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Lançamentos, reedições e livros de antigamente que continuam com o mesmo brilho
Foto: Adriana Franciosi, Agência RBS |
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Nesta época de Natal a gente sempre pensa nas crianças carentes. É triste, não falo nem somente pelos brinquedos, mas muitas não tem nem o que comer. Claro que todo o ano é assim, e deveríamos pensar sempre. Mas em época de festa, as pessoas ficam mais sensíveis a isto. E como pode um pequeno não ganhar nada no Natal? Nenhum brinquedo?
Pensando nisto está no ar, na RBS TV, a campanha Pedágio do Brinquedo 2008, que tem como objetivo arrecadar brinquedos que serão doados para entidades assistenciais no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, presenteando crianças carentes no Natal.
RS
Neste ano, o evento irá ocorrer no dia 7 de dezembro, das 10h às 16h, no Parcão, em Porto Alegre, na Praça Dante, em Caxias do Sul, e no Bourbon Hipermercado, em Passo Fundo. Nos locais do pedágio as crianças terão várias atrações como pinturas no rosto, desenhos para colorir, brinquedos de balões, recreacionistas, brinquedos infláveis e fotos com o Papai Noel.
Desde o início de novembro, o público pode doar brinquedos nos postos localizados nas lojas Zaffari e Bourbon. Após a arrecadação, os brinquedos serão distribuídos às instituições por meio de parcerias das emissoras da RBS TV. Os apresentadores que participam da campanha neste ano são: Tânia Carvalho, Ico Tomaz, Maysa Bonissoni, Fernanda Zaffari e L. Potter.
SC
De 28 de novembro a 9 de dezembro, 50 modelos do Projeto Model da RBS TV estarão percorrendo os bairros de Blumenau e Itajaí, batendo de porta em porta a fim de arrecadar os brinquedos. A meta com esta ação é arrecadar mais de 20 mil brinquedos que serão distribuídos para crianças carentes e entidades beneficentes.
Cronograma da ação:
Sexta (28/11) e Sábado (29/11): Fortaleza, Tribe ss e Itoupava Norte
Segunda (1º/12): Vila Nova e Itoupava Seca
Terça (2/12) e Quarta (3/12): Garcia, Valparaíso, Progresso e Glória
Quinta (4/12): Água Verde e Escola Agrícola
Sexta (5/12): Velha e Velha Central
Sábado (6/12): Itajaí
Segunda (8/12): Velha Central e Itajaí
Terça (9/12): Ponta Aguda e Itajaí
Foto: Banco de Dados ZH |
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Essa é para chocar mesmo. Quem fez a afirmação acima foi o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), por ocasião do Dia Universal da Criança. Segundo o Unicef, as crianças são alvo de violência, exploração, abusos, falta de saúde, doenças como a Aids, deslocamentos por conflitos armados, ausência de educação e muitas outras formas de violação de seus direitos, apesar de a Convenção dos direitos da criança existir desde 1989. A lista de problemas é tão longa que bastam alguns exemplos extraídos de dados do Unicef e de outras organizações internacionais, como os números a seguir.
(Meu parêntese. Apesar das celebrações do Dia Universal da Criança e do Dia da Consciência Negra, não há o que comemorar. Crianças africanas, como as da foto, são algumas de muitas que sofrem em razão dos tristes dados divulgados pelo Unicef.)
Os tristes números
• Cerca de 51 milhões de nascimentos ficam sem registro a cada ano nos países em desenvolvimento.
• Além disso, cerca de 218 milhões de crianças de 5 a 14 anos estão envolvidos em trabalho infantil.
• Calcula-se que 1,2 milhão de crianças são vítimas do tráfico de menores a cada ano.
• Mais de 300 mil crianças-soldado, algumas de apenas oito anos, são exploradas em conflitos armados em mais de 30 países.
• Além disso, calcula-se que mais de dois milhões de crianças morreram desde 1990 como resultado direto de conflitos armados.
• Mais de um milhão de crianças no mundo todo são detidos por forças de segurança.
• Aproximadamente 143 milhões de crianças são órfãs de um ou dos dois progenitores.
• Existe a suspeita de que cerca de dois milhões de crianças são exploradas através da prostituição e da pornografia.
• Quarenta milhões de crianças com menos de 15 anos sofrem abusos ou negligências em seus cuidados que requerem atenção sanitária e social.
Para agravar a situação, a Organização Mundial contra a Tortura (OMCT) afirmou hoje que o princípio da proibição total desta prática foi prejudicado nos últimos anos por relativismos de tipo político, econômico e social, o que não deixou à margem as crianças.
– As crianças não se livraram das graves violações dos direitos humanos provocadas pela chamada guerra contra o terrorismo – disse a organização.
Na área econômica, a busca por lucros deixou as crianças expostas a graves riscos como a prostituição e a pornografia. Em relação ao "relativismo cultural", as crianças, e especialmente as meninas, são vítimas de costumes como a mutilação genital ou os crimes de honra, informou a OMCT.
Agência EFE
Eu estava na primeira série quando a professora me contou essa história. Ela tinha o melhor dos objetivos, que era ensinar a nós, criancinhas, que não importava a cor de pele dos amiguinhos.
Era uma vez um menino negro, muito inteligente. Na escola ele tivara notas altas e pelo menos uma vez por semana era o ajudante da professora. Nas aulas de educação física, sempre se destacava. Mas no recreio, era sempre sacaneado. Um dia, em casa, ele viu a propaganda daquele sabão em pó, que lava mais branco, sabe qual é? E não teve dúvidas: entrou no banho com o pacote que sua mãe tinha em casa. Quando ela viu, tomou um susto, mas ele explicou tudo. Disse, chorando, que não adiantava tirar nota mais alta ou correr mais rápido, os amigos não queriam saber dele, só avacalhavam. Aí a mãe tirou ele do banho, secou e com muito carinho disse:
- Não fica assim. Um dia você vai ver que eles são brancos com coração negro e você é negro com coração branco.
Pelo que eu me lembre, havia três crianças negras na escola inteira. Uma garota e dois garotos - estes dois, irmãos. Um deles estudava na minha sala, era meu vizinho e o pai dele trabalhava com o meu. Eu nunca tinha pensado sobre as diferenças de pele e não consegui olhar para ele, sentindo vergonha. Ainda hoje eu sinto vergonha, mas pela professora, que conseguiu contar essa pérola racista na frente de todos os alunos do turno matutino.
Crianças são cruéis e essa crueldade aflora na hora do recreio. É quando aquele amigo que não empresta o brinquedo, não divide o lanche ou não deixa entrar na brincadeira desperta a raiva. Com sensibilidade aguçada, as crianças sabem o que magoa os outros e nesse momento de raiva usam isso para atingir: gordo, magrela, quatro olhos, dentuça, manco, baixinha, negro. Qualquer detalhe físico peculiar vira munição.
Os professores não estão atentos o tempo todo - nem é humanamente possível. E, quando estão, nem sempre sabem como tratar o assunto, vide o belo exemplo que eu tive. Mas nós, sabemos? A quanto anda nossos preconceitos? Quantas crianças negras estudam na escola dos nossos filhos e quantas são amigas dos nossos pequenos? O que estamos passando para eles nas histórias que contamos, nos comentários que fazemos, nos programas que assistimos?
Racismo é crime. Mas antes de ser crime, é cultura. É o que cada um passa adiante. Temos, sim, que prestar atenção diariamente, refletir nossos atos, nossa postura, nossos exemplos verbais e não-verbais. E hoje, Dia da Consciência Negra, é a ocasião perfeita para começar a pensar no assunto.
Ontem antes de me dar oi e um beijo (normal), o João Pedro, ao sair da escola, me disse:
- MÃÃÃÃEEEE, o meu dente caiu! Estava numa felicidade daquelas, porque foi o primeiro dente e tal acontecimento o colocava na turma dos desdentados (todos da sua aula, na verdade). Só faltava ele.
Daí eu perguntei como foi e onde estava o dentinho. Ele disse que estava brincando com os amigos e colocou um boné na boca (coisa de criança), e em seguinda sentiu algo estranho. Ele chegou a pensar que poderia ser o dente, e por isso não engoliu (me relatou bem assim). Guardou na mochila para me mostrar. Diferente do umbigo, o dente eu guardei!
Eu sempre fui bem chata com a higiene dos dentes dele, desde bebê eu limpava as suas gengivas. E ele se acostumou com isto, foi obrigado! Então ele sempre escova os dentes após as refeições e agora está entendendo a importância disso, já que estão nascendo novos dentinhos e vão ficar pelo resto da vida.
Além disso, cuidar dos dentes de leite é fundamental (mesmo que tenha gente que ache que não), porque eles têm papel importantíssimo na oclusão e posição dos permanentes que virão mais tarde. É que estes primeiros dentes funcionam como guias para a preservação do espaço que será ocupado pelo dente permanente.
Quanto a ir ao dentista, também temos que acostumá-los desde cedo, já que quanto antes melhor para a criança superar o seu medo. E o problema descoberto no início tem sua cura de maneira branda e indolor.
Achei um vídeo do ratinho do Castelo Rá-Tim-Bum no Youtube, mostrando a importância de escovar os dentes. Bem bonitinho. Mostrem para as crianças, tudo funciona na hora do incentivo:
O leite é um dos vilões da absorção de ferro na infância |
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No post sobre a radiografia da alimentação na idade pré-escolar do Brasil eu disse que a anemia valia um post separado. Pois bem.
A principal causa da anemia é a falta de ferro. O mineral é ingerido em dois tipos: heme, presente em alimentos de origem animal, e não-heme, presente em alimentos de origem animal e também vegetal. Dos dois tipos, os heme são absorvidos mais facilmente - por isso filhos de vegetarianos precisam de mais atenção quanto à alimentação.
No entanto, não basta ingerir fontes de ferro e pronto. Deve-se cuidar do que se come junto, pois há substâncias que ajudam na absorção - como vitaminas A e C - e as que atrapalham - como o cálcio.
Nesse sentido, fui alertada bem cedo pelo pediatra das crianças: nada de leite e derivados para os pequenos logo após as refeições salgadas. O cálcio é realmente o grande vilão na absorção de ferro. Por isso mesmo que crianças em fase de desmame têm mais risco de desenvolver anemia: muitas mães dão a papinha e depois reforçam a refeição com leite. O ideal é dar pelo menos duas horas de intervalo entre um e outro. Para tapear o faminto, papinhas de frutas são boas opções.
Sobre o que ajuda, nem precisa falar muito: suco de laranja e vegetais amarelos.
Para ajudar a pensar a refeição, segue uma lista com as fontes ricas em ferro, em cálcio e em vitaminas C e A, já editadas - tirei da lista de ferro as que estavam também na lista de cálcio.
Ferro:
- Carnes vermelhas, frango, peixe e miúdos. Atenção: fígado realmente é rico em ferro, mas é o órgão que metaboliza todos os hormônios que o animal produz/consome durante a vida. Pese os prós e os contras.
- Leguminosas como feijão, lentilha, ervilha e fava.
- Folhosos verde-escuro como agrião e salsa - espinafre não vale, ele é rico em cálcio e mais atrapalha que ajuda.
- Nozes.
- Melado, rapadura e açúcar mascavo.
Cálcio:
- Leite e derivados.
- Brócolis, espinafre, couve-flor e couve-manteiga.
- Castanha do Pará.
- Feijão branco.
Vitamina A e Pró-vitamina A:
- Miúdos.
- Vegetais folhosos verde-escuro.
- Vegetais amarelos.
- Frutas não cítricas amarelas.
- Laranja.
- Óleos.
Vitamina C:
- Frutas cítricas: acerola, laranja, kiwi, limão, tangerina, abacaxi.
- Goiaba, caju.
- Agrião, repolho, pimentões, salsae tomate.
Leia mais:
Página do Ministério da Saúde sobre o Programa Nacional de Suplementação de Ferro
Foto: Reprodução Músicas daqui ritmos do mundo |
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Dei para o meu filho João Pedro ouvir o CD Músicas daqui ritmos do mundo, que apresenta músicas conhecidas pelas crianças, como Atirei o pau no gato, Sapo Jururu, Cai cai balão, O sapo não lava o pé, entre outras, interpretadas em diferenetes ritmos. Tem sertanejo, funk, rock, blues, tango... O objetivo era realmente ver como ele iria reagir aos ritmos do CD, já que eram músicas conhecidas, mas cantadas de uma forma diferente... Ele simplesmente adorou, cantou o tempo todo e ficou tentando descobrir, enquanto ouvia, os diferentes instrumentos e estilos. Ele também ficou encantado com o livrinho que vem junto com o CD, contando uma história ligada aos sons, que narra a trajetória de três amigos (Felícia, Joel e Piuí) pelo mundo em busca de músicas com ritmos diferentes.
Eu gosto muito de presentear o João Pedro com livros e CDs, e Músicas daqui ritmos do mundo junta tudo isto em um só produto. A gente anda muito de carro, então eu sempre coloco um CD para ele ouvir. Tenho vários estilos, tanto para relaxar quanto para cantar. E este foi aprovado pelo guri de seis anos!
O CD tem entre os intérpretes: Luiz Melodia, Sandrá de Sá, Pena Branca e Xavantinho, Negritude Junior, Ira...
Vale dica para um presente de Natal!
Músicas do CD:
1. Atirei o pau no gato - Luiz Melodia
2. Cai cai balão - Banda Mantiqueira
3. O Sapo não lava o pé - Sandrá de Sá
4. Sapo Jururu - Pena Branca e Xavantinho
5. Capelinha de Melão - Carlos Lyra
6. O Cravo e a Rosa - Negritude Junior
7. Sabiá lá na gaiola - Oswaldinho do Acordeon
8. Fui no tororó - Ira
9. Ciranda cirandinha - Fernando de La Rua
10. Peixe vivo - Rosana Lamosa e Fernandio Portari
11. Escravos de jó - Roberto Leal
12. Pai Francisco - Skowa
13. Boi da cara preta - Tribo de Jah
14. Se essa rua rosse minha - Havana Brasil
15. Pirulito que bate bate - André Abujamra
16. Marcha soldado - Pocho e Grupo
Ok, disco music é o tipo de batida que dá para dançar feito minhoca, mas eis que o animador dinarmaquês Thomas Borch Nielsen levou isso ao pé da letra. O resultado entra em cartaz nas próximas férias e chama-se Barry e A Banda das Minhocas. Esse é o Barry:
A história lembra Os Embalos de Sábado à Noite. Claro, tem cena que homenageia o clássico de 1978 - e, não me engane, no trailer dá para ver Glória daçando à la Pulp Fiction. Como você já viu, Barry é uma minhoca e questiona ter que ser a base da cadeia alimentar e produzir adubo para o resto da vida. Sem grandes expectativas, descobre no mundo da música uma nova oportunidade. Na real, ele só queria ganhar uma garota, mas acaba indo além.
A trilha sonora é para levar pais (e avós) ao cinema: YMCA, do Village People, I Will Survive, da Gloria Gaynor, Play That Funky Music, de Wild Cherry, Love to Love You, Baby, da Donna Summer, Disco Inferno, do Tavares, Yes Sir, I Can Boogie, da Baccarat, e ainda deu espaço para a brasuca Feelings, do Morris Albert. Assista ao trailer e sinta o groove:

Fotos: Cláudia Ioschpe, emprestada do Blog N9vE
Minha admiração pelo L. Potter começou bem antes do Pretinho Básico virar todo sucesso que é hoje.
Mas preciso dizer que, pelo menos na quinta-feira pela manhã, todo brilho e talento do Potter ficou em segundo plano.
Siiiiiiiiiiim, é que durante o recreio desta quinta no Colégio Marista São Pedro, quem fez bonito foi a gurizada.
Por lá rolou música, cantada, piada...
No começo, os alunos se olhavam desconfiados...
Mas e no final????
O sinal tocou e demorou para os alunos voltarem às salas de aula.
Aperta no play e confere um pouquinho do que rolou por lá...
Vale lembrar que o que rolou foi uma ação da Rádio Atlântida em parceria com a PUCRS que procura divulgar vestibular, em algumas escolas, durante o recreio, com objetivo de divertir o pessoal e ainda ajudar os jovens a optarem pela faculdade que querem cursar!
Foto: Fabiane Echel |
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Fui dar uma volta na Feira do Livro de Porto Alegre com o meu filho, João Pedro, e a filha do patrono e da minha amiga Marta, Sofia, que é colega do João na escola. Foi bem divertido, e aproveitei para fazer um vídeo dos dois passeando pela área infantil (lógico), e dando dicas de livros. Com seis anos, eles já sabem muito bem o que querem ter em casa, ainda mais nesta fase de alfabetização.
Para fechar com chave de ouro o passeio, fomos à sessão de autógrafo do patrono Charles Kiefer, que estava de aniversário no dia (foi em 5 de novembro). Tudo acaba com uma homenagem para ele!
O vídeo:
Para provar que crianças também figuram em boas notícias na mídia: aluna da 6ª série leu 230 livros neste ano. Isso mesmo: Tainá Alves do Santos, 12 anos, leu 230 livros em 2008. E atenção: ela estuda em escola pública estadual no interior de São Paulo. Gosto de frisar esse ponto porque estudei em escola pública estadual no interior de Santa Catarina e sei que os professores não têm à sua disposição todos os recursos que gostariam para dar uma melhor educação para a criançada.
Mas pelo que eu li na matéria, a escola da Tainá está de parabéns. Lá foi criado um sistema de incentivo que merece ser conhecido e propagado: o projeto Centopéia. O funcionamento é simples: cada criança tem um círculo de papel com o seu nome, que é a cabeça da centopéia. A cada obra lida, ela ganha outro círculo, para colocar o nome do livro e do autor. Se quiser sofisticar um pouco o sistema, dá para escrever algumas linhas sobre o livro. E assim a centopéia vai crescendo. Imaginou o tamanho da centopéia da Tainá? Pois é, fiquei fã dela.
E fiquei fã da outra menininha da matéria, Alice Vitória, de Sergipe. Ela tem seis anos de idade e 67 livros lidos. Já disse aqui, logo no início do blog, que não sou adepta da alfabetização precoce. Mas acredito que algumas crianças despertam tal gosto por histórias que o caminho entre reconhecer as letras e devorar livros é muito, muito curto. No caso de Alice, que está no 2º ano (antiga 1ª série), ela não só lê como escreve histórias.
Vale a pena entrar na matéria do G1 e conhecer os 10 livros preferidos de cada uma das meninas superleitoras.
Leia mais:

Mães e pais escrevem sobre histórias e experiências com suas crias, dão dicas e trocam idéias sobre o dia-a-dia da convivência com pequenos.
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