversas partes do mundo. Seria muito sonhar com a devida consideração a este tipo de arte por aqui? Claro que não!
Bateu aquela insônia? Então seus problemas acabaram pelo menos nesta semana, com a Mostra Paralela do Catavídeo. Na medida certa para quem não consegue pregar os olhos, pois as sessões começam às 23h na Cinemateca Catarinense, que fica na Casa de Teatro Armação, no Centro. Nesta quarta-feira, por exemplo, a Mostra selecionou oito produções, todos curtas realizados em Santa Catarina.
Tem o terrir Ângelo, O Coveiro (de Renato Turnes), a animação A Cientista (direção coletiva), a ficção Deep Space Worms (de Richard Valentini) e a estreia do documentário Betova O Ano da Cachorra, uma nova fábula do videomaker Alan Langdon. Se você é daqueles que madrugam, vale a pena então tomar uma média com leite ali no Centro e conferir a Mostra Oficial, a partir das 9h30min, no Sesc da Prainha. No mais, é acompanhar a programação pelo site www.catavideo.org.

Saiu mais uma fornada da revista NANU!, de Blumenau. Pãozinho quente temperado com boas dicas sobre o universo da cultura pop, das artes visuais à literatura. A edição deste mês centra suas reflexões na atemporalidade, que é o tema do ensaio aí em destaque, um dos três que recheiam a revista blumenauense.
NANU! aterrissa nesta semana nas bancas do Estado, de São Paulo e até em Berlim (te mete!).

Até parece que não estamos em Desterro, com três festivais da maior prioridade ocorrendo ao mesmo tempo. Além do Floripa Noise e do Catavídeo, não nos esqueçamos que está em curso o Festival de Música Contemporânea da Aliança Francesa. E quem está tomando de assalto a cena por aqui são os africanos. Esses realmente estão na moda e influenciando o universo da música mundial.
A dica para esta quarta fica com a camaronesa Nicole Obélé, que é uma potencial diva daquele inspirado continente. Ela começou a trilhar o caminho da música a partir de 2002, quanto percorreu parte da África em turnês ao lado de instrumentistas conterrâneos. A partir de 2006, estabeleceu uma ponte sólida com a cena francesa, onde o talento desta cantora, compositora e intérprete ganhou a merecida visibilidade.
Nicole aguarda por vocês nesta quarta-feira, a partir das 18h, no Jardim do Museu Cruz e Sousa (Centro), um dos palcos do Festival de Música. Antes que você pergunte, este show é gratuito. Basta chegar. A programação do Festival está no http://www.affloripa.com.br/festival.

Se elas acham que você é muito atraente, ou você é burra ou vagabunda, ou uma vagabunda burra. O instinto que prevalece entre as mulheres é atacar a jugular
MEGAN FOX Atriz americana, 23 anos, em entrevista ao jornal The New York Times para o qual posou usando a lingerie da avó. A estrela do filme Garota Infernal afirma estar satisfeita com sua capacidade de manipular a mídia, aproveitando-se da imagem de mulher sexy que acabou de lhe render um grande contrato de publicidade para divulgar as roupas íntimas da grife Armani. As garotas acham que eu sou uma vagabunda, e eu estou no mesmo relacionamento desde que tenho 18 anos, defendeu-se Mega, referindo-se ao namorado, o ator Brian Austin Green