
Quem também teve a sua presença requisitada pelo festival Goiânia Noise é o ilustrador e companheiro de DC Galvão autor das tirinhas Vida Besta, publicadas diariamente neste Variedades. Ele é um dos 15 artistas brasileiros encarregados de compor uma exposição coletiva sobre os 15 anos do principal festival da nova música no país, que colocou a capital de Goiás no epicentro do rock nacional.

Músico de extremo bom gosto (ouçam Molécula Sônica, disponível no www.myspace.com/moleculasonica), Galvão também apresenta uma série de telas suas que estão em exposição na Cor Galeria, na Lagoa da Conceição (em destaque, uma das suas telas). O campinense que adotou Florianópolis como morada traz em seu currículo um HQ Mix, a maior premiação da área de quadrinhos e ilustrações do país. Ficou curioso? Veja mais no site dos tirinhas Vida Besta (www.vidabesta.com).

No hospital me disseram para desistir da guitarra, mas eu voltei e fiz estes dedais, soldei para fazer uma ponta de dedos
TONY IOMMI Guitarrista da banda britânica Black Sabbath (hoje Heaven in Hell), uma lenda do rock. Se ele tivesse dado ouvidos aos médicos quando perdeu as pontas de dois dedos em um acidente de trabalho (era metalúrgico), aos 17 anos, jamais o teríamos conhecido quem sabe nem conheceríamos o heavy metal. Aos 61 anos, o músico revelou à rede BBC que está passando por um tratamento com células-tronco para recuperar uma lesão na mão esquerda fato que o afastou dos palcos por um período.

E quem se prepara para um novo voo é a banda Ave de Rapina, outro clássico grupo que conquistou corações e mentes durante as décadas de 1980 e 1990. O reagrupamento dos roqueiros de Laguna é aguardado para o Natal, segundo a comunidade da Ave de Rapina no Orkut. Reunião mais que festejada, ainda que para uma única apresentação (em princípio).
A banda fez história a partir de festivais como o Rock Laguna e consolidou-se com o lançamento do disco Própria Luz (1988), o mesmo do hit Sons, Baladas e Blues. Na sua clássica formação , contava com João Rodrigues (vocal), Eduardo Paes (bateria), Gero Perito (violão e voz), Samir Abraão (baixo), Jair Foss (teclados) e Marcelo Carneiro (guitarra) todos na foto datada de 1990. Então, vai este presentaço de Natal, dia 25 de dezembro, no Boliche, em Laguna.

Dois amigos me submeteram a duas horas de tortura progressiva, no caminho de Joinville a Florianópolis, ao som de um inesgotável Relayer, álbum do Yes. Não por acaso, foi na altura de Biguaçu que a minha boa vontade voou pela janela quando os bastardos ingratos desancaram gratuitamente o The Who.
Nem que ungido pelo espírito santo o tecladista Rick Wakeman (que não tocou em Relayer, para vocês verem o nível do deboche ao qual fui submetido) e o restante do Yes poderiam conceber algo do nível de Tommy, emblemático álbum (ou ópera rock) pensado e concebido por Pete Townshend, lançado há 40 anos e considerado por muitos a obra-prima da banda inglesa Quadrophenia e Whos Next estão pelo menos meio-passo à frente na minha predileção. A partir de Biguaçu fiquei como Tommy, que após ver o pai matar o amante da mãe é convencido por eles a ficar surdo, mudo e cego e assim ignorar a infâmia para não perder a amizade. Afinal, nem todos os bárbaros foram convertidos pela fé. E em homenagem ao Tommy, vamos render um tributo ao álbum lá no Blog do Marquinhos.
O resistente Festival de Música de Itajaí chega a sua metade nesta quarta-feira, provendo o primeiro show gratuito da sua programação.
Então, não durma no ponto e garanta já o seu ingresso para a apresentação do duo paulistano Buxixo, hoje, às 21h, no Teatro Municipal.
Formado em 2006, pelo pianista Gilson Peranzetta e pelo violonista Nelson Farias, o Buxixo já lançou um disco e vem conquistando a simpatia dos admiradores da Música Popular Brasileira e instrumental em festivais do país.
A artista Milena Travassos estará hoje à noite no Centro Cultural Arquipélago, no Bairro Agronômica, Florianópolis, para uma boa prosa sobre a sua produção. Referência no circuito nacional de arte por conta das suas instalações e videoinstalações inspiradas na relação entre o corpo, espaços e objetos, Milena é Mestre em Filosofia, vive e trabalha em Fortaleza.
Na apresentação desta quarta-feira, a artista promoverá uma versão menor de uma das suas principais exposições individuais, Sala de Jejum. A partir das 19h, com entrada gratuita.