O Grêmio de Túlio, na briga com Ronaldo, passou o ano longe dos títulos, sem bater na porta das decisões, exibindo jogadores sem a melhor qualidade técnica e sem um esquema tático capaz de garantir as vitórias necessáriasFoto: Nelson Antoine, AP |
![]() |
A direção do Grêmio é espelho do futebol do time do Grêmio. Não há futebol qualificado com uma direção sem orientação.
Um problema não esconde o outro. Pelo contrário, expõe. Dobra.
Em momentos decisivos, aumenta quatro vezes.
Note que, em 10 meses de ação, o Grêmio não conseguiu contratar um só jogador diferenciado. Ok, se você quiser somar Maxi López, tudo bem. É bom centroavante, mas nada superior aos melhores do país, tanto que Jonas marcou mais gols que o argentino.
O grande jogador da equipe, Víctor, seu coadjuvante Réver, o discutido Souza, são da gestão anterior.
Os jogadores chamados pela atual direção são questionados todos os dias e em todos os jogos. Do lateral Lúcio, fora de forma, passando pelo volante Túlio, no ocaso da carreira, pelo pesado Rochembach, pelo ineficiente Herrera, pelo destemperado Tcheco.
A direção errou, seguiu errando como a gestão anterior ao insistir com o colombiano Perea, um atacante que não faz gols. Erra até com a cabeça dos outros.
Trouxe Ruy, assinou com Fábio Santos, contratou Renato Cajá, apareceu com Joilson e Jadilson, levou fé em Makelele. Chegou em outubro sem os dois laterais, um volante de confiança, a base do futebol competitivo dos nosso dias.
Olhando a lista, examinado, somando os jogadores, o Grêmio parece estar no lugar que merece. Não pela história do clube, mas pela realidade. Pelas idéias de futebol da direção.
A direção plantou, adubou e colheu.
Imaginou que traria um técnico diferenciado. Pensou bem.
Na prática, porém, o treinador se mostrou tão comum quanto a grande média dos técnicos brasileiros. Seu currículo de vencedor é vasto. Em Porto Alegre, no entanto, sua performance é desanimadora.
Você julga. Mas os resultados exigem mudanças radicais no futebol do Olímpico.
O Grêmio de Kroeff perdeu tudo em 2009. Perdeu muito antes de disputar os títulos. Nunca pisou nas decisões. Ficou perdido à beira do caminho.
Nas contas do torcedor, 2009 é uma temporada, é um ano perdido.
Bola Dividida é a coluna dos repórteres da editoria de Esportes de Zero Hora, editada por Luiz Zini Pires. Informações, comentários e análises sobre o futebol e outros esportes.
Leia os termos e condições deste blog

Camisa Cruzeiro 2009Prospin8 x R$ 19,99

Barbeador Philips HQ-7320Plug Informatica10 x R$ 31,58
Microondas Home Leader P70B17APExtra.com.brR$ 163,93

Mochila de Notebook Targus RGS012KaBuM!12 x R$ 12,49

Western My Passport Essential WDME5000 500 GB ExternoPlug Informatica10 x R$ 43,32
Dúvidas Frequentes | Fale conosco | Anuncie - © 2009 RBS Internet e Inovação - Todos os direitos reservados.