
No Bali Hai em Garopaba, no fim de semana, Gabriel, o Pensador curtindo a balada com os surfistas Tanio Barreto e Simão Romão
O Fantástico, da Rede Globo, tinha um slogan: Show da vida. Michael Jackson parece que está protagonizando um show da morte. São ingressos sorteados para quem vai ao velório, e sabe lá o que está sendo preparado para o enterro desculpem, funeral, enterro é coisa de pobre , que as tevês irão transmitir ao vivo. É capaz de termos patrocinadores dentro da cenografia de onde vai descer o caixão. Quem sabe, apresentações de coreografias.
Nesse clima, a parentada briga pela herança do artista; o pai aproveita momento fúnebre para divulgar gravadora; quem gravitou em torno do ídolo se prepara para contar detalhes, sórdidos ou não, nas versões negociadas com revistas e editoras; sem contar os prováveis filmes. Vai ser aquela série de lançamentos tipo Michael Jackson era assim, pela babá, segurança, roadie, motorista e por aí vai.
Extravagâncias, maluquices e escândalos não abandonaram Michael Jackson nem mesmo na hora da morte.
E lá em cima, como vai ser?
As férias de julho estão aí, o fluxo migratório interno e externo vai aumentar, portanto, prepare-se, porque a gripe A, popularmente conhecida por “gripe suína”, vai se espalhar. E rapidamente.
Sorte nossa que não é tão mortal quanto se estimava. Sorte nossa, mas os especialistas acham que não tarda o dia em que uma gripe mais letal circule pelo planeta. Quem (sobre)viver, verá.
Com a noiva, Deise Moreira, entrando com seus dois irmãos na igreja com duas horas de atraso, numa megaestrutura montada na chácara da família, em Porto Alegre, caindo sobre o teto transparente muitos fogos de artifícios, muito pagode e samba, começando com Arlindo Cruz, Margarete Menezes, Banda Revelação, Papas na Língua, Banda Sensação, foi de arromba o casamento da irmã de Ronaldinho Gaúcho com o manezinho Gibão Costa, que parecia um príncipe negro impecável, com terno cor de pérola. Entre os convidados, as famílias dos noivos, pessoas simples e alegres, no meio de globais, jogadores famosos e amigos. Ronaldinho Gaúcho, num dos momentos, subiu ao palco com o pessoal de Floripa e cantou o tema da Feijoada do Cacau, do mestre André Calibrina: “Ó lhó lhó... sou manezinho, mas não sou nenhum bocó!”.
Finalizaram as bodas no domingo, com churrascada e bateria da Escola de Samba Grande Rio.
Pela primeira vez nas últimas décadas, a Avenida Beira-Mar Norte, na Capital, foi palco de um evento marítimo. Mesmo com pouca divulgação, muita gente prestigiou a competição que aconteceu no último domingo e marcou a abertura do Campeonato Brasileiro de corrida de lancha. Eventos desse tipo devem acontecer com mais frequência na Ilha, que, infelizmente, ainda é pouco voltada para o mar.
Maior parte das 400 mulheres que estava na festa dos astros do futebol, quinta-feira, em Floripa, veio de fora. Só para a festa. Hotel Majestic, onde ficaram os craques, lotou de convidadas.
Aliás, a boleirada já saiu do hotel para o jogo fazendo festa dentro do ônibus, onde, da Beira-Mar Norte ao Estádio Orlando Scarpelli, foram esvaziadas algumas garrafas de uísque e vodca.
A decisão, na última semana, do prefeito de São José, Djalma Berger, de afastar o líder comunitário e professor universitário Marcos Caneta da Superintendência da Fundação Municipal de Cultura e Turismo, vem repercutindo negativamente no município.
Caneta, em seis meses, fez mais do que todos em muitos anos. Será que saiu por isso?
O Avaí só perde e empata. E o treinador do Avaí? Oscila!
A segurança em Florianópolis está um problema sério. Que o diga o ex-governador Esperidião Amin, que teve o carro arrombado na tarde de sábado, em pleno estacionamento do cemitério do Itacorubi, onde participava, com a mulher, a deputada Angela Amin, de um enterro. O arrombador levou os celulares e a bolsa com dinheiro e todos os documentos da deputada federal. Os documentos foram encontrados ontem, jogados em um terreno baldio. Já o dinheiro e os telefones...
Trabalhar no mercado de shows é um negócio arriscado. A mais recente vítima foi a produtora que trouxe o cantor e compositor norte-americano Christopher Cross a Floripa, no final de maio.
O show deu um prejuízo avaliado em R$ 70 mil.
Gay Talese, ícone máximo do new journalism dos EUA, em entrevista ao portal G1 sobre decisão do STF de dispensar o diploma de jornalismo, disse que achou acertada a decisão do Supremo Tribunal Federal brasileiro, porque, para ele, “o que faz alguém um jornalista e um profissional necessário, mais do que um diploma, é ter posse de informações que vão influenciar as escolhas dos cidadãos de um país”.
Em carta publicada ontem no Diário Catarinense, o contador Geames Hamilton da Lapa, com ares de dono da verdade, considerou a decisão do STF estapafúrdia e justifica: “O fim do diploma vai repercutir, e muito, negativamente”.
O maior jornalista dos EUA e oito ministros do Supremo acham o diploma desnecessário para quem escreve. O contador catarinense, que de jornalismo deve entender tanto quanto Gay Talese de contabilidade, acha que os ministros brasileiros e o jornalista norte-americano estão errados. É mole?
- A REAL – O Avaí perdeu por 3 a 0, domingo, na Ressacada, para o Palmeiras, mas o jogo também poderia ser 3 a 0 para o Avaí, tivesse o nosso time pelo menos um atacante. Melhor em campo foi o goleiro Marcos. E o melhor do Avaí, Muriqui, que tá jogando muito. Mais do que todo o time.
- BRAVURA – A querida Ivone Wosgraus, mãe da colunista Juliana Wosgraus, faz aniversário nesta terça-feira, cercada pelo carinho dos amigos que acompanham sua luta contra o câncer desde 2001. Comemoração será à tarde, num café colonial.
- CHATICE – De Chico Buarque de Holanda, na Festa Literária Internacional de Paraty, quinta-feira passada: “Escrevo para ler. Mas escrever é uma chatice”.