[vim abrir as janelas aqui do blog e deixar um texto. saudades daqui!]
Eco chatinha
Confesso que sou uma defensora da natureza. Claro que não largarei tudo amanhã para embarcar num navio do Greenpeace, mas admito que me encaixo na versão light dos “ecos” que existem por aí, interessados nos cuidados com esse mundão que nos abriga. Ponto para nós.
Qual é a parte que me cabe nisso? Coisas tão simples que já não consigo me ver sem fazê-las. Reciclar o lixo em casa já é básico; separá-lo por itens [papel, orgânico, plásticos e afins] facilita e muito. Levar de casa a própria sacola para as compras, apesar da estranheza inicial, já virou rotina. Economizar água nem se fala. Não jogar nada no chão. Usar rascunhos. Apagar sempre as lâmpadas. Isso não é nada de extraordinário, mas quem lembra?
Essa disciplina toda não apareceu assim, do nada. Fazer várias matérias, ler sobre o assunto e conhecer pessoas que trabalham e vivem disso me ajudaram a criar essa consciência ecológica que já é um hábito, nem percebo. Me irrito ao ouvir uns “ah, não posso fazer nada pra ajudar” ou “o que faço é pouco, nem vai importar”. Cuidar do seu espaço e torná-lo mais agradável para si e os seus [e nem estou pensando no legado para os filhos e netos] é o mínimo que podemos fazer. O mínimo.
Ser uma formiguinha no meio de pessoas que não fazem nada disso não me afeta, ao contrário, me orgulha. Sei que existem várias outras espalhadas por aí e que como eu, fazem a sua parte e tem consciência do seu papel. Um beijo e até breve.
até breve.
=)
cada uma com o seu anel!Foto: eu. e eu também |
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Descobri-me uma anfitriã. Juro! Não há coisa mais gostosa para alguém que adore pessoas e a própria casa receber os amigos no conforto do lar. Mais especial ainda é quando o encontro reúne as top.meninas para ver um filme [Sex in the city, oba], bebericando espumantes, comendo brigadeiros e jogando conversa fora. A-do-ro!
Arrumar a casa para isso é o mais prazeroso. Separar as taças, fazer um agradinho, comprar flores, perfumar o ambiente com incensos, uma musiquinha para começar e a felicidade reina no meu lar. O apoio do namorado nessas horas é fundamental [nesse caso, aula até tarde] e a casa é nossa.
Quem me conhece, de verdade, sabe que um dos meus grandes prazeres, além de mimar bem os meus convivas, é agregar cada vez mais as minhas amigas. Nada de ficar restrita a um só grupo, a ordem é diversificar. É nessas horas que a ‘amiga de anos’ conhece a ‘queridona da pós’ que também é apresentada para a ‘menina daquela pauta’ e assim vai. Nessas horas, conhecer pessoas de mundos, vidas e estilos diferentes é uma mão na roda. Ficar de cantinho só observando o assunto e ver que o meu mundo [e conseqüentemente o delas] vai se aglomerando é bom demais. Mais gente na minha vida, mais assuntos, mais novidades. =)
Penso seriamente em instituir a ‘quarta das meninas’, algo como o Clube do Bolinha ou a ativação do nosso “Fala Mulherada”, a reunião das amigas amicíssimas. Algo sério, profi. Um filme toda semana, guloseimas e o exercício da conversa, dos conselhos e das risadas [aquelas, de doer a barriga]. O único imprevisto é que o número de convidados não pode passar de cinco [exatos lugares confortáveis na sala] e acordar de mini ressaca em plena quinta feira não é sempre uma boa... ah, mas como compensa.
p.s: Ah, e a Carrie...
luz negra. |
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Não dá para negar que a vida de solteiro tem os seus atrativos. Coisas simples, mas que como é de praxe em praticamente todo ser vivo, a gente só da o devido valor depois que sentimos falta da mesma. Sair de casa à noite sozinha é uma dessas situações.
Tem gente que acha isso o cúmulo do absurdo. Outros saem tanto sozinhos que o casal só fica junto estando separado, ou algo mais ou menos assim. Eu acho isso muito saudável, mas não é algo que faça com freqüência ou me deixe paranóica quando acontece. É como se fosse uma brecha, um respiro na vida dos dois e faz tão bem...
Sair sozinho para uma balada tem as suas peculiaridades. Primeiro, e isso no meu caso, que o sozinho nunca é totalmente desacompanhado. Aqui é só uma desculpa para arrastar a tiracolo uma amiga que chegou à cidade ou alguém que queira te fazer companhia quando um dos dois simplesmente prefere ficar em casa, longe dos agitos de uma noite lá fora. Segundo, e mais uma vez no caso desta que vos escreve, é nessas oportunidades que eu consigo fazer o meu ‘network’, conversar com as pessoas, saber das novidades e até descolar pautas [elas surgem em qualquer lugar]. Acompanhada, não poderia simplesmente sair arrastando meu namorado para todos os cantos, como se ele fosse um boneco e fazendo-o passar por essa que é uma característica minha: falar e muito. Cadê a diversão? Ah, e sempre rola também a dúvida sobre o bem estar do outro: será que ele está gostando do papo, das pessoas, quer ir embora, está com sono, acorda cedo amanhã?
Outra coisa que a balada solo proporciona é uma sessão revival, só que só das coisas boas. Nada de não ter hora pra voltar pra casa, encher a cara e pagar mico [solteiros cometem essas infrações um pouco mais do que os enamorados, sabia?] ou xavecar quem quer que seja só pra não estar sozinho no final. Decadência! Agora a gente só pega a parte boa disso tudo, que é dançar, ouvir a banda que se gosta, colocar o assunto em dia e voltar pra casa logo e feliz, com a bateria recarregada e louca pra contar as fofocas [as da noite são sempre as melhores, hehehe]. Sem ressaca, olha que maravilha!
Ultimamente ando com certa nostalgia da minha notívaga adormecida. Como não sou solteira e nem tenho pique e paciência para virar arroz de festa [ou balada, para entrar melhor no contexto] vou aplacando as saudades em doses homeopáticas, onde geralmente levo as sandálias para passear, mas sempre de olho no relógio, para não abusar.
Beijo.
azulada; gaseificadaFoto: autoretrato. |
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Adoro filmes, isso já foi dito aqui e repetido a exaustão. Nos levam pra outro lugar, nos fazem pensar, ajudam a passar o tempo e quase sempre nos ensinam algo, nem que seja implicitamente.
O último filme que mexeu comigo tem uma história diferente, imagino que nunca tenha sido feita e me tocou. “Wristcutters - a love story” [traduzido para “Paixão Suicida”] é o nome do próprio. Para onde vão as pessoas que se matam? O que elas fazem nesse lugar? Não falarei mais pra não perder o impacto, mas a cena inicial já me fez prender a respiração. Sei que sou exagerada, mas se pudesse indicaria-o para todo mundo, já que um filme que te deixa agoniado e incomodado é muito melhor do que uma comédia sem graça onde a gente tem que rir pra não se passar por idiota.
Ah, é uma espécie de comédia, só que inteligente. Não mostra pessoas morrendo, nem tiros, estilhaços ou gente amputada. É só uma visão interessante sobre a vida e o amor. Fofo até.
Enfim, eis a dica! Uma bela maneira de se valorizar essa vida toda que ta aí
[sim, fiquei meio piegas depois de assisti-lo]
um vaso de flores revistasFoto: euzita, curtindo meu cantinho |
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[ok, ok. sei que estou sumida daqui já faz um tempinho, mas é que precisei cortar algumas coisinhas para priorizar outras e como a saudade foi maior, cá estou!]
* esse é um daqueles que gosto e vai pras meninas de hoje à tarde na academia, falando sobre o amor e também felizes! =D
Você já parou um dia pra pensar o que é felicidade? Esse sentimento que todo mundo fala um monte, que sentimos quando menos imaginamos e que é único e sincero? Dá pra definir o que é isso? Não falo sobre essa pseudo-alegria e bem estar imediatos que a gente vê em propagandas, revistas e comerciais, quando todo mundo ri de tudo e só alcançam a felicidade as pessoas que tem o carro tal, que são magras, usam roupas caríssimas ou vivem viajando e torrando dinheiro. Falo da felicidade real, que a gente sente quando alguma coisa boa te faz bem e que acontece na vida de gente comum, assim como eu e você.
Felicidade. Segundo o Aurélio, significa ‘qualidade ou estado de feliz, ventura, contentamento’. Convenhamos que não é a melhor definição para o sentimento, mas dá pra aceitar. O nome é meio piegas, simples, injusto até para todas as coisas boas que ele traz. Quem está feliz é mais tranqüilo, risonho, bem humorado, calmo, sorridente... E feliz. Pessoas de bem com a vida e consigo mesma são assim. Gente do bem é feliz. E as bem resolvidas também. Crianças, na maioria das vezes, são felizes_ e deixam os outros idem.
Existem dois tipos de pessoas felizes: as que realmente são_ e não forçam nada pra que isso aconteça_ e as que são ‘seres felizes’. Um ‘ser feliz’ é facilmente identificado: é aquela pessoa que não é, mas faz de conta que está e todo mundo percebe. É a pessoa que quer ser amiguinho de todo mundo, fica rindo sem motivo, quer se enturmar. Ser ‘feliz’ é quase como ser um idiota, mas bem disfarçado. A graça disso tudo é ser feliz de verdade.
O que lhe faz feliz? Vale lembrar que aqui só entram as coisas que temos e não os desejos impossíveis, que nem sabemos se um dia teremos ou não. O que importa é ser feliz agora _ mas de verdade, sem querer se enganar ou enrolar os outros_ com as coisas que temos e conquistamos na vida. As coisas que com o tempo fomos identificando como aquelas que nos fazem bem, nos deixam sorrir do nada no meio da tarde ou cantar uma música que se gosta, ver as pessoas que se ama, contar nos dedos das mãos o nome das suas amigas, rever fotos, ver filmes... Eis a minha felicidade: descobrir e curtir essas coisas todas que gosto e que me fazem bem.
Todo mundo tem isso, a sua listinha das coisas que se gosta, que lhe faz bem e merecem acontecer muito mais vezes. Concordo plenamente com o ditado que diz que “A felicidade encontra-se nas pequenas coisas”. E não é que é mesmo?
Eis o cara! |
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Saber conversar é uma arte, tão indispensável que deveria ser disciplina escolar. Conversar com pessoas que a gente não conhece ou não tem assunto é uma arte elevada à décima quinta potência! Não é só o caso de ter conhecimento, informação e saber passar as idéias para quem divide conosco o papo. O buraco nessas ocasiões é bem mais embaixo.
Pra começar, o que conversar com uma pessoa que a gente muitas vezes não sabe o nome, onde trabalha, quais os hobbies? Inflação é chato demais. Novela geralmente é coisa de mulher e nem todas gostam. Futebol, política e religião são motivos de briga. A chic Glória Kalil já disse que falar sobre os d’s é a morte: doença, dieta e dinheiro. Nos resta o que então?
Mega Sena. Eis o assunto salvador das ‘rodinhas-onde-não-se-sabe-o-que-falar’. É tiro e queda. Fiz o teste numa festa de trabalho do meu namorado e quando chegou o momento crucial, só fiz uma perguntinha: “Gente, e o que vocês fariam com a grana da Mega Sena?” [isso na época em que ela estava acumulada em astronômicos R$ 55 MILHÕES de reais].
Pronto, o final da noite já estava garantido. Impressionante como todas as pessoas têm os seus planos e sonhos com a bolada. Viagens, compras, casa própria [aqui, em Paris, na Conchinchina], carros, brinquedinhos tecnológicos, caridade, plásticas, tudo o que o dinheiro pode comprar está na lista dos sonhadores “megasênicos”. Nessas horas, todo mundo é consciente, seguro, dono da razão. Queria ver na hora em que se confere o bilhete e os números todos batem, num seqüência maravilhosamente feliz. Não dá nem vontade de imaginar...
Como tudo o que é bom dura beeeeem pouco, principalmente os sonhos, uma hora a gente volta pra realidade e percebe que a vida é essa mesma, se virando pro salário durar até o final do mês e aumentando a lista dos projetos que algum dia podem se realizar. Ah, e o principal disso tudo: alguém aí jogou essa semana?
A indicada, =)Foto: io |
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Pois é, também fiquei sabendo disso meio assim, de sopetão. Um mail ontem pela manhã da Lelê, nossa chefamiga, me pegou de surpresa. Mas como assim ela escrevia "você é finalista de melhor apresentadora do prêmio Acaert. Hoje á noite, as 19 e meia no Baía Norte. Leve o namorado e BOOA SORTE!"? Adorei.
Nem me lembrava dessa inscrição, mas enfim, foi feita. E eu estava lá, finalista do tal prêmio. Só conseguia pensar 'Meo Deos, meo deos, o que é isso?'. Nunca ganhei nada... a não ser sei lá, miss Simpatia no colégio ou uma máquina de costura num sorteio, mas nunca ganhei nada de legaaal. E me vejo finalista, finalista... caraca, isso deve ser bem legal hein? Alguém consegue racionar num momento desses?
Ainda tô meio chocada, sem entender a dimensão que isso pode ter pra mim, pras coisas que eu quero, pra me dar um ânimo absurdo para querer gravar mais, falar mais ainda, inovar um tanto, dar um gás. E olha, se esse realmente for o objetivo desses prêmios, estão de parabéns os idealizadores. Não tem coisa melhor do que isso pra mexer com uma pessoa, hehehehe.
Levei a placa que ganhei para os meus pais verem hoje. Sabe aquela coisa de querer dividir e agradecer pelas oportunidades? Queria que essa mesma plaquinha fosse meio que dividida com a equipe que trabalha comigo e a empresa que me dá a liberdade de fazer o que gosto e tals. Taí, já achei o discurso caso precise falar, hehehe.
Beijo.
p.s: o resultado sai no dia 14 de agosto. Até lá, é ir tocando a ficha e continuar as mil gravações.
ela. |
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Enquanto a minha roupa está na máquina, tô aqui vendo num desses programas matutinos de fofocas que não interessam à ninguém uma matéria gigantesca sobre a srta. Amy Winehouse, a segunda celebridade mais fotografada depois de Lady Di [acredita?]
Tento entender ou ao menos dimensionar o tamanho do estrago que a pessoa fez na vida. Uma mulher bonita, saudável, com uma voz de deixar qualquer um de queixo caído e um estilo que é só dela conseguiu se auto detonar. Que me desculpem os fãs e apaixonados pela cantora, mas não dá pra explicar o que é isso gentem... De que adianta ter 30 milhões na conta se sua expectativa de vida não passa dos seis meses? Qual a graça em se ter dois albúns de sucesso, com mais de 10 milhões de cópias vendidas se a própria gravadora está apavorada com o terceiro, que segundo eles têm músicas que mais parecem um 'testamento musicado"?
Alguém avisa que já deu, cansou e pelo andar da carruagem a gente tá só esperando ela bater as botas? Pais da menina, ajam! Levem a moça para a casa da avó. Retirem aquele ninho de rato da cabeça dela, façam-na tomar um banho bem quente de banheira, vistam-na com um roupão bem confortável, entupa-a de bolos, comidinhas caseiras e sucos de frutas, dêem colo e a abracem bastante. Se ela começar a chiar, nada como um isolamento básico, com pizzas embaixo da porta e voto de silêncio, hehehe.
Gosto de ouvi-la, acho que as músicas são únicas e tals, mas acompanhar e idolatrar uma pessoa descontrolada e sem noção do ridículo é pedir demais pra qualquer pessoa com senso de qualquer coisa. E senso é uma coisa que aprendi já tem um tempinho...
beijocas
=*
sapatilhasFoto: eu mesma. |
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Estive ontem em Joinville, gravar algo para o programa sobre o Festival de Dança.
O chato é que no dia de abertura não tem nada legal acontecendo, pois as pessoas estão chegando e caso eu não feça nada alí, mostro só o que rolou e não o que tá rolando ali, no momento, "chamando" as pessoas a comparecerem. Dei sorte de achar pautas boas e imagens inesquecíveis [ao menos na mente].
. Alguém lembra como é uma bailarina? Já se vestiram no colégio ou apresentação de final de ano do baby class? Como não achar o máximo a meia calça, collante, coque no cabelo e a maravilhosa sapatilha de ponta, cor de rosa bem claro, quase nude? E se agora as meninas colocam mais um monte de roupas e acessórios onde ficam mais parecidas ainda com umas bonecas?
Só me lembro de ter dançado jazz na infância. Não aguentava a calmaria e as mil repetições dos pliés ou "segura a melancia", mas sou uma bailarina enrustida. Confesso. Sou louca pelas sapatilhas e o porte de gazela das moças.
Ver um monte de bailarinas e meninos de sapatilha por pouco mais de duas horas me deixou leve e extasiada. Movimentos impecáveis, passos firmes, rodopios precisos e a aura de vários bailarinos bailando ali, na minha frente. E isso foi apenas o ensaio... Ver o ensaio também do 'Lago dos Cisnes' foi algo arrepiante.
adorei!
p.s: Um pedacinho do meu deleite passa no sábado, é claro! Ganhei até elogio da Lele, hehe.


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