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A greve dos funcionários do transporte coletivo de Florianópolis prejudica os piquetes organizados pelo Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios, Telégrafos e Similares (Sintec/SC), segundo Olívio Benke, presidente do sindicato.
— Estamos com dificuldades para fazer atos porque não conseguimos juntar o pessoal por conta da greve de ônibus — relata Benke, que se diz solidário aos motoristas e cobradores da Grande Florianópolis.
De acordo com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), a adesão à greve segue baixa. Na manhã desta quinta-feira, cerca de 13% dos funcionários estão parados, a maioria carteiros.
Para evitar atrasos, os Correios adotaram um plano de contingência, que prevê prioridade nas entregas de cartas, telegramas, malotes, sedex e faturas.
Segundo o assessor de comunicação da ECT em Santa Catarina, Luiz Osnildo Martinelli Filho, funcionários do setor administrativo foram deslocados para a
área operacional.
Quanto à contratação de
mão-de-obra terceirizada, prevista no caso de adesão à greve de 80% dos funcionários, Martinelli garantiu que não é necessário.
De acordo com a ECT, não há previsão de acordo entre a empresa e o sindicato.
Reivindicações
Os funcionários dos Correios reivindicam o cumprimento de um termo de compromisso assinado em novembro de 2007 pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, e pelo presidente dos Correios, Carlos Henrique Custódio.
A categoria pede aumento no percentual da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), implementação de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários e um adicional de periculosidade equivalente a 30% do salário por mês.
Até o início da noite desta quarta-feira, conforme a assessoria de imprensa do ECT do Estado, não havia previsão de um acordo entre a direção nacional e o comando de greve em Brasília.
Todo Trabalho e Justo.Todo trabaho e Digno,basta saber respeitar os limites.
Meu amigo, andar de moto no transito todo dia é bem perigoso sim, vai ver o Nº de acidentes de motos por dia nessa cidade. Vai ver a quantidade de carteiro que já morreu em acidente. Outra coisa. Pergunta para o senhor de idade que a 3 semanas foi atacado por um Pit Bull e teve a perna desfigurada se trabalho de carteiro não leva perigo. Pergunat para os carteiros que fazem entragas nos morros e em areas de alta violencia pra ver se a profissão não é perigosa.
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