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29 de dezembro de 2008 | N° 8300AlertaVoltar para a edição de hoje

  • Caso sem desfecho

    O desgaste para policiais e Centro Administrativo não acaba com a suspensão do movimento pelo cumprimento da Lei 254 em frente aos quartéis. Tudo, ainda, está por se resolver quando o assunto é cumprimento da norma.

    O governo do Estado percebeu que a Aprasc tem força de mobilização e conseguiu com um grupo pequeno, reforçado por mulheres e parentes de policiais, atrapalhar as operações de policiamento ostensivo e de combate a incêndios, entre outras. A entidade que se manifestava em nome 24,2 mil servidores, de militares a civis, cedeu por temer a força do Estado, que acenou com punições a quem aderiu à causa. Falava-se em prisões. Além disso, um contingente da Força Nacional estava de prontidão para assumir funções de patrulhamento nas principais cidades.

    Por pior que seja o efeito do motim diante da sociedade, esta sim, refém quando o assunto é segurança pública, governo e Aprasc têm mais uma oportunidade de buscar um meio termo. Aguardar até o dia 7 de janeiro para que se cumpra o script de que a arrecadação do Estado não cresceu, em função da tragédia provocada pela chuva, vai de encontro à lógica.

    O momento é propício para outro tipo de negociação. Afinal, os dois lados envolvidos na questão fazem parte da mesma estrutura estatal e têm o compromisso constitucional de atender à comunidade a quem servem por mandato eletivo ou por concurso público. E, mais do que nunca, após os acontecimentos recentes, policiais militares e Centro Administrativo sabem o quanto são fortes e quais suas maiores vulnerabilidades. Uma simples questão de ponto de vista.

  • Tecnologia

    Um programa de rastreamento vai ajudar o contribuinte a acompanhar, via internet, todas as etapas dos processos que derem entrada na prefeitura de Florianópolis. A idéia do prefeito Dário Berger (PMDB) é eliminar atrasos em questões de registros de imóveis e estabelecimentos comerciais, por exemplo.

    Na outra ponta, as secretarias terão os prazos mais rígidos para emitir seus pareceres. Seria uma tremenda evolução.

  • DIÁLOGO DA POSSE

    A inauguração da nova montanha-russa do Parque de Beto Carrero World, a única invertida da América Latina, foi o cenário para o governador Luiz Henrique dizer ao deputado federal Carlito Merss (PT) que não irá à posse na prefeitura de Joinville. O governador tem compromisso no mesmo horário, a posse do peemedebista Dário Berger na prefeitura de Florianópolis. Carlito parece que entendeu.

  • Djalma (1)

    O prefeito diplomado de São José, Djalma Berger (PSB), estará hoje em Brasília. Oficializa, na Câmara, a renúncia ao mandato parlamentar para assumir, na quinta-feira, a prefeitura de São José.

    – Vou tocar tudo segunda (hoje). Passar a chave do gabinete e acertar as questões da equipe – afirmou Djalma.

    O suplente Paulo Bauer (PSDB) assume definitivamente o mandato, mas não deve ficar muito tempo na Capital Federal. Volta para assumir a Secretaria Estadual da Educação no início de 2009.

  • Djalma (2)

    Djalma Berger e a futura secretária de Ação Social, a jornalista Lurian Cordeiro Lula da Silva Sato, vão se encontrar com o presidente da República em janeiro, em Brasília. A data não foi definida.

    Djalma explica que a própria Lurian comunicou, em novembro, ao pai presidente, que aceitaria o cargo na prefeitura de São José, e Lula referendou. Vale lembrar que outro encontro deve ocorrer quando o presidente vier à Grande Florianópolis na primeira quinzena de janeiro.

  • Não fosse o diminuto movimento de turistas e moradores do Distrito Federal, a Esplanada dos Ministérios, onde está inserido o Congresso Nacional, estaria às moscas na tarde de domingo. Como os recessos no Legislativo e no Judiciário vão até 1º de fevereiro, movimento mesmo só no Executivo, mas nem tanto.

    O presidente Lula vai tirar uns dias de folga no Réveillon. Vai para bem longe do Palácio do Planalto, rumo ao arquipélago de Fernando de Noronha, na Costa de Pernambuco.

  • Boeira

    Jorge Boeira (PT) só vai assumir na Câmara no ano que vem. Provavelmente em uma solenidade, dia 6 de janeiro, que está sendo preparada pelo presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), quando 18 suplentes farão o juramento em plenário.

    Boeira substituirá Carlito Merss, petista que toma posse na prefeitura de Joinville e que oficializa a renúncia apenas dia 31 de dezembro. Representante do Sul do Estado, Boeira não está preocupado com a pressa.

    – Imagina o que eu faria lá (em Brasília) sem a Câmara funcionar – declarou na tarde de ontem por telefone.

  • Assembléia

    A análise das três medidas provisórias enviadas pelo governo na autoconvocação da Assembléia, que inicia hoje, não está entre os maiores problemas na opinião dos líderes.

    O calo seria o projeto que redefine a obrigatoriedade de licença ambiental para as Pequenas Centrais Hidrelétricas, dependendo o porte da PCH. O PT propôs emendas para diminuir o impacto ambiental e, entre alguns governistas, há claro desconforto em aprovar a matéria como está.

  • DIRETAS

    - GESTÃO – Cada secretário municipal que assumir as funções na prefeitura da Capital terá que assumir um compromisso com as principais metas da administração, que será firmada no ato da posse. O tal choque de gestão, tem mais: os secretários vão ser analisados no cumprimento de seus objetivos a cada três meses.

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