Pegar um tubo desses não é pra qualquer umFoto: Surfline.com |
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Quem curte surfe não pode deixar de apreciar essa imagem. A formação perfeita de um tubo com o surfista explorando suas paredes. Existe comparação? Acho difícil...A imagem foi captada pela equipe do site surfline. Aliás, tem várias fotos legais por lá...o link é o seguinte:
Vale a pena conferir.
Barcos devidamente alinhados na Baía NorteFoto: Divulgação |
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Terminou no último sábado, em Florianópolis, o XXI Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina, a Mitsubishi Motors Sailing Week, com festa no P12 de Jurerê Internacional. O Touché Super, um dos principais barcos de competição do país, garantiu o bicampeonato com cinco primeiros lugares em sete regatas na classe ORC Internacional 500. O Touché Super venceu outra máquina de regata brasileira, o Loyal/Red Nose/Phillips, de Marcelo Massa, que chegou em Jurerê com a terceira colocação no Circuito Atlântico Sul. Na ORC Internacional 600, destaque para três embarcações do Iate Clube de Santa Catarina _ Veleiros da Ilha (ICSC), organizador deste que é o mais importante evento da vela de oceano do verão brasileiro. O Catuana Kim correu pela primeira vez na classe e começou mostrando superioridade em relação ao Zeus/Effect, de Inácio Vandresen, e ao Sexta-feira, de Luciano Gubert de Oliveira, segundo e terceiro colocados, respectivamente. Apesar de perder o primeiro lugar da ORC Internacional 600 para o Catuana Kim, o Zeus/Effect garantiu o bicampeonato no Brasileiro de Beneteau First 40.7, que também estava em jogo no Circuito, assim como os brasileiros de BRA-RGS e as primeiras etapas de ORCi e ORC-Club. O exigente timoneiro Felipe Linhares, o Fipa, não ficou muito satisfeito com o resultado. Na disputa entre os Beneteau, o Absoluto, de Renato Gama Monteiro, ficou em segundo, e o Sexta-feira em terceiro, com o membro da equipe permanente de vela olímpica brasileira na classe Laser, Bruno Fontes, respondendo pela tática. Dois veleiros do Rio Grande do Sul ficaram nas primeiras posições da ORCi 700. Com seis primeiros lugares nas sete regatas, a equipe do San Chico, comandado por pai e filho, garantiu o bicampeonato, com o C'est La Vie, de Henrique Dias, em segundo. Na festa de premiação, quem chamou mesmo a atenção foram as seis velejadoras do terceiro colocado na ORCi 700, o Força 12, outro veleiro do ICSC. O vencedor da ORC-Club 600 também contou com um precioso reforço vindo do Match Race. O vice-campeão mundial da classe, carioca Henrique Haddad, ajudou a levar o invicto Angela Star, de Peter Dirk Siemsen, à vitória, com sete primeiros lugares em sete regatas. O Orson, de São Paulo, comandado por Carlos Eduardo Souza e Silva, ficou em segundo lugar na ORC-Club 600, com a tripulação reforçada por Samuel Gonçalves, integrante do Projeto Grael, que busca novos talentos para a vela em escolas da rede pública de Niterói. Alex Sandro de Carvalho, o Piu-piu, também veio do Projeto Grael correr na RGS B a bordo do Moorea, de Guilherme Rupp, barco do ICSC. Na ORC-Club 700 não houve surpresas, com os Skipper 30 de Fábio Filippon e Marins Alves de Camargo Neto, ambos do ICSC, dominando a competição. A competição foi bastante acirrada entre as equipes de BRA-RGS, já que o Campeonato Brasileiro da classe estava em jogo. O Plâncton, do ICSC, foi o grande destaque, e seu comandante, Pedro Medeiros de Santiago, precisou de ajuda para carregar os cinco troféus recebidos na noite de ontem, por ter vencido a regata de percurso de quarta-feira e por ter sido o melhor no Circuito e no Brasileiro, tanto na RGS Geral, como na RGS A. Bruxo, de Luiz Carlos Schaefer, e Revanche, de Celso Faria, ambos também do ICSC, ficaram com as segunda e terceira colocações, respectivamente, tanto no Circuito como no Brasileiro, tanto na RGS Geral, como na RGS A. O Revanche contou com o mais novo tripulante da competição, Guilherme Berenhauser, de sete anos de idade, o irmão da Paola que correu no Força 12. Na RGS B, o Zephyrus/Tempo, do catarinense Tarcísio Mattos, tentou o bicampeonato brasileiro, mas perdeu o título para um estreante na raia de Jurerê, o Magia. Outro veleiro que carrega a bandeira do ICSC, Tigre II, é o novo campeão brasileiro de BRA-RGS C, com o Mandinga, de Joinville, e o Banzai, também do ICSC, em segundo e terceiro lugares. Nos quatro dias de competição, os 300 velejadores dos 50 barcos fizeram a festa: pegaram ventos constantes, que sopraram sempre de nordeste, entre 9 e 17 nós (16 e 30,5 km/h). Sofrido para todos foi enfrentar o calor intenso, com temperaturas próximas dos 40 graus, embaixo de muito sol. Confira os primeiros colocados em cada classe e nos campeonatos em jogo. Os resultados completos estão no site www.circuitooceanico.com.br. ORC Internacional 500 e 1ª Etapa do Brasileiro da classe: 1 _ Touché Super (SP) 2 _ Loyal/Red Nose/Phillips (SP) 3 _ Land Rover (SP) ORC Internacional 600 e 1ª Etapa do Brasileiro da classe: 1 _ Catuana (SC) 2 _ Zeus (SC) 3 _ Sexta-feira (SC) ORC Internacional 700 e 1ª Etapa do Brasileiro da classe: 1 _ San Chico 2 (RS) 2 _ C'est La Vie (RS) 3 _ Força 12 (SC) Campeonato Brasileiro de Beneteau First 40.7: 1 _ Zeus/Effect (SC) 2 _ Absoluto (SC) 3 _ Sexta-feira (SC) ORC-Club Geral e 1ª Etapa do Brasileiro da classe: 1 _ Katana/Energia (SC) 2 _ Samurai Ni (SC) 3 _ Angela Star (RJ) ORC-Club 600 e 1ª Etapa do Brasileiro da classe: 1 _ Angela Star (RJ) 2 _ Orson (SP) ORC-Club 700 e 1ª Etapa do Brasileiro da classe: 1 _ Katana (SC) 2 _ Samurai Ni (SC) 3 _ Fantasma (SP) BRA-RGS Geral e Campeonato Brasileiro da classe: 1 _ Plâncton (SC) 2 _ Bruxo (SC) 3 _ Revanche (SC) BRA-RGS A e Campeonato Brasileiro da classe 1 _ Plâncton (SC) 2 _ Bruxo (SC) 3 _ Revanche (SC) BRA-RGS B e Campeonato Brasileiro da classe 1 _ Magia (RS) 2 _ Zephyrus (SC) 3 _ Açores II (SC) BRA-RGS C e Campeonato Brasileiro da classe 1 _ Tigre II (SC) 2 _ Mandinga (SC) 3 _ Banzai (SC) HPE 1 _ Helisolutions (SP) 2 _ Matchpoint Azul (RJ) 3 _ Twins (SP) Multicasco 1 _ Verde & Amarelo (SC) 2 _ Belga (SC) 3 _ Definitivo Hum (RS) Bico-de-proa A 1 _ Taura (SC) Bico-de-proa B 1 _ Parangolé (SC)
CJ bateu o carioca Raoni Monteiro na finalFoto: Daniel Smorigo/Divulgação |
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Uma homenagem ao campeão do Hang Loose!
CJ Hobgood surfou mais que todos para levar o Hang LooseFoto: Daniel Smorigo/ASP South America/Divulgação |
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O norte-americano CJ Hobgood foi o grande vencedor do Hang Loose Pro Contest€, finalizado hoje na praia da Cacimba do Padre, em Fernando de Noronha.Na final, o top do WCT venceu Raoni Monteiro, que fez sua terceira final no arquipélago. Com o resultado, CJ é novo líder do ASP One Ranking, o novo ranking unificado da Associação dos Surfistas Profissionais. O norte-americano foi o quarto estrangeiro a vencer a etapa do WQS de Fernando de Noronha.
O norte-americano estava endiabrado e não deu chances para ninguém. Após bater Gustavo Fernandes nas quartas-de-final, CJ pôs fim ao sonho do catarinense Alejo Muniz de sair de Noronha com a liderança no ranking. Apesar disso, com o terceiro lugar no evento, Alejo é o vice-líder.
O surfista Alejo Muniz está na semifinal do Hang Loose Pro Contest, evento prime location do WQS, que rola em Fernando de Noronha. O local de Bombinhas, treinado por Paulo Kid, venceu o "California kid" Brett Simpson, que ainda teve uma prancha quebrada ao meio durante a bateria.
O resultado coloca Alejo como líder do ASP One Ranking, o novo ranking unificado da ASP. Alejo soma o vice-campeonato em Paracuru e agora já garantiu o terceiro lugar na Cacimba do Padre.
Agora vamos aguardar o resultado da bateria contra o norte-americano C.J. Hobgood, que não tomou conhecimento do carioca Gustavo Fernandes. O surfista da Flórida está bem a vontade nas ondas cavadas de 4 a 6 pés da Cacimba, e deu um show com direito a um aéreo 360 reverse.
O evento continua com as baterias entre Wiggoly Dantas e Joao Duru e Hizunome Bettero e Raoni Monteiro. O campeão deve ser conhecido ainda hoje!
Terminaram as três baterias que faltavam para o complemento das oitavas-de-final.
Usando uma 5,11 emprestada da irmã Suelen Naraísa, o paulista Wiggoly Dantas venceu o aussie Dion Atkinson de forma emocionante. Os dois surfistas ficaram quase 24 minutos boiando, quando Dion conseguiu virar faltando um minuto. Nos últimos segundos Guigui achou a onda e virou o placar novamente para avançar mais uma fase.
Depois Hizunome Bettero arrancou bem na sua bateria contra o carioca Léo Neves, que correu atrás do placar, mas não conseguiu virar.
Na última bateria, de poucas ondas, o campeão do evento em 2002 e vice em 2009, Raoni Monteiro venceu o cearense radicado em Floripa Márcio Farney.
Confira a formação das baterias de quartas-de-final do Hang Loose Pro Contest:
CJ Hobgood (EUA) x Gustavo Fernandes
Alejo Muniz x Brett Simpson (EUA)
Wiggolly Dantas x Joan Duru (FRA)
Hizunomê Bettero x Raoni Monteiro
Mais tarde atualizo, com fotos do dia!
Após a realização das duas baterias pendentes da quarta-fase, o Hang Loose Pro Contest deu seguimento com as disputas nas oitavas-de-final e os (dois) catarinenses ainda "vivos" na competição, William Cardoso e Alejo Muniz, entraram na água.
William Cardoso acabou derrotado por C.J. Hobgood logo na primeira bateria. O norte-americano não deu muitas chances para William que já mostrou estar determinado para buscar a vaga no Dream Tour. Com a nona colocação, William somou 2,057 pontos no ASP One Ranking.
Na segunda bateria, o carioca Gustavo Fernandes venceu o surfista basco Hodey Collazo por um placar apertado, mas venceu. É o que importa.
Depois Brett Simpson bateu o paranense Peterson Rosa, que está de patrocínio novo e aproveitou a barca para fazer uma fotos de divulgação da marca.
Aí veio Alejo Muniz, que não se intimidou diante de Matt Wilkinson, novo integrante do Dream Tour, e passou por cima do australiano.
A nova baixa brasuca veio em seguida com a derrota de Jadson André, outro novo integrante do Dream Tour, para o francês Joan Duru.
Mais tarde atualizo os resultados, porque ainda faltam mais três baterias: Dion Atkinson x Wiggolly Dantas; Léo Neves x Hizunomê Bettero; Marcio Farney x Raony Monteiro. Hasta!
Raoni procurando o tubo na direita da Cacimba do PadreFoto: Daniel Smorigo/ASP South America/Divulgação |
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William Cardoso e Alejo Muniz são os dois únicos catarinenses que sobraram "vivos" na disputa pelo título do Hang Loose Pro Contest. O evento deve ser finalizado no final de semana, na praia da Cacimba do Padre, em Fernando de Noronha.
Os dois catarinenses estão escalados para a primeira e a quarta bateria das oitavas-de-final. Cardoso pega a pedreira chamada C.J. Hobgood, enquanto Alejo enfrenta o aussie Matt Wilkinson. Duas baterias ficaram pendentes da quarta-fase e devem abrir as disputas neste sábado: a primeira com Léo Neves, Pablo Paulino e Márcio Farney; e a segunda com Damien Hobgood, Raoni Monteiro e Hizunomê Bettero.
Vale lembrar que Raoni foi o campeão do evento no ano passado e busca o bicampeonato. Quem vencer o evento, assume a ponta do ASP One Ranking.
Hodey Colazzo agora pega Gustavo Fernandes nas oitavas de finalFoto: Daniel Smorigo/ASP South America/Divulgação |
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O espanhol Hodey Colazzo protagonizou a virada do dia ao pegar dois tubos e pular da terceira para a primeira posição na bateria que tinha ainda o catarinense William Cardoso e o sul-africano Rudy Palmboom. Isso na quarta-fase. Agora o surfista do país basco irá encarar o carioca Gustavo Fernandes, ex-campeão brasileiro, na segunda bateria das oitavas de final. Leia só o que o surfista espanhol falou após a fazer a virada do dia:
Entocado nas esquerdas da Cacimba do PadreFoto: Daniel Smorigo/ASP South America/Divulgação |
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É o cabeça de chave número 1 do Hang Loose Pro Contest
Já foi campeão mundial no fatídico ano de 2001, quando etapas foram canceladas devido ao atentado ao World Trade Center.
É especialista em tubos como mostra a foto de Daniel Smorigo.
Tem um irmão gêmeo no tour.
Demorou para identificar, então vou dizer que ele será o adversário do catarinense William Cardoso na primeira bateria das oitavas de final do Hang Loose Pro Contest, que rola na praia da Cacimba do Padre, no paradisíaco arquipélago de Fernando de Noronha (PE).
Trata-se do norte-americano C.J. Hobgood. Leia o que ele disse nesta sexta-feira ao jornalista João Carvalho, da ASP South America, após vencer a bateria com os cariocas Gustavo Fernandes (em segundo) e Leandro Bastos (em terceiro):
“Ahh a bateria foi boa. Consegui achar umas ondas boas e pra mim tem sido incrível competir aqui em Noronha. As ondas são um pouco imprevisíveis, mas com esse Sol e meus amigos por perto tem sido uma ótima semana pra mim”.
Ele está se divertindo...

Do surfe à vela: Jean Balbinotti (E) e Cristiano Rigo Dalcin falam tudo sobre esportes náuticos E-mail: jean.balbinotti@diario.com.br e cristiano.dalcin@diario.com.br
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