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Correção: Da 00h48min até as 17h40min, este site informou equivocadamente que o projeto aprovado na Câmara Municipal de Florianópolis permitia a privatização da Zona Azul na cidade. Na verdade, o texto determina que o serviço fique subordinado ao Ipuf, que pode fazer um convênio com uma entidade sem fins lucrativos, seja ela pública ou privada. O texto já foi corrigido.
A Câmara de Vereadores de Florianópolis aprovou, na noite desta terça-feira, o projeto que prevê mudanças na Zona Azul na cidade. Entre as emendas aprovadas, está a que determina que o serviço seja subordinado ao Ipuf, que pode fazer convênio com uma entidade sem fins lucrativos, seja ela pública ou privada.
A emenda era a principal reivindicação dos funcionários da Zona Azul, que começaram a greve em 22 de outubro. Dois itens foram rejeitados pelos vereadores: a que garantia o emprego dos servidores e a que proibia o aumento da tarifa.
O projeto deve chegar às mãos do prefeito na manhã desta quarta-feira. Caso Dário Berger vete uma das quatro emendas, o projeto volta para a Câmara para ser votado de forma secreta.
Um clima de tensão e expectativa instalou-se no Plenário da Câmara, no Centro em Florianópolis, durante o processo de votação. Cerca de cem funcionários da Zona Azul acompanharam os debates e discursos dos vereadores no auditório,
enquanto outros 50 permaneceram do lado de
fora do prédio.
De mãos dadas, os funcionários da autarquia, muitos deles acompanhados de seus familiares e filhos, rezavam. Alguns deles não conseguiram segurar a emoção e choraram ao término da oração.
O temor de todos era de que a não aprovação das emendas determinasse a demissão imediata dos empregados da Zona Azul. Os funcionários suspenderam as atividades pela primeira vez no dia 16 de outubro para protestar contra a aprovação do projeto de lei que prevê a concessão dos serviços à iniciativa privada.
O projeto foi enviado à Câmara de Vereadores da Capital no dia 16 de setembro e, desde então, os cerca de 200 funcionários da autarquia esperam pela definição do caso. No final do mês passado, o setor realizou protestos e paralisações com o intuito de sensibilizar as autoridades.
Com isso, a cobrança pelo estacionamento de veículos na Zona Azul acabou suspensa. O prefeito em exercício, João Batista Nunes, autorizou a
contratação de 50 monitores para dar continuidade ao
trabalho e forçar a volta dos trabalhadores que estavam em greve.
Na manhã desta terça, o Sindicato dos Trabalhadores no Transporte Urbano (Sintraturb) promoveu uma paralisação dos ônibus por cerca de duas horas para protestar sobre o projeto que seria votado à noite na Câmara.
Essa matéria está muito mal escrita. Deveriam esclarecer melhor o que foi votado na noite de ontem. Está se causando uma confusão desnecessária.
Que vergonha!!!O q era pra ser uma forma de organizar o transito no centro da cidade virou uma forma de arrecadar dinheiro!!E esse dinheiro todo vai servir pra que?Vai parar nas mão de quem? O IPVA,O SEGURO OBRIGATORIO irão diminuir?Nossa cidade esta abandonada,feia,suja,desorganizada.Mas o q esperar de um Estado q fica em um Pais aonde o presidente da republica diz de boca cheia que somos auto sustentavel no petróleo e temos o dobro do preço de paises que nem petróleo produzem!!É um absurdo!!!!
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