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O que é e pode virar assunto no Planalto Serrano
Mais uma pessoa morreu após a batida entre dois caminhões e um ônibus na BR-116 em Monte Castelo, planalto norte catarinense. Até a manhã desta sexta-feira já foram confirmadas seis mortes. Cinco pessoas morreram no local e uma pessoa no hospital de Curitibanos.
Três vítimas estão confirmadas: Nelio Sonoski, 28 anos, (motorista de um dos caminhões), Eloi Trancoso, 61, (motorista do outro caminhão) e Vânia Maria Griss, 39 anos. Outras três pessoas morreram no local, mas os bombeiros não confirmaram os nomes. A informação é de que seriam os motoristas do ônibus e mais uma passageira.
Vânia Maria Griss era professora do Senac em Caçador. A informação foi confirmada por sobreviventes do acidente. Ela chegou a ser levada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Vânia estava sentada nos primeiros assentos. De acordo com os bombeiros de Papanduva, que atenderam à ocorrência, a professora foi arremessada para fora do ônibus com o impacto.
Seu corpo estava no IML de Mafra até o
final da tarde desta sexta-feira.
O acidente aconteceu na noite de quinta-feira. Informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) indicam que por volta das 23h duas carretas que trafegavam em sentidos opostos colidiram lateralmente, fazendo com que os motoristas perdessem o controle dos veículos. A carreta modelo Volvo, placas de Fraiburgo, que seguia no sentido Monte Castelo-Santa Cecília, atravessou a pista e bateu contra uma árvore de pinus.
A outra carreta modelo Scania 113, placas de Luzerna, também invadiu a pista contrária, batendo de frente com um ônibus da empresa Fraitur Campelle, placas de Videira, que transportava também estudantes de Curitiba para Caçador.
Veja imagens no site da RBS TV
Entenda como foi o acidente:
talvez se fizessem como na europa os camioneiros tem discos e nao podem conduzir mais de 4 horas sem terem outras tantas de descanço e nao tem como traficar e serem bem contrulados pela policia tem multas bem pesadase perdem mesmo a carteira de conduçao. questao alcoolmuito restrita é 0,5 e quem conduz carga explosiva e de tolerancia 0.
Talvez não seja fácil monitorar o uso de estimulantes por parte dos motoristas, porém há outras alternativas que podem ser implementadas de maneira mais eficaz visando reduzir este tipo de acidente. Ex.: Se os motoristas de cargas pesadas não pudessem trafegar durante a madrugada, não haveria a necessidade de se utilizar este tipo drogas ao mesmo tempo que a fiscalização detectaria mais facilmente os motoristas em descumprimento da lei.
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