Foto: Arte, clicRBS |
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Neste Dia Mundial do Rock, Volume lança o primeiro disco virtual de bandas do Rio Grande do Sul. No recorte feito, 25 grupos compõem um espectro variado, de diferentes gerações e estilos. São bandas antigas, novas e outras que estão no meio do caminho, sempre tendo o rock como ponto de partida.
Todos escolhidos são especiais por algum motivo, por isso foram convidados para participar dessa joint venture cultural. No entanto, vale destacar a nova música dos Walverdes, Spray, a faixa inédita de Mess (Don't mess with my heart), as ilustres participações dos Replicantes e da Pata de Elefante, as revelações Volantes e Procura-se Quem Fez Isso, a nova banda mais cool destas plagas globais, Wannabe Jalva, e a nova gravação feita por Diablo Fuck Show especialmente para este primeiro disco virtual. Sim, primeiro. Outros virão, certamente.
Abaixo, o streaming das músicas (dividido em dois players) e um raio-x básico sobre cada banda. Mas o melhor mesmo é escutar. E não esqueça: play it loud!

Apanhador Só: do indie ao folk, do rock à MPB, da psicodelia universal à raiz folclórica, da furadeira à máquina registradora, do pato de borracha ao projetor Super-8. Pega tudo, joga no liquidificador e aperta o play. O resultado é o refinado som da banda surgida em 2006, mas que lançou seu elogiado disco de estreia apenas neste ano. O nome do quarteto remete a O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger, e à música Marinheiro Só, de Caetano Veloso. O download do disco segue bombando no site oficial.
Um Rei e o Zé, Apanhador Só
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A Red So Deep: não é uma banda engraçadinha, não tem nome engraçadinho nem letras engraçadinhas. Desde 2004, A Red So Deep revê o que de melhor foi realizado no rock alternativo dos anos 90, sem nostalgia, com ímpeto e a partir de uma ótica celebratória fator 2000.
Guilt + Persecution, A Red So Deep
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Brollies & Apples: a banda dos casais Rodrigo Brandão e Bianca Jhordão (Leela) e Carol Teixeira e Fredi Chernobyl Endres (Comunidade Nin-Jitsu, produtor do Bonde do Rolê) começou com a amizade das meninas e deu o primeiro passo efetivo no verão de 2009, em Londres. Na orgia organizada da banda, todos integrantes trocam de instrumentos e cantam a toda hora. No som, guitarras pesadas e tons eletrônicos, no que já foi descrito por eles como electro-grunge. Brollies & Apples nasceu cult.
Roller Coaster, Brollies & Apples
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Dating Robots: banda de rock eletrônico sujo dos incansáveis Edu Normann e Mari Kircher + Fabio Gabardo (produção e programação de bateria). O projeto, que começou em outubro de 2008 (na época chamava-se Chiclé Demência), é o mais legal de Edu e Mari desde a Space Rave. Influências de Primal Scream, The Kills, New Order e Sonic Youth. O clipe da música Movement Talk mostra a que Dating Robots veio.
My Friend, Dating Robots
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Damn Laser Vampires: Ron Selistre, Francis K e Michel Munhoz são impossíveis. Ninguém segura a surf-polka-punk satânica do trio. A partir de 2005, a banda passou a tocar o terror na nossa Gotham imaginária. Pouco depois. o disco Gotham Beggars Syndicate (2006) extrapolou fronteiras reais com facilidade, sendo relançado nos EUA, no Canadá e na Argentina. No cinema, o trio atacou nas trilhas de Ainda Orangotangos, de Gustavo Spolidoro, do novo filme underground Trantastic, da ScUMBAG Movies, e do documentário Day By Day, sobre o surfista top Adriano de Souza, o Mineirinho. Mais: atuam como artistas visuais, ilustradores, produtores e diretores de seus clipes. Santa versatilidade, Batman! Melhor que isso só o show da banda – um dos mais legais há alguns anos, basta perguntar para público e organizadores dos festivais dos quais participaram. O segundo disco, Three-Gun Mojo, sai em breve pela Devil's Ruin Records.
I Wanna Be an Old Bitch, Damn Laser Vampires
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Diablo Fuck Show: A banda é de longe uma das mais legais que surgiram no Rio Grande do Sul desde... 2009! Vocal rouco e doidão de Bruno Mattos, letras divertidas, bem sacadas e irônicas, e um som psycho-country-core porrada, autêntico e robusto que nos leva a um Velho Oeste punk, bêbado e empoeirado, não muito distante daquele que habita nosso imaginário. Ouça enchendo a cara - e antes de morrer!
Enganando a Morte, Diablo Fuck Show
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Funkalister: 2002 viu surgir a superbanda mais cool do Estado, quando Chico Paixão, Everton Velásquez, Vicente Guedes e Junior Ribeiro se reuniram para gravar músicas instrumentais próprias. A ordem era criação e improvisação sem muitos limites. Atingir o objetivo ficou mais fácil quando um naipe de metais foi integrado ao grupo. O som gira em torno de funk, jazz, samba e rock, emulando groove safra 70 e elegância black. Já foram lançados dois discos (Volume 1 e 2) e algumas faixas já se tornaram trilhas de programas de rádio e do filme Andes Crossing.
Tem Coragem?, Funkalister
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Gulivers: Cristiano, Thiago, Rodrigo e Fabricio curtem música e futebol. Não sei como eles jogam, mas tem uma galera que já sabe como eles tocam. E você? O cartão de visitas da banda é Ausente, que está no disco Em Boas Mãos, lançado neste ano, e que teve clipe dirigido pelo cinesta Lufe Bollini, do Coletivo Inconsciente, com Marcos Contreras no papel principal. Bom pra quem se liga em rock inglês e indie americano.
Ausente, Gulivers
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Identidade: uma banda versátil, de rock clássico inspirado nos Stones, mas com senso contemporâneo. Varia entre faixas agressivas, músicas dançantes e composições mais tranqüilas, cheias de groove. Os caras já tocaram tanto em eventos independentes quanto em festivais mainstream nos dez anos de carreira. Ativos na cena, já lançaram três discos, sendo Antiguidades x Modernidades o último deles, via Marquise 51, o selo/produtora comandado por Lucas Hanke (guitarra).
Não para de dançar, Identidade
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Lautmusik: orbita os ruidosos mundos do pós-punk 80 e do shoegaze 90, transitando entre a névoa do submundo musical e apostando em melodias soturnas, climas sufocantes e ambientações melancólicas pouco óbvias – mas sempre com muito punch e com uma carga pop nítida - o que surpreende em meio a um ambiente majoritariamente sombrio. Uma das melhores bandas do RS, Lautmusik se aproxima de Joy Division, My Bloody Valentine, Cure, Mogwai e Jesus & Mary Chain, mas consegue manter identidade própria.
Bury my Heart in Warsaw, Lautmusik
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Maria Elvira e os Suprassummos do Swing (MESS): o perfil da banda no MySpace indica muito bem o que se passa. "Maria Elvira e os Suprassummos do Swing não é uma banda de garotas, nem de garotos; não é rock gaúcho, nem paulista, nem inglês; não é mod, nem grunge, nem new wave; não toca de terninho, nem fantasiada. A MESS é uma banda, e está contente com isso". Rock'n'roll na veia, recheado por guitarra, baixo e bateria marcantes e vocal grave. Simples assim.
Don't mess with my heart, Maria Elvira e os Suprassummos do Swing
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Musical Amizade: mais que uma banda, o Musical Amizade é um acontecimento à base de guitarra, sintetizador, projeções audiovisuais e filosofia. Nos shows, um baterista virtual surge projetado em um telão, tocando em sincronia com o grupo. Nas letras, teorizações pop acerca da vida, do universo e tudo mais. No som, uma liberdade que os leva do rock cabeça ao funk safado. Um lance conceitual para ouvidos aguçados. O Musical começou em 2007 e hoje, com Patricia Spier vivendo em São Paulo, aguarda a agenda dos *integrantes integrados* para dar novos passos.
Applehead, Musical Amizade
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Os Replicantes: E a maior banda punk do Brasil precisa de apresentação? Basta dizer que a ótima De Sul a Norte está no novo disco, 2010, lançado pela Marquise 51. O resto é história.
De Sul a Norte, Os Replicantes
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Pata de Elefante: a banda gaúcha mais conceituada da atualidade também não é mistério pra ninguém há anos. Instrumentistas de primeira linha, o trio Gabriel Guedes, Daniel Mossmann e Gustavo Telles destilam rock 60-70, groove, melodia e surf music ao sabor de Stones, Beatles, George Clinton e Hendrix. Até parece big band! Bom, eles são big mesmo!
Marta, Pata de Elefante
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Procura-se Quem Fez Isso: a nova psicodelia gaúcha tem uma nova cor (a preta), mas não um novo rosto. O quarteto Procura-se Quem Fez Isso mantém o anonimato a todo custo, disfarçando-se com meia-calca, cartola e lanterna de minerador. Mas o segredo restringe-se à identidade dos músicos, já que a música é uma open source de referências e bom gosto. Lounge music dos 60, rock dos 70, brasilidade, ambient, Burt Bacharach, letras muito bem sacadas [a singela Bagdá (She's My Baby) é um primor da concisão], experimentalismos e mutantismos abrem um novo caminho no som feito no Sul.
Bagdá (She's My Baby), Procura-se Quem Fez Isso
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Superguidis: É praticamente impossível você que curte música não conhecer a banda de Guaíba que há uns quatro anos consegue cada vez mais espaço entre público e mídia. Com um indie lúcido, autoral, livre de referências castradoras e dona de um senso radiofônico efetivo, a banda cria composições arrebatadoras, que atraem fãs entusiasmados aos shows. É um lance meio messiânico, de culto mesmo, que toma forma em apresentações tanto em bares pequenos quanto em festivais no Brasil e no exterior. E por falar em fãs, Robert Pollard e Doug Gillard, da supercult Guided By Voices, já disseram que adoram...
Não fosse o bom humor, Superguidis
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Transmission: No som do quarteto há espaço para guitarras. Muitas guitarras. Altas guitarras. Guitarras marcantes, cortantes, sujas, distorcidas e metálicas. Assim, o foco da banda é instrumental, com vocais (masculino e feminino, em inglês) marcando presença de forma discreta, despreocupada, basicamente complementar. O som do grupo não é o mais fácil do mundo. Quem tem medo de Transmission?
Missing, Transmission
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Urso: O projeto instrumental ainda está em fase de crescimento, mas pela estatura do filhote é bem provável que se torne um gigante. O som da banda é forjado em jam sessions austeras, registradas em vídeos, textos e áudios publicados no blog do grupo liderado por Valmor Pedretti Jr. (Worldengine). Pós-rock contundente de alma metal. O primeiro show será dia 20 de agosto, no Dr. Jekyll, ao lado da MESS.
All Black, Urso
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Walverdes: Há mais ou menos 17 anos o trio de Porto Alegre cria pancadas sonoras com o que há de mais básico no rock: baixo, guitarra e bateria. Mas a crueza simples do som é inversamente proporcional ao esporro criativo de Mini, Marcos e Patrick. Foi com essa vitalidade underground, e a partir de demos, fitas K7, singles, EPs, discos e MUITOS shows, que os Walverdes se consolidaram frente à crítica e ao público como uma das bandas independentes mais importantes do país em todos os tempos. Neste primeiro disco virtual, eles lançam a nova Spray, faixa explosiva que estará no próximo disco. Walverdes se move lenta e bravamente ao som de rocks rápidos, autênticos e em volume máximo. Aumenta o som antes de dar o play!
Spray, Walverdes
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Wannabe Jalva: quando escutei o som da banda pela primeira vez não acreditei. Parecia pegadinha, tipo um perfil fake com faixas incríveis e obscuras de algum grupo desconhecido de alguma megacapital cosmopolita. Som coeso, inteligente e conectado com seu tempo. Experimentações sonoras que resultam em gemas pop do mais alto quilate, que poderiam ter sido feitas por qualquer banda indie britânica atual.
Come and Go, Wannabe Jalva
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Yesomar: esse trio é um tapão na orelha. Rock em alta voltagem testosterônica, pancadas sonoras viscerais furiosas, riffs feios, sujos e malvados, altos berros no vocal e nada de nhenhenhém musical. É rock, é simples, é cru e é direto. No espírito da Yesomar eu diria que se gostou, gostou, se não gostou que se %&#&¨*!!! Ah, e diz que a turnê argentina (ao lado de Los Lotus, Satan Dealers, Silverados e Motosierra) foi devastadora. Normal!
Ao Contrário, Yesomar
>>>>> MySpace 
Valentinos: rock britânico, melodias, letras e arranjos cuidadosos são os alicerces que sustentam a banda. Os trabalhos começaram em 2008 e, neste 2010, os caras lançaram Avante, o álbum de estreia com 11 faixas masterizadas na Carolina do Norte (EUA) por Dave Locke. Impossível escutar sem lembrar de Oasis, principalmente devido à voz de Jonts.
Mais Que Nunca, Valentinos
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Velocetts: a banda de Farroupilha também cultua o rock inglês (mas não apenas) tanto das antigas (anos 60) quanto do passado recente (anos 90) e da atualidade (2000). Rock fofo, fácil, pop, fresco e com poder radiofônico garantido por meio de guitarras leves, bateria redodinha e vocal 'amigo' de Maria Carolina Brites. Em 2008, os Velocetts gravaram um EP com três músicas e, em 2009, saiu o single A Cura, com produção de Ray-Z.
A Cura, Velocetts
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Viana Moog: indie sujo, distorcido, alterado e no wave. Rock 60, 70, 90. Poesia pulp, bossa under, jazz rock canalha e literatura beat corroída. Vocal rasgado, rouco, grave, químico. Boemia, insanidade, barulho e urgência. Isso é apenas parte do que forma o quinteto de São Leopoldo. O resto você precisa descobrir por conta própria.
Fleck, Viana Moog
>>>>> MySpace 
Volantes: Quando o Otávio Mastroberti me passou o disco da nova banda dele eu não me surpreendi. Ele é músico há anos, então era normal que estivesse metido em algo novamente. Como curto boa parte do que ele faz, imaginei que deveria ser bom. Mas quando escutei Volantes pela primeira vez caí pra trás! A banda tem a liberdade criativa dos autores independentes, o frescor de novas ideias, uma sonoridade atual e uma carga pop de boas referências que fazem a banda aliar os ideários do pós-punk, da eletrônica, e do novo rock a letras em português (voz de Arthur Teixeira), com alma brasileira, de poesia urbana, cotidiana e existencial (Caetano, Roberto Carlos, Chico Buarque e Los Hermanos são referências).
Vitória, Volantes
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>>>>> TramaVirtual
>>>>> Agradecimento especial ao Márcio Ventura, da Rei Magro Produções, que deu a maior força no projeto!
Cena de Eu Vendo os MortosFoto: Divulgação |
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OMG! O Fantaspoa voltou! E na sexta edição do festival de cinema fantástico mais importante do Brasil o bicho vai pegar. Entre os dias 2 e 18 de julho serão seis premières latino-americanas, uma pan-americana e três brasileiras.
A programação total conta com 138 títulos de fantasia, ficção científica e horror divididos entre filmes clássicos, raros, recentes, além dos inéditos. O lance é infernal. Confira os highlights abaixo e clique no título para mais infos e horário de exibição:
Glenn, O Robô Voador (2010) - Première pan-americana |
Eu Vendo os Mortos (2008) - Première latino-americana |
A Morte de Alice Blue (2009) - Première latino-americana |
A Centopéia Humana (First Sequence, 2009) - Première latino-americana |
Tucker & Dale Enfrentam o Mal - Première latino-americana |
Vida e Morte de uma Gangue Pornô (2009) - Première latino-americana |
A Porta (2009) - Première latino-americana |
Armazenagem a frio (2006) - Première brasileira |
Recortadas (2009) - Première brasileira |
O Traficante de Sono - Première brasileira |
Cena de O Traficante de Sono
>>>>> Os programas do VI Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre:
* Competição Internacional: 37 longas de 21 países entre os dias 10 e 18 de julho.
* Mostra Competitiva de Curtas: 64 filmes, divididos nas categorias nacional, internacional, animação e live-action serão exibidos no primeiro final de semana do festival, nos dias 03 e 04 de julho, no Cine Bancários.
* Mostra Luigi Cozzi: 14 filmes dirigidos e/ou roteirizados pelo cineasta italiano, que estará presente no evento. Sala Cine Bancários, de 6 a 9 de julho, sempre às 21h.
* O Fantástico Mundo Animado: nove obras de média e longa-metragem nem um pouco convencionais.
* Mostra de Documentários: oito médias e longas-metragens, incluindo Zombiemania (sobre, hãããã, zumbis) e Pesadelos em Vermelho, Branco e Azul (a história do cinema de horror dos Estados Unidos). De 06 a 09 de julho na Sala PF Gastal. 
Cena de Glenn, O Robô Voador
* Mostras Especiais (únicas apresentações): seis longas, sendo três exibidos em sessões surpresa dentro da programação do festival. Entre eles: O Jovem Tataravô (Brasil, 1936), Entrei em Pânico ao Saber o que Vocês Fizeram na Sexta-feira 13 do Verão Passado (Brasil, 2009). 
Cena de A Centopéia Humana
* Outros destaques: Quatro Moscas Sobre Veludo Cinza (1971), de Dario Argento, e Dario Argento: O Meu Cinema (1991, partes 1 e 2). Os destaques nacionais da mostra são Anjos do Meio da Praça, de Alê Camargo e Camila Carrossine; os gaúchos Um Animal Menor, de Pedro Harres e Marcos Contreras, O Sete Trouxas, de Marcio Schoenardie, e Mapa-múndi, de Pedro Zimmermann. 
Cena de Vampire Girl Vs. Frankenstein Girl
>>>>> Atividades paralelas:
* Curso Horror no Cinema Brasileiro, com o jornalista, crítico e pesquisador Carlos Primatti, responsável pela idealização da mostra de filmes O Horror no Cinema Brasileiro, realizada pela Heco Produções, de São Paulo.
* Curso Ficção Científica da Década de 1950: também com Primatti.
Os cursos rolam na Sala P.F. Gastal, nos dias 10 e 11 (O Horror no Cinema Brasileiro) e também 17 e 18 de julho (Ficção Científica da Década de 1950), das 10h às 14h40min. O custo é de R$ 60,00 para cada um. Interessados podem fazer os dois cursos por R$ 110,00. Informações e inscrições: fantaspoa@fantaspoa.com ou pelo telefone 8436.2968.
* Sessões Comentadas: dos 37 filmes da Competição Internacional, oito serão exibidos com a presença dos diretores ou produtores, que participarão de debates com o público depois das sessões. 
Cena de Tucker & Dale Enfrentam o Mal
O VI Fantaspoa será encerrado com o filme The Uh-Oh Show, o último filme do diretor de horror gore Herschell Gordon Lewis, responsável por clássicos como 10.000 Maniacs, Blood Feast e The Wizard of Gore.
>>>>> Veja trailers e confira a programação completa do Fantaspoa aqui. Os horários de exibição dos filmes do festival foi ampliado. Neste ano, também haverá sessões às 21h.
>>>>> Locais: as 74 sessões do Fantaspoa 2010 serão realizadas em três salas de cinema: CineBancários, Cine Santander e Sala P.F. Gastal.
>>>>> Ingressos: Para curtas: R$ 2,00. Demais filmes e mostras: R$ 5,00 (cinco reais) nas bilheterias dos cinemas
Damn Laser Vampires
A festa de abertura rola no Verde (Av. Goethe, 200), sexta, 02 de julho, às 23h, com show da banda Damn Laser Vampires. R$ 18,00 na hora e R$ 12,00 com nome na lista (lista@verdeclub.com.br).
>>>>> Site oficial
>>>>> Mais Fantaspoa
Foto: Divulgação |
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Um dos artistas mais controversos da música eletrônica, o norte-americano Moby volta ao Brasil para a turnê do disco Wait for Me, lançado no ano passado. O show em Porto Alegre será amanhã, no Pepsi On Stage. Ainda nesta semana, o Midas eletrônico se apresenta em Curitiba (21), São Paulo (23) e Rio de Janeiro (24).
Moby não virá sozinho. No palco, estará acompanhado por uma banda de sete pessoas para realizar um “grande show”, como ressaltou em entrevista por telefone diretamente de Nova York. O grupo deverá interpretar as faixas do novo álbum, além de clássicos espalhados por 22 discos (sendo 10 de estúdio) e dezenas de singles.
Parente distante de Herman Melville, autor do clássico Moby Dick, Moby tem uma vida peculiar. Tocava música clássica quando criança, teve uma banda punk na adolescência e estudou teoria musical e filosofia. Multinstrumentista, compositor, produtor e DJ, já foi muito pobre, morou em uma fábrica abandonada, tornou-se herói da resistência underground, virou ícone mainstream e agora trilha um novo caminho independente com seu selo Little Idiot Records.
Moby já participou de trilhas sonoras de filmes e de séries de TV (veja a tabela abaixo), remixou gente graúda, disse não a Axl Rose e à Madonna, criou festival de música, foi aclamado com o álbum Play e detonado por licenciar suas músicas para comerciais (algo comum atualmente, diga-se).
Mais do que isso, o nova-iorquino ajudou a consolidar a cena rave do final dos 80 e início dos 90 em uma época em que a acid house dividia espaço com um estilo melódico de techno, muito inspirado na house music em si, repleto de pianos e vocais de divas. Foi naquela época, em 1993, que Moby passou por Porto Alegre pela primeira vez.
Na entrevista abaixo, o músico relembra esta viagem, comenta o novo disco e diz que o próximo álbum será duplo, sendo um eletrônico e outro acústico.
Ouça a conversa:
Edição de som: Natália Cagnani
Wait For Me tem muitas músicas melódicas e sutis que o diferenciam de Last Night, disco de 2008 mais voltado à dance music. Como você define o espírito de um álbum? Você pensa nisso antes de compor músicas? Às vezes sim. |
Os vídeos do álbum foram feitos por amigos que tiveram controle criativo absoluto. David Lynch foi um deles. Como foi trabalhar com ele? Você gostou do resultado do clipe de Shot in The Back of The Head? Sim. Ele é um dos meus cineastas preferidos. É um dos meus americanos favoritos. Depois de oito anos de George W. Bush havia momentos em que eu ficava muito deprimido com os Estados Unidos. E eu tinha que me lembrar que, por mais que os EUA possam ser ruins, ainda é a terra de Lou Reed e de David Lynch. Então, trabalhar com ele foi incrível. Amo quase todos os seus filmes. Fiquei muito honrado de trabalhar com ele. |
Por falar Lou e eu tocamos em muitos shows beneficentes e, com o passar dos anos, ficamos amigos. Uma das coisas estranhas em ser uma figura pública é conhecer meus heróis e trabalhar com eles. Enquanto crescia, era muito fã de Lou Reed, Velvet Underground, David Bowie, Joy Division. E, quando adulto, pude trabalhar com todos eles, o que ainda é muito incrível para mim (nota do editor: Moby tocou com New Order, ex-Joy Division).
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Você também trabalha como novos artistas, DJs e produtores como em Wait for Me Remixes, que será lançado em maio com faixas dos brasileiros Mixhell e Gui Boratto. Quando vocês entraram em contato e como você vê o trabalho deles? Bom, Mixhell (Iggor Cavalera) eu conheço há algum tempo, pois sou fã do Sepultura. Nós já tocamos juntos |
Eu gostaria de falar sobre Play, que é muito especial, pois faz referências a muitas vertentes da música eletrônica, como trip hop, big beat, house, techno, disco e também porque lida com hip hop, gospel, soul music e rock. Como você criou essa impressionante equação sonora? Foi acidental. Quando estava fazendo o disco, tentava compilar vários elementos dos quais eu gosto. Não sei, eu misturei tudo no estúdio. Eu não pensava muito enquanto fazia. |
Como você vê o impacto do seu primeiro hit, Go, na sua carreira? Foi o que deu início a tudo para mim, porque eu nunca esperava ter um contrato com uma gravadora nem ter sucesso. E Go, por ter sido meu segundo single lançado e ter se tornado um grande sucesso, foi algo surpreendente. Isso me possibilitou ir adiante e fazer outros discos. |
Você é conhecido por seu ativismo político, especialmente no que diz respeito aos direitos humanos e dos animais. Como você encara o governo de Barack Obama com relação ao Iraque e ao Afeganistão? Acho que ele está fazendo um bom trabalho e é preciso lembrar que ele é um ser humano e um político, e não um super-herói. Claro, queremos que políticos façam tudo perfeitamente, mas não é assim que o mundo funciona. Especialmente com relação à natureza da política norte-americana, que pode ser muito lenta. |
Mudando de assunto, em 1993 você esteve aqui tocando com Altern 8 na L&M Music, a primeira rave realizada no Brasil. Ocorreu em três cidades, incluindo Porto Alegre. Eu estive lá. O que você lembra? Sim, lembro muito dessa viagem com Carlos Soul Slinger, que é brasileiro, sua namorada Mari, Altern 8 e muitas outras pessoas da cena rave de NY. Uma das minhas memórias estranhas foi uma noite em que subi no telhado de um hotel em Curitiba e fui picado por um inseto. Entrei em pânico achando que podia ser muito venenoso e que iria morrer. |
O que você está planejando para esta nova turnê brasileira? Você terá uma banda no palco? Sim, somos oito pessoas, com uma seção de cordas, duas vocalistas, baterista, guitarrista, tecladista... eu toco guitarra, teclado, percussão e canto. É um grande show. |
Você tem planos para novo disco, vídeo ou algum projeto para o selo Little Idiot? Vou lançar o single Wait For Me e o vídeo desta música, feito pela minha amiga Jessica Dimmock (nota do editor: já estão no site). Além disso, estou trabalhando no meu próximo disco, que eu quero que seja duplo, sendo um eletrônico e outro acústico e orquestral. |
Você é músico, DJ, compositor e produtor que ama o rock. Você já teve uma banda de punk rock. Como se tornou uma das pessoas mais importantes da música eletrônica? O que aconteceu? Quando eu era muito novo tocava música clássica, depois punk rock, folk. Adoro muitos tipos de música e nunca senti a necessidade de escolher um deles. O que sinto pela música é o mesmo que sinto por comida e pessoas. Eu amo gastronomia indiana, chinesa, tailandesa... Acho que a vida é mais interessante quando há diversidade e variedade. |
Variedade é uma boa palavra, porque você também é dono de uma casa de chá em NY, não? Eu tive. Ainda existe, mas eu não me envolvo há três anos porque prefiro me focar mais na música do que em ser um homem de negócios. |
E como vai NY? NY está ótima. Nunca muda. É sempre ocupada, cara, cheia de turistas. Mas é onde nasci, é minha casa, e é incrível. |
Curiosidades:
O single Go foi eleito pela Rolling Stone um dos melhores de todos os tempos. |
Remixou David Bowie, Metallica, Beastie Boys, Public Enemy e outros. |
Fez mais de três mil shows. |
Vendeu cerca de 20 milhões de discos. |
Play vendeu nove milhões de cópias e teve uma turnê de 2 anos e 5 meses. |
Já fez tour com U2, Prodigy, Richie Hawtin, Orbital, Aphex Twin e outros. |
Criou The Area One Festival, com shows de John Digweed, Paul Oakenfold, Nelly Furtado, New Order, Outcast, Incubus e outros. |
Trilha para cinema: Cecil B. DeMented, 24 Hour Party People, Fogo Contra Fogo, 007 - O Amanhã Nunca Morre, A Praia, O Diabo Veste Prada, Cloverfield, a trilogia Bourne e outros. |
Trilha para TV: Twin Peaks, Arquivo X, Smallville, The Sopranos, CSI: NY, Cold Case, Gossip Girl, The Vampire Diaries. |
Fornece faixas para filmes no site http://www.mobygratis.com/. |
Liberou faixas de Wait for Me Remixes com Gui Boratto, Mixhell, Carl Cox, Tiësto e outros no http://waitformeremixes.com/ |
Fonte: moby.com
Vídeos:
Está rolando um concurso aberto a fãs para a criação de clipes para a música Wait For Me. Ana Rovati e Marisele Gzelchak, de Porto Alegre, fizeram um vídeo em stop motion. Foi tudo por conta delas. A pré-produção rolou durante uma semana e a gravação se deu em um dia. Veja aqui!
>>>>> Mais Moby
Cena do clipe de Boom Shack-A-LakFoto: Reprodução |
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Antes de lançar o segundo álbum, Three-Gun Mojo, sucessor de Gotham Beggars Syndicate, o povo da Damn Laser Vampires liberou o clipe da versão deles para Boom Shack-A-Lak, do Apache Indian. Cool, como sempre!
Three-Gun Mojo tem produção de Marco Butcher e Luis Tissot. As gravações rolam no Caffeine Soundstudio e o lance sairá pela Devil’s Ruin Records. Além disso, a banda anunciou shows em São Paulo, Rio, Belém (Pará) e Ivoti (RS). Veja as datas de shows em www.myspace.com/damnlaservampires e outros clipes em www.youtube.com/damnlaservampires.
>>>>> Mais Damn Laser Vampires
Depois de Bruce Willis para Gorillaz, Jake Gyllenhaal para Vampire Weekend no clipe de Giving Up The Gun, do álbum Contra. Mas o vídeo é bem chato...
>>>>> Ouça Contra aqui
>>>>> Mais Vampire Weekend
Foto: Divulgação |
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O Vampire Weekend fez um cover manero da ótima Ruby Soho, do Rancid, em um especial da BBC que fica online no site da rádio por apenas mais um dia. Mas o som já caiu no youtube, então é só dar o play ae no embed…
Não é novidade: os indies do Vampire Weekend (uma das coisas mais legais que surgiram a partir de 2006) sempre se jogaram de cabeça no punk e no hardcore, mas pra criar suas músicas combinam isso com ritmos calientes caribenhos e afros. Ok, parece meio forçação de barra, mas é impossível negar: eles têm um pé na África/Caribe. O lance é meio indie-voodoo mesmo.
Seja como for, Vampire Weekend amacia Ruby Soho, tirando a crueza dura do ska-punk revival dos californianos sem deixar o som bundão. É claro: não é Rancid, é Vampire. Há uma diferença, mas que não chega a ser abissal.
Você pode escutar o intrigante Contra (último do VP, que já havia entrado no MySpace da banda) aqui no site deles ou abaixo:
>>>>> Mais Vampire Weekend
Foto: Reprodução |
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O Vampire Weekend lança o álbum Contra no próximo dia 11, mas uma versão digital já está online no MySpace da banda.
O lance é bom pra quem curte um som livre das amarras do rock basicão, principalmente se você se liga em sonoridades calientes made in USA.
Contra é o segundo disco da banda de Nova York.
O tracklist é:
Horchata
White Sky
Holiday
California English
Taxi Cab
Runv
Cousins
Giving Up the Gun
Diplomat's Son
I Think U R a Contra
Foto: Reprodução |
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Hã? Ainda é 2009?? Muthafucka! Que chatice!!
Então tá, nesse post, um dos últimos do ano, escuta ae o álbum virtual Stereogum & team9 Present MySplice 4: 2009 Mashed Up, uma *tradição natalina* do Stereogum.
Sei lá... mashups e bootlegs me soam tão 2000/2001. Meio século passado, né?! Acho pé no saco, mas até rola de escutar sons reformulados quando o lance é de bom gosto. Tipo Bastard Pop on Acid (2003), aquele álbum manero do produtor paulista Tin God.
Então, se não quer escutar todas as faixas abaixo, dá o play em Pina Horchata, (ótima abertura, Vampire Weekend e Rupert Holmes) Twilight In The Afterlife (YACHT e Lykke Li), Cross Eyed People (Empire of the Sun, Gossip e BEP, apesar da batida basicona e quase cretina…), Phoenix Get Cured (Phoenix e The Cure), Crystalised In The Sky (The xx e Alan Parsons, essa é bem mais ou menos...), Missy's Girls (Animal Collective, Missy Elliot e Chairlift), Chilled Monkey (viaaaaagem, Neon Indian e Pixies) e Surprise Gift (ótimo encerramento, Fool’s Gold e N.A.S.A.)
E, se gostou, Play it again Sam * Sampleia isso aí!
Noblesse ObligeFoto: Divulgação |
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Quer ir no Festival Décalage nesta sexta, em Porto Alegre, de barbada? Então cola na promoção relâmpago que sorteará dois convites para os donos das duas melhores respostas pra pergunta que está aqui.
Sobre o festival que encerra o Ano da França no Brasil aqui em POA você já leu antes, mas segue novamente: tocam os franceses Neonbirds (electro mínimo com muitos synths analógicos), Clearcom (também é electro, também é minimal, e se puxa nas referências a New Order, Kraftwerk e DJs dos 80), DJ Dunwich (experiente, prefere sons elegantes/calmos e cita influências tão incríveis quanto distintas: Bowie, NEU!, Cure, The Hacker, Yo La Tengo, Velvet, Sonic Youth, Autechre, My Bloody Valentine, Gang of Four, Boards of Canada...) e Noblesse Oblige (o grande nome do festival, que tocou na festa de dois anos da Orgasmo em 2007, em POA, mistura electro rock discreto, nouvelle chanson française e ironia) e os brazucas Damn Laser Vampires, Les Responsables, Dating Robots, Bandinha Di Da Dó e Hotel Santa Clara.
A noite começa às 21h e vai ser assim:
DJs Lili e Bruna (Movie Fight!)
Damn Laser Vampires
DJ set - Juli Baldi
Hotel Santa Clara
DJ set - Daniel Galera
Bandinha Di Dá Dó
DJ set - Yog Mars
Les Responsables
DJ set - Anne Fernandes e Letícia Rodrigues
Dating Robots
DJ set - Cereal
NEONBIRDS
DJ set - Roger Lerina
NOBLESSE OBLIGE
DJ Dunwich
Clearcom
Ingressos: na Central de Vendas do Jardim Europa (av. Antônio Carlos Berta, 255 - em frente ao Iguatemi - das 12h às 20h)
>>>>> www.decalage.com.br
Móveis Coloniais de AcajuFoto: Divulgação |
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A banda Móveis Coloniais de Acaju, responsável por um dos melhores shows do Brasil atualmente, volta a tocar em Porto Alegre nesta quinta (03/12), às 23h, no Porão do Beco. Ingressos a R$ 20 na loja King 55 (Dona Laura, 78). Os caras de Brasília devem focar a noite no álbum C_mpl_te, o segundo deles, lançado depois de Idem (2005).
O grupo surgiu em 1998 e, há algum tempo, experimenta o sucesso nacional a partir de uma sonoridade brasileiríssima, recheada por cordas, metais, batera eficiente, letras humoradas/desencanadas e shows incandescentes. Eles já se apresentaram em POA (no GIG ROCK de 2008) e em festivais europeus.
O nome da banda? É uma referência à propalada (...) Revolta do Acaju, citada pelos músicos em várias entrevistas e que, por sinal, nunca existiu! Sim, a piada foi reproduzida religiosamente por vários veículos de imprensa, como você sabe. Informação falsa digna de guerrilha cultural. Até virou piada nas internets. So fucking funny!
Buenas, um dia depois, na sexta (04/12), os Móveis se apresentam na Praça Saldanha Marinho, em Santa Maria, com as bandas Sálvia e Subtropicais dentro da programação do festival de arte independente Macondo Circus – Música & Cultura Urbana. Leia mais sobre isso e veja a programação completa aqui. Ouça o som da banda na Trama ou abaixo:
Calendário de shows atualizado:
Ahan, o mês de dezembro tá lotado de shows legais – e o calendário do Volume te dá as barbadas abaixo.
Tem os metaleiros da Obituary (EUA) e da Belphegor (Áustria) hoje mesmo no Opinião, Hellbelicos e Podias ErPior também hoje no Dr. Jekyll, The Congos (“reggae roots power” da Jamaica), Wander Wildner (em várias datas e cidades), Arnaldos, Matanza, Pública, Lautmusik e Loomer (tocando juntas na estreia da Badhoneys), show duplo com Damn Laser Vampires (tocando Cramps!!!) e com os ingleses da Black Mekon (depois, ambas seguem para Cachoeirinha e Sapiranga) e Funkalister.
Além disso tudo, o megafestival Décalage (mega fica por minha conta, huehue) comemora o fim do Ano da França no Brasil com os franceses Neon Birds, Clearcom, DJ Dunwich e Noblesse Oblige e os brazucas Damn Laser Vampires, Les Responsables, Dating Robots, Bandinha Didadó e Hotel Santa Clara). Tipo imperdível mesmo!
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