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Os jogadores do Figueirense irão reencontrar o árbitro Ricardo Marques Ribeiro na partida contra o Botafogo, nesta quinta-feira, às 20h30min, no estádio Orlando Scarpelli, pela 18º rodada da Série A do Brasileirão. Tanto o elenco quanto a torcida alvinegra não guardam boas lembranças do primeiro jogo apitado pelo juiz mineiro nesta competição. Um lance polêmico no duelo contra o Fluminense, no Maracanã, pela 13ª rodada, resultou na primeira derrota do Figueira sob o comando de PC Gusmão.
O único gol da partida, que só saiu aos 40 do segundo tempo, foi considerado irregular. O atacante Washington teria dado um tapa na bola, desviando o percurso das mãos de Wilson e deixando cair diretamente nos pés de Thiago Neves, que só precisou chutar para marcar. O técnico alvinegro também foi expulso no confronto, mas recebeu absolvição do STJD na última sexta-feira.
Reclamações após apito final
Assim que o apito final soou no Maracanã, os atletas do Figueirense partiram para cima da arbitragem para protestar contra a atuação de Rodrigo Marques Ribeiro. Em entrevista à rádio CBN/Diário após a partida, o meia Marquinho protestou:
— O Fluminense não precisa dessa arbitragem ridícula — disse o atleta na ocasião.
Já o goleiro Wilson, destaque na partida por ter realizado excelentes defesas, afirmou que até mesmo os jogadores do Fluminense perceberam a irregularidade do lance.
— Eu estava na bola para fazer a defesa, o Washington me deslocou, mas já passou. Cabia a falta, mas o árbitro não deu. Conversei com jogadores adversários envolvidos no lance, eles viram falta clara, mas não cabe a mim julgar, existem pessoas determinadas para isso — explicou o jogador, que recebeu cartão amarelo por reclamar do gol
irregular com o árbitro.
PC coloca panos quentes
O
técnico PC Gusmão preferiu não criar polêmica a respeito dos critérios da arbitragem.
— Não adianta reclamar da arbitragem, quem estava aqui viu o que ocorreu, tenho que cobrar da minha equipe. Eu acredito que a CBF esteja procurando a renovação na arbitragem, para fazer o seu melhor, mas claro que ainda existem acertos e para isso existem as pessoas credenciadas — disse PC, apaziguando os ânimos.
Sobre a sua expulsão, logo depois do gol, PC disse que não invadiu a campo para reclamar de Ricardo Ribeiro, mas para tirar os jogadores alvinegros da confusão.
— Eu não fico reclamando de arbitragem. Minha única postura foi tirar meus jogadores da confusão. E foi a única situação. Não reclamei do árbitro.
Novamente os caras da comissão de arbitragem, colocam o mesmo árbitro para apitar jogo do Figueira contra os cariocas, isso é uma prenomição evidente de má fé, olho neles diretoria do furacão do continente.
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