
Documentário na íntegra - O Legado Lutzenberger

Jogue o game online Casa Eficiente, da WWF

Conheça as vitórias e a história da Sea Shepherd
Foto: Tim Korte, AP |
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Uma empresa norte-americana lançou uma linha de caixões inspirados na defesa dos direitos dos animais. As peças, construídas por Dienna Genther, de 44 anos, não levam metal ou cola de origem animal na fabricação.
Até aí tudo muito legal. O problema é a besteirada (na minha opinião) que vem depois. É que os caixões são decorados com pinturas feitas à mão e frases que identificam o cliente como militante das causas animais. "Eu salvei 500 animais" e "Membro vitalício da Peta" são alguns dos textos inscritos - a iniciativa tem apoio do grupo Peta (Pessoas pela Ética no Tratamento dos Animais).
Poxa, não basta o cara morrer, ainda vai ser enterrado em um caixão desses! Quem vai ver essas mensagens depois, os vermes? O cara que compra um caixão assim parece mais que está querendo aparecer.
Claro, para o Peta, o negócio tem um objetivo. As peças custam de US$ 620 a US$ 670, um dinheiro que pode ser empregado na verdadeira luta pelos animais. O porta-voz do grupo, Michael McGraw, diz que a organização tem cerca de 2 milhões de membros - mercado potencial para a as peças.
E vocês, acham que iniciativas como um caixão com mensagens ecológicas ajuda o ambiente?
Este sábado, 6 de dezembro, é o Dia Global de Ação frente às Mudanças Climáticas. Milhões de ativistas no mundo todo vão agir para mostrar o quanto se importam e cuidam do nosso planeta, e para apontar a urgência em resolver a crise climática atual.
O Núcleo Amigos da Terra/Brasil está promovendo um encontro aberto à comunidade e chamando amigos, simpatizantes, sócios e ativistas em geral em Porto Alegre para celebrar e fortalecer soluções reais que respondam ao desafio de como viver (BEM!) na cidade em tempos de caos climático. A ação local será na CaSaNaT (futura sede dos Amigos da Terra, na Cidade Baixa, em Porto Alegre).
Serão compartilhadas reflexões e práticas sobre temas como "caos dos automóveis", "agrocombustíveis", "edificações sustentáveis" e "agricultura urbana".
O Amigos da Terra Internacional sugere ainda uma ação online. A idéia é que todos visitem o vídeo abaixo e deixem comentários, com expectativa de que, no sábado, o vídeo sobre mudanças climáticas possa ser o mais comentado do YouTube.
Foto: reprodução |
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A Bionat começa nesta sexta (dia 28/11) nos Armazéns do Cais do Porto, em Porto Alegre. O evento, que ocorre até 30 de novembro, vai reunir a I Feira de Produtos Orgânicos, Fitoterápicos e Plantas Medicinais da Região Sul e I Feira de Fitoterápicos do Mercosul, Mostra de Turismo Rural, Ecológico e Sustentabilidade Sócio-ambiental.
A feira terá atividades realizadas por organizações da sociedade civil e espaço para degustação e oficinas de culinária com produtos orgânicos. Uma boa pedida para quem se preocupa com o ambiente e com o que põe no prato.
Mais informações: (51) 3228 8692 ou pelo e-mail info@bionatexpo.com
Foto: Adriana Franciosi |
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Artistas, ambientalistas, estudantes, profissionais de todos os níveis, integrantes dos movimentos sociais e de bairro e a população em geral vão se reunir neste domingo, dia 23 de novembro, a partir das 10h, em frente ao Monumento ao Expedicionário, no Parque da Redenção. O objetivo é fazer uma manifestação em defesa do veto à lei que permite a construção de prédios residenciais na Orla do Guaíba, dentro do projeto do Pontal do Estaleiro.
No dia 26 de novembro se encerra o prazo para a Câmara dos Vereadores apresentar ao prefeito José Fogaça a redação final desta lei. A partir de então, o prefeito terá 15 dias para sancioná-la ou vetá-la.
Durante a manifestação, os freqüentadores do Brique da Redenção poderão aderir ao abaixo-assinado contra o projeto na Orla do Guaíba. Mais informações com Paulo Guarnieri, do Fórum Municipal das Entidades, pelo fone (51) 9162-3548 ou pelo email forumpoa@ymail.com.
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Sem uma lei que proíba a exportação de lixo eletrônico tóxico nos Estados Unidos não há maneira de saber se os antigos celulares, computadores ou televisores originados nesse país não acabaram em alguma aldeia pobre do mundo em desenvolvimento, onde moradores desesperados desmontam os aparelhos à mão para recuperar parte dos valiosos metais que o compõem.
Alguma vez você já pensou que seu velho televisor pode estar envenenando uma criança na China, ou que seu antigo computador esteja contaminando um rio na Nigéria?
Estima-se que os Estados Unidos produzem três milhões de toneladas anuais de lixo eletrônico. Os norte-americanos compraram cerca de 30 milhões de aparelhos de TV desde janeiro, quantidade que será maior no próximo ano, quando todas as redes de televisão do país passarem ao sistema digital. Assim, para onde irão os televisores velhos e indesejados? Segundo reportagem da IPS, boa parte desse lixo vai, por contrabando, parar em países em desenvolvimento - o chamado 3º mundo.
Preocupado com esse problema, um pequeno grupo de pessoas aliou-se com uns poucos recicladores para garantir que o lixo eletrônico possa ser tratado com responsabilidade, criando um programa de certificação (e-Stewards). Anunciado este mês, os e-Stewards são recicladores de lixo eletrônico certificados por uma terceira parte independente, algo crucial em uma indústria que nem sempre usa a verdade na busca da imagem de responsabilidade social.
Foto: reprodução |
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Hollywood, uma das gigantes da indústria cinematográfica, está trabalhando para ser mais ecológica. Pelo menos essa é a proposta do "Hollywood Goes Green", o evento que vai debater em dezembro formas de tornar a produção de entretenimento para a grande tela mais ambientalmente responsável.
Segundo o site do evento, Hollywood tem intensificado seus esforços para introduzir práticas empresariais de preservação do meio ambiente e para eliminar o aquecimento global. O objetivo é garantir um desenvolvimento sustentável que não comprometa as gerações futuras.
A discussão de alternativas verdes já iniciou, no iHollywood Forum.
Orla do Guaíba na Usina do GasômetroFoto: Ronaldo Bernardi |
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O projeto Pontal do Estaleiro está motivando polêmica em Porto Alegre. Conforme o jornal Zero Hora, a proposta é a construção de um complexo de 60 mil metros quadrados, com prédios comerciais e residenciais de até 12 andares na área do antigo Estaleiro Só, entre a Avenida Padre Cacique e o Guaíba, no bairro Cristal.
Os defensores da obra salientam a revitalização do local e sua reutilização pela população. Estão previstos investimentos de até R$ 150 milhões. Eles argumentam que a distância que os prédios ficarão da orla do Guaíba - 60 metros - garante que não haverá impacto para o ambiente. Por outro lado, diversas entidades ambientalistas e moradores da região contestam a obra, desde o tipo de uso dos prédios (habitação ou comércio) até a própria construção em si.
Dentre os argumentos, eles defendem que a construção causará grande impacto ao ambiente, formando uma barreira artificial que impedirá a passagem dos ventos e da luz do sol, além de aumentar a produção de esgoto. O empreendimento, segundo eles, também inviabilizaria a implantação de um grande parque para toda população da cidade.
As entidades ambientalistas estão unidas na tentativa de impedir a obra. Elas organizam um abaixo-assinado virtual contra o projeto.
Na quinta-feira, a Câmara Municipal de Porto Alegre decidiu desmarcar a votação do projeto, prevista para ocorrer no dia 12 de novembro. A votação do Pontal do Estaleiro ficará paralisada até que haja decisão preliminar sobre o mandado de segurança que visa suspender a tramitação do projeto.
E você, é a favor ou contra a obra? Opine nos comentários.
Foto: reprodução |
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Essa eu quase publiquei no blog Mundo Insólito. Um site da internet (neste link) está fazendo uma campanha no mínimo diferente pela economia de água. Ele pede que as pessoas tapem um furo do seu chuveiro.
A idéia é simples: se uma pessoa tapa um furo de seu chuveiro, isso não terá o menor impacto no seu banho; no entanto, se 65 pessoas taparem um furo, a soma fará com que um chuveiro a menos esteja gastando água no planeta.
Isso ocorre porque, segundo o site, um chuveiro tem, em média, 65 furos. Então, 65 furos tapados = um chuveiro a menos. Não sei se o negócio funciona, mas para mim tem muita lógica. Físicos, eletricistas e encanadores que estejam lendo esse post, por favor, esclareçam-nos.
A página contabiliza todos que "aderem" a campanha e faz o cálculo do número de chuveiros que está sendo reduzido. Ela também solicita que os participantes espalhem a campanha pela internet, e enviem comentários, fotos e vídeos explicando como fizeram para tapar um furo do chuveiro. As experiências serão compartilhadas no site.
Como o meu chuveiro já está velho, ele funciona quase com um furo só. Então, estou colaborando com a campanha, mesmo se eu não quisesse.
Mas e vocês, pretendem tapar um furo do seu chuveiro? Acreditam que iniciativas como essa têm efeito verdadeiro?
Opinem nos comentários.
Foto: reprodução |
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Microcomputadores livres de chumbo, econômicos no consumo de energia e cujos componentes são totalmente recicláveis. Estas são algumas das características dos "micros verdes", computadores ambientalmente sustentáveis e que, em breve, estarão sendo utilizados por professores, alunos e funcionários da Universidade de São Paulo (USP).
A USP investirá cerca de R$ 2,4 milhões na aquisição de duas mil máquinas, que serão fornecidas pela Itautec, empresa vencedora de um processo de licitação ocorrido no último mês de setembro. A assinatura do contrato marca o início do uso de um "Selo Verde" pela USP.
De acordo com a professora Tereza Cristina, inicialmente, os Selos Verdes serão colocados nos computadores adquiridos da Itautec, mas a idéia é estender para impressoras e switches (equipamento usados na conexão de computadores em rede). A professora Tereza lembra que os computadores comuns têm em sua composição materiais como ferro, alumínio, cobre, zinco, estanho, níquel, chumbo, cobalto, prata e até ouro e caso não seja feito o descarte adequado, esses materiais podem contaminar o ambiente e os seres humanos.
Segundo a Envolverde, os micros verdes (desktop + teclado) apresentam características especiais, desde os parafusos, até os cabos e conectores recicláveis. A cerimônia de entrega deverá ocorrer em meados de novembro, em data que ainda será definida.
A equipe de Ambiente do clicRBS – André Crespani, Guilherme Neves e Paula Sperb – troca com os leitores dicas sobre o que fazer para agir com consciência ambiental. Além disso, os conteúdos do canal de Ambiente são analisados sob um enfoque crítico e questionador, buscando compreender a relação de cada fato com a vida de todos nós
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