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A polícia deve ouvir nesta sexta-feira alguns dos participantes da festa na qual uma adolescente de 15 anos foi estuprada em Joaçaba, no Meio-Oeste de Santa Catarina. Os três jovens suspeitos do crime poderão ser enquadrados por fornecimento de bebida alcoólica a menor, divulgação de imagem íntima de adolescente na internet e estupro.
Segundo o delegado regional de Joaçaba, Ademir Tadeu de Oliveira, a pena inicial por estupro é de seis anos, e pode chegar a 10 pela veiculação do conteúdo na internet e pelo fornecimento de bebida alcoólica à garota. O inquérito deve ser entregue à Justiça ainda nesta semana.
Diogo Chaves e Guilherme Augusto Trentin da Silva, ambos de 18 anos e estudantes de administração da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), foram encaminhados ao Presídio Regional de Joaçaba após terem a prisão preventiva decretada. O adolescente de 16 anos, que freqüenta o ensino médio e que também teria participado do abuso sexual e da filmagem
das cenas, foi levado ao
Centro de Internamento Provisório (CIP).
Em interrogatório, dois envolvidos assumiram o crime. Um dos jovens de 18 anos não confessou o estupro, mas a participação dele aparece nas imagens e foi confirmada pelos outros dois participantes. Conforme a polícia, a confissão do trio ocorreu antes da prisão, nas conversas e e-mails trocados pela internet. Após o crime, a garota foi levada pela família para Florianópolis.
— Temos todos os tipos de prova nesse procedimento, as imagens da violência sexual, as fotografias do estupro e também a confissão oficial na presença dos pais e de advogados — disse o delegado.
Contraponto
Para o advogado Éder Marcelo, que trabalha na defesa de dois jovens, as imagens tornam indiscutível a presença dos clientes na relação sexual.
— Se alguém fez algo errado, precisa pagar. Mas deve pagar pelo que efetivamente fez, e não por aquilo que as pessoas estão
comentando que os meus clientes poderiam ter feito. É aquele ditado
popular, nem tudo o que reluz é ouro — disse Marcelo.
A defesa do outro suspeito de 18 anos é feita pelo advogado Ricardo Nodari, que nega a participação do cliente na violência sexual.
— Ele apenas filmou a cena, não se envolveu com a garota. Gravar as imagens foi uma atitude impensada de um rapaz que recém fez 18 anos. Não foi algo planejado, foi impulsivo. Os garotos são imaturos, não tinham noção do crime que estavam cometendo — contou Nodari.
È isso aí, vamos soltar os estupradores.....nossos filhos precisam de bons exemplos.....pense que graça terá o mundo sem esses absurdos!!!! Precisamos de mais advogados para tirar da cadeia exemplos de vida para nossos filhos!!! Até onde vai tudo isso???? Por que não a pena de morte???? Assim iriamos eliminando um a um e as pessoas pensariam 2 x ou até 3 antes de cometer esses crimes!!!!!!!!
Será doutor se fosse um filho de um pobre a justiça já teria julgado e condenado não teria tempo nem de um defensor defender mas com é filho de rico 'PLAYBOY,,A JUstiça fica enrolando,que justiça é essa.

Os universitários de 18 anos foram encaminhados ao Presídio Regional de Joaçaba e o estudante de 16 anos está no Centro de Internamento Provisório
Foto:Reprodução
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