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9 de abril de 2009 | N° 8401AlertaVoltar para a edição de hoje

  • Cartas

  • Seca no Oeste, uma rotina

    Já virou rotina a falta de água no Meio-Oeste e o Oeste de Santa de Santa Catarina. Diante dessa situação preocupante, gostaria que a população dessas localidades me tirasse uma dúvida: a falta de água nessas regiões sempre ocorreu? Ou isso vem ocorrendo apenas de alguns anos para cá? Houve desmantamento desordenado nessas regiões nos últimos 50 anos?

    Concordo plenamente com a fiscalização sobre o racionamento de água, porém não dá para aceitar a falta de fiscalização rigorosa por parte das prefeituras sobre aqueles que desmatam as nascentes e margens dos rios e cachoeiras responsáveis pela conservação da bebida mais saudável e indispensável do planeta, a água.


    Dorcelino Rosemiro dos Santos - São José

  • Pedágio

    A respeito do pedágio na BR-101 norte. Será que o governo federal acha que todos os cidadãos são desinformados? Pedagiar uma rodovia já duplicada e em boas condições, com estrutura sem igual de atendimento desde Curitiba até Palhoça, com Siate, bombeiros militares e voluntários, helicóptero da Polícia Militar, cinco postos da Polícia Rodoviária Federal e Samu? Por que este governo que acusou o anterior de vender o Brasil por meio de privatizações e agora faz o mesmo não se preocupou em vender a BR-101 de Palhoça a Porto Alegre, onde há muito tempo se reclama segurança e paz na estrada? Deve duplicar com o dinheiro do povo para depois entregar de mão beijada para a iniciativa privada.


    Alessandro José Machado Policial Militar - Joinville

  • Magistrados

    A Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC) vem a público esclarecer, em contraponto às declarações feitas pelo senhor Ricardo Martins, em carta publicada na edição de ontem do DC, que o problema da morosidade no Judiciário é resultado de vários fatores, entre eles, o grande volume de processos em tramitação, a falta de estrutura humana e material adequados para atender toda a demanda que aporta no Poder Judiciário, e o intrincado sistema de leis vigentes em nosso país, o qual permite um número infindável de recursos judiciais. Portanto, se a demora na resolução de conflitos gera em toda a sociedade a sensação de impunidade, tal problema não pode ser totalmente atribuído à Justiça pelas razões já acima elencadas. Frise-se, ademais, que a magistratura e o Poder Judiciário brasileiros têm, sim, compromisso com a ética, cidadania, transparência, dignidade da pessoa humana, com os mais caros valores republicanos e, finalmente, com a manutenção e o fortalecimento do Estado Democrático de Direito.


    Juiz Paulo Ricardo Bruschi Presidente da Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC) - Florianópolis

  • Segurança

    Demorou até demais para acontecer o pior. O ocorrido terça feira 7 de abril no Bairro Trindade – uma mulher foi baleada ao ter seu carro roubado em uma rua considerada a mais segura do bairro – foi o limite. Há cerca de dois anos tínhamos segurança, policiamento diário nas ruas. À noite era possível encontrar a cada 200 metros uma dupla ou trio de policiais pela Rua Lauro Linhares. Hoje, onde estão? Dentro do batalhão? Cabe a nós mesmos fazer nossa segurança, andar armados e matar bandidos. Aí seremos punidos, mas ao bandido que atirar em nós nada acontecerá se for pego.


    Tomas T. Urbando - Florianópolis

  • Trânsito

    Após ler nesta coluna uma manifestação de um leitor segundo a qual muitos motoristas da nossa cidade não sabem dirigir, permanecendo em baixa velocidade na pista da esquerda em vias duplicadas e não dando passagem ao fluxo de veículos, passei a analisar tal situação enquanto dirijo. Cheguei à seguinte conclusão: em que pese alguns veículos que trafegam pela esquerda em baixa velocidade, a maioria das vezes em que um veículo “atrapalha” o trânsito, refere-se à passagem que muitos motoristas em alta velocidade querem forçar, não respeitando os limites impostos pela sinalização. A única via em que se permite velocidade máxima de 100 km/h dentro de Florianópolis é a Via Expressa (BR-282), mas sabemos que isso é impraticável na hora do rush. Fora isso, tente andar a 100 por hora, ou seja, acima da velocidade máxima que é permitida (80 km/h) na Avenida Beira-Mar Norte ou na SC-401. Facilmente saberemos que há muitos carros voando alto e cujos motoristas dão intermitentes sinais de luz colados nos carros da frente, numa reação tipo “saiam da frente!, pois vou passar por cima!”.


    José Ricardo Tavares Professor na Unisul - São José

  • BBB

    Mais que parabenizar Ana Carolina por tão bem ter competido no último Big Brother Brasil, faz-se mister reconhecer sua presença correta, evitando desvios de conduta e dignificando o Estado que representou. Essa catarinense, agora, sempre será lembrada com admiração e respeito.


    Ernani Vilela Arquiteto - Florianópolis

  • BBB

    Cinquenta e oito milhões e setecentos mil brasileiros ligaram para um dos últimos paredões do BBB. Será que nossos problemas são a corrupção, a impunidade, a inseguranca, a saúde, educação, o Senado...?


    Suenon Mafra Pinto - Por e-mail

  • Meio ambiente

    No programa Fantástico de 29 de março, a matéria sobre a questão ambiental mostrou que, em consequência das mudanças climáticas, a cultura do café, responsável por 5% do PIB do Brasil, diminuiu 50% nos últimos 20 anos, e várias outras culturas estão diminuindo de forma acelerada. E o que faz o governo de SC a respeito? Altera a lei ambiental reduzindo os limites das matas ciliares drasticamente, ou seja, libera o corte da vegetação ao longo dos rios, quando, como medidas mitigadoras, entre outras, técnicos e cientistas preconizam, para deter o agravamento do problema, justamente a arborização e a proteção dos cursos de água. Por isso, senhor governador e deputados que aprovaram tal absurdo, a partir de agora, vossas excelências passam a ser os responsáveis pela degradação ambiental de nosso Estado.


    Renato Tadeu Scoz Aposentado - Florianópolis

  • Greve

    Como poderia ser assinante de um jornal desses? Manipuladores! Como pode acontecer uma greve na Capital dos funcionários da Prefeitura e a única notícia foi a publicação de uma carta do senhor José Roberto Scarpetta Alves criticando um dos itens da pauta de negociação? Caro senhor Scarpetta, os R$ 11 que recebemos hoje é para a alimentação de um dia inteiro. Caso não ache justa essa reivididação, que tal as péssimas condições de trabalho, a precarização e a violência que sofremos? Pense!


    Helena Telles - Por e-mail

  • Greve

    Parabéns à Polícia Militar que acabou com o desrespeito de sindicalistas retrógrados. Além de instigarem uma greve extemporânea, já que a data-base ainda está longe, que prejudica especialmente a população de baixa renda da Capital, ainda acham que podem afrontar as autoridades, transeuntes e tumultuar o trânsito no Centro de Florianópolis. A Prefeitura deve descontar dias não trabalhados!


    Roberto Schweitzer Empresário - Florianópolis

  • Senado

    O diretor da Secretaria de Telecomunicações do Senado, Carlos Roberto Muniz, foi exonerado pelo primeiro-secretário, senador Heráclito Fortes, depois de ter apresentado um dossiê sobre as despesas dos senadores com telefonia (DC de 4 de abril). Piada de mau gosto. Uma pessoa resolve preservar o dinheiro do cidadão para que não seja gasto como se desse em árvores e é demitida. Quando este país vai ser moralizado?


    Simone Zanella - Florianópolis

  • Sobre o DC

    Sobre o texto do Informe Político de quarta-feira 8 de abril, intitulado Definição de regra, a respeito da escolha para vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE):

    Decisão casuística e antiética para com os candidatos que cumpriram as regras no prazo legal. Se fosse um vestibular e/ou um concurso sério, os demais candidatos estariam eliminados e só ficariam na disputa os três candidatos. Fica a dúvida se o “mapeado” realmente entregou a documentação completa no prazo legal, pois não existe como comprovar, já que a máquina de filigrana (protocolo) só atesta a entrega da Ficha/Requerimento de Inscrição. Relacionei todos os documentos anexados em homenagem ao princípio da publicização e da transparência e lisura no processo.

    Meu repúdio e protesto veementes a tal decisão casuística e antiética da Comissão Especial e seus pares, pois macula a imagem da Alesc.


    Luis Fernando F. Costa Professor universitário e candidato à vaga de conselheiro do TCE - Por e-mail

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