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31 de maio de 2009 | N° 8452AlertaVoltar para a edição de hoje

“Lição que não queria aprender”

Diário Catarinense – O senhor convidou a gente para o café da manhã. O senhor um dia pensou que seria anfitrião na terra do governador Luiz Henrique?

Dário Berger
– Não. Houve uma expectativa de que, com o resultado da votação, nós, no dia seguinte, pudéssemos dar uma entrevista. Não era uma entrevista minha, era junto com o governador. Coincidiu de a gente estar no hotel e convidar os colegas para prestigiar este evento. Mera coincidência.

DC – Esse processo do governador lhe traz alguma lição, já que o senhor também vai enfrentar uma disputa judicial com o ex-governador Esperidião Amin (PP)?

Dário
– É uma lição que eu não gostaria de aprender, mas é um calvário que vou ter que cumprir também, assim como o governador cumpriu e hoje está aliviado porque conquistou uma belíssima vitória. Eu também passo por isso, mas tenho absoluta certeza de que, no final, nós sairemos vitoriosos.

DC – O que o senhor acha do termo “prefeito itinerante”?

Dário
– Olha. Eu acho que a legislação deve estabelecer isso com clareza. Não me considero prefeito itinerante. Fiz uma consulta ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC) se eu podia ser candidato a prefeito em Florianópolis. O Tribunal me respondeu, eu cumpri todos os requisitos e acabei sendo eleito. Quatro anos depois fui reeleito, numa demonstração de que eu não sou nenhum aventureiro e nem um itinerante.

DC – O senhor tem viajado bastante. Está estadualizando o nome?

Dário
– A minha vinda aqui é única e exclusivamente para trazer o meu apoio, a minha solidariedade, ao governador Luiz Henrique. Eu já passei por isso em outras oportunidades com o mesmo partido político, a mesma coligação, o mesmo candidato.

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