Foto: Divulgação |
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O novo álbum do Dead Weather será lançado em abril. Conforme a BBC 6 Music, a banda vem trabalhando no material desde o ano passado.
Jack White contou que a gravação está na finaleira e que a mixagem começa nas próximas duas semanas. O disco ainda não tem nome. O primeiro single, Blue Blood Blues, terá vocais dele.
O Dead Weather, você sabe, é a vocalista Alison Mosshart (The Kills), o baixista Jack Lawrence (Raconteurs), o guitarrista e tecladista Dean Fertita (Queens of the Stone Age) + White (bateria).
Foto: Reprodução |
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Vai ter guitarra no carnaval!
A edição gaúcha do Grito Rock América do Sul 2010 rola nos dias 13 e 14 de fevereiro, a partir das 15h, no Brique da Redenção, no Bom Fim, em Porto Alegre. O festival faz parte de uma ação integrada entre núcleos de música de mais de 70 cidades brasileiras e sul-americanas. No país do samba, o projeto tem base no Circuito Fora do Eixo, uma cadeia produtiva de cultura urbana presente em todo o território nacional.
Em POA, as edições de 2008 e 2009 ocorreram em espaços privados (leia nos links abaixo). Agora, o evento volta-se para a rua e para o povo, bem no meio da ebulição cultural do Brique. No palco que será montado nas proximidades da rua Vieira de Castro, serão realizados shows diários com artistas locais, nacionais e do Uruguai. Um dos destaques é a big band Funkalister. 
Funkalister. Foto: Divulgação
Sábado 13/02 | Domingo 14/02 |
Catavento de Bolso (Esteio - RS) | Megadrivers |
LeChevais | LAB |
Calibre | Tapete Persa |
Laranja Freak | Sonido Top (Montevidéo - UR) |
Stereologica (Niterói - RJ) | Cucastortas (Caxias - RS) |
A Ninguenzada (Blumenau - SC) | Funkalister |
–––––––––––––––––––––––––– | Reverba Trio |
A festa de lançamento do Grito rola na quinta-feira, dia 11/02, dentro da SubPop, no Cabaret.
Saiba mais sobre o festival:
http://www.associacaosonarcultural.wordpress.com
http://www.gritorockpoa.blogspot.com
Leia mais sobre o Grito Rock POA aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
Show do Radiohead em São Paulo em 2009Foto: Marcos Hermes, Divulgação |
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O Radiohead já teria um novo álbum em mãos. Conforme o blog da jornalista Jia-Rui Cook, do LA Times, o sucessor de In Rainbows teria sido gravado durante três semanas no estúdio da casa do produtor Nigel Godrich, em Hollywood Hills. O objetivo da banda teria sido fugir do rigoroso inverno inglês.
Cook informou que a banda chegou a fazer uma festa no último dia 30 de janeiro na casa do produtor.
– Vi Beck, Salma Hayek e Danger Mouse conversando em volta da piscina. Thom Yorke brincava com seu iPhone e colocava músicas dos Rolling Stones – escreveu a jornalista...estranho, não???
O post original foi retirado do blog rapidamente, mas o lance já havia sido disseminado nas internets por diversos veículos (tipo este e este). Ou seja, tudo pode ser a joke.
>>>>> Mais Radiohead
Foto: Reprodução |
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E saiu ontem o novo clipe do Massive Attack. Pô! Esse blog até parece minuto-a-minuto do Massive!! Mas como ignorar uma das melhores bandas do mundo EVER???
A arte do vídeo de Splitting The Atom (a música já havia sido liberada antes) é uma explosão (quase atômica) suspensa e de beleza icomparável. E o personagem é o legítimo killa bunny!
A direção de Edouard Salier apoia-se na arte gráfica computadorizada comum aos games. E o que seria do cinema atual e dos clipes mais legais dos últimos tempos sem essa tecnologia? Radiohead bem sabe...
>>>>> Mais sobre a banda
Foto: Divulgação |
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O Massive Attack disse à BBC 6Music que planeja liberar um EP em maio, pouco depois do lançamento do novo álbum, Heligoland, marcado para 8 de fevereiro.
Robert “3D” Del Naja falou que algumas faixas desse EP ficaram de fora de Heligoland, então... mas também disse que, provavelmente, o disquinho terá músicas inéditas.
Uma delas poderá ser Red Light, composta junto com Guy Garvey (do Elbow), um dos convidados do novo álbum – que também tem participações de Damon Albarn (na faixa Saturday Come Slow, que você ouviu aqui), Martina Topley-Bird, Hope Sandoval (Mazzy Star), Horace Andy e Tunde Adebimpe (TV On The Radio).
>>>>> Mais sobre a banda
Capa de Valleys Of NeptuneFoto: Reprodução |
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A música inédita Valleys Of Neptune, que também dá nome ao novo disco de Jimi Hendrix, já está online. O álbum tem gravações de estúdio que datam de 1969, ano anterior à morte do guitarrista (aos 27 anos, em Londres), e será lançado dia 9 de março no Reino Unido. Há meses, foi divulgado que o material teria canções já conhecidas de fãs devido a gravações piratas, além de mais de 60 minutos de sons inéditos.
Entre as 12 faixas do disco, há covers de Sunshine Of Your Love, do Cream, e Bleeding Heart, do compositor Elmore James, além de versões de composições originais de Hendrix como Ships Passing Through The Night e Lullaby For The Summer. O som abaixo seria Valleys....
Metallica tocou pela segunda vez em Porto AlegreFoto: Tadeu Vilani |
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Atualizado às 13h54min do dia 29/01
O primeiro show do Metallica dentro da World Magnetic Tour no Brasil, em Porto Alegre, começou por volta das 21h50min de hoje, com um pequeno atraso, mas de forma absolutamente explosiva. Um tapão na orelha! O pé na porta do Parque Condor foi com a clássica Creeping Death.
O vocalista e guitarrista James Hetfield convocou o público (cerca de 25 mil pessoas) para uma noite hiper-sônica desde início, praticamente incendiando a galera, que já estava quente antes mesmo da banda subir ao palco (veja o primeiro vídeo). Na mesma onda, os parceiros Lars Ulrich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) e Robert Trujillo (baixo) deram ainda mais peso ao vivo para o naturalmente som pesado da banda.
O show (o segundo da banda na cidade - o primeiro foi em 1999) foi encerrado por volta da 0h15min desta sexta. Depois, houve um ENGARRAFAMENTO MONSTRO nas imediações do Parque Condor, principalmente na Av. Severo Dullius, em frente ao Aeroporto.
Depois de 11 anos da última passagem dos caras por aqui, o desejo dos fãs era de ouvir as músicas mais antigas. E o Metallica sabia disso. Quando o primeiro acorde de Creeping Death ecoou no Parque Condor, quem estava lá esqueceu a lama, o cansaço e qualquer outro detalhe. Em seguida, veio For whom the bell tolls. Muito peso.

GAFE! James Hetfield tem muita presença de palco, e continua com a mania de chamar os fãs de amigos. Bacana. Mas se perdeu quando aparentemente esqueceu a apresentação que fez no Jockey há 11 anos:
– É a nossa primeira vez aqui. Finalmente!
O público nem deu bola. Ainda mais que, depois, eles tocaram The Memory Remains. A galera mostrou que não conhece apenas os clássicos dos anos 80 e 90. O setlist (veja abaixo) era variado e, logo em seguida, a banda executou com maestria uma das baladas mais clássicas do heavy metal: Fade to Black.
O Metallica de hoje não é o de 20 anos atrás. A idade pesa. Depois de uma música, um tempo para descansar. Um pouco menos de pegada. Mas o legal é ver como eles conseguem, mesmo com todos estes anos de estrada, fazer um show inesquecível. Comandam a platéia muito bem, fazem todos se sentirem em casa.
Lars Ulrich ainda é um grande baterista e continua sendo o maestro do show. Kirk Hammet toca muito, e deixou isso bem claro. A voz de James Hetfield continua a mesma, e olha que o telão mostrou bem as rugas deste senhor. Robert Trujillo não é Jason Newsted, e muito menos Cliff Burton, mas mostrou ter condições de tocar em uma das maiores bandas da história do rock, tanto nas batidas quanto nos backing vocals.

Muito carismático, James continuou conversando com o público. Disse que ouvira que os brasileiros gostam de música pesada. O público concordou. Foi a deixa para Sad But True, que levantou o público. Não é a música mais pesada da banda. Mas foi pesado. E muito. Tanto que, no final, o vocalista largou a arriada:
– Desculpem se foi muito pesada.

Como se pode ver na imagem abaixo, o setlist era variado. Em sua maioria, composto de clássicos e algumas músicas do novo álbum, Death Magnetic, como Cyanide. Não rolou nenhuma do St. Anger. Não era necessário. Se bem que The day that never comes, apesar de ser recente, foi uma das mais ovacionadas.
O setlist do Metallica em POA:

Um dos pontos altos do evento foi quando as luzes do palco se apagaram e barulhos de tiros foram ouvidos. E fã do Metallica que se preze sabe o que isto significa: One! O clássico do ...And Justice For All veio precedido de fogos de artifícios e fogos de verdade, que chegavam a dar um calor nos sortudos que estavam perto do palco. Emocionante. Logo em seguida, mais um clássico: Master of Puppets. O público delirava.
Show do Metallica é assim: quanto mais chega perto do fim, melhor fica. Depois de Battery, vieram duas músicas do Metallica, o Black Album do início dos anos 90: a balada Nothing Else Matters e a explosiva Enter Sandman. E não podia faltar um cover de Misfits, ótima banda de hardcore da qual Hetfield é fã: Die, die, my darling, gravada em 1998 no Garage Inc.
O guitarrista e vocalista voltou a cometer a gafe de dizer que esta era a primeira vez que o Metallica tocava em POA. Desta vez, o público chiou, até que Kirk Hammet sorriu para os fãs e apontou dois dedos, como quem diz "é a segunda, besta!". E Lars Ullrich tratou de esclarecer que nem toda a banda perdeu a memória ao dizer:
– Foi muito bom voltar a Porto Alegre, 11 anos depois.
Agora sim!
Parecia que era o fim do show. Só parecia. Fã que é fã sabia que faltava um detalhe. Como disse Hetfield, era uma música que eles precisavam tocar. O vocalista acrescentou que eram três simples palavras, que o próprio público entoou:
– Seek and Destroy!
E com este clássico o Metallica encerrou o show que com certeza ficará na memória dos brasileiros que foram ao Parque Condor. Afinal, um tapão na orelha assim ninguém esquece!
Hibria empolga na abertura
O show de abertura da Hibria (fotos abaixo) foi igualmente intenso. Os músicos demonstraram uma dedicação absoluta. A banda gaúcha apresentou músicas do álbum The Skull Collectors e faixas antigas, claramente inspiradas em Iron Maiden, contando com ótima receptividade do público.
A banda, que tem alta experiência internacional, mostrou muita energia em suas composições próprias. Não podia ser diferente, dada a importância do evento do qual eles participavam. O próprio vocalista Iuri Sanson resumiu o sentimento dos integrantes:
– Muitos dizem que o maior show da nossa banda foi no Japão. Não é verdade. Nosso maior show é este aqui! Estamos abrindo para uma das bandas que nos influenciou! 
Vídeo: Creeping Death
Vídeo: For Whom the Bell Tolls
Vídeo: Hibria abre para Metallica
>>>>> Mais Metallica
Contagem regressiva na hora da publicação deste postFoto: Reprodução, Mission Metallica |
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Atualizado às 12h
O Metallica desembarca às 16h de hoje em Porto Alegre, conforme Rodrigo Machado, diretor de Técnica e de Arte da Opinião Produtora.
Rodrigo também disse nesta manhã que a equipe de produção da banda trabalha no Parque Condor, onde foi montada a estrutura da World Magnetic Tour, desde às 06h desta quinta-feira. Esse será o segundo show dos caras na capital gaúcha - o primeiro ocorreu em 1999, no Jockey Clube.
>>>>> Veja a previsão do tempo para POA
Números do show do Metallica:
Abertura dos portões: às 17h (serão 34 entradas, sendo 30 para o público de pista e quatro para área vip e imprensa)
Horário: show da Hibria às 20h; show do Metallica às 21h30min
Expectativa de público: 30 mil pessoas
Área total: o parque tem 30 mil m², mas a área do show será de 15 mil m²
Extensão do palco: 75m de comprimento (área útil da banda de 20m x 20m), 15m de altura, duas torres de pirotecnia e um painel de LED de 20m x 8m
Camarins das bandas: dentro do Pepsi On Stage
Staff: 96 pessoas, sendo 70 só do Metallica
Banheiros: 140
Veja as fotos do local do show enviadas hoje pela Opinião Produtora:

Informações gerais:
Local: Parque Condor (Av. Severo Dullius, s/nº, em frente ao aeroporto.
Como chegar:
Carris: linhas T5 e T11
Conorte: 705 (Indústrias), B02 (Leopoldina/Aeroporto), B021 (Leopoldina/Aeroporto/Fapa), B022 (Fapa/Aeroporto/Leopoldina), B09 (Aeroporto/Iguatemi), B091 (Aeroporto/Iguatemi/Anchieta) e B56 (Passo Das Pedras/Aeroporto).
Mais informações de itinerários e tabela horária: http://www2.portoalegre.rs.gov.br/eptc/
Àqueles que desembarcarem na rodoviária:
Valor de táxi: cerca de R$ 17 (fonte: http://www.taxi.com.br/)
Trensurb: desembarcar na Estação Aeroporto
Onde estacionar:
Aero Safe Park: ao lado do Pepsi On Stage.
N Park: dentro do Aeroporto Internacional Salgado Filho.
Estacionamento ao lado do Parque Condor. R$ 15.
Saída:
- A Trensurb disponibilizará linhas extras para atender ao público. Três delas sairão da estação Aeroporto em direção a São Leopoldo à 00h10min, à 01h10min e às 02h15min. No sentido aeroporto-Centro, outros três carros partirão à 00h41min, à 01h41min e às 02h46min. A Trensurb ainda monitorará o movimento da estação do aeroporto e manterá dois trens com capacidade para 1080 pessoas em alerta em caso de necessidades extras em qualquer sentido.
- A Carris também fornecerá carros em horários especiais. Um T11 articulado sairá do aeroporto às 00h30min e dois T5, também articulados sairão às 00h30min e às 00h45min, respectivamente. Além disso, quatro ônibus estarão de prontidão no aeroporto, caso sejam necessárias mais linhas.
Recomendações:
- Escolha roupas leves e confortáveis;
- Antes de sair de casa, alimente-se e hidrate-se bem.
- Não consuma álcool em excesso antes do show;
- É proibida a entrada com objetos cortantes e grandes fivelas metálicas;
- Utilize transportes públicos para chegar ao evento como ônibus, táxi, lotação e trem.
- Chegue ao local com antecedência e localize sua entrada (Vip, Pista ou Arquibancadas Vip Cobertas); isso irá evitar confusões próximo ao início do evento;
- Colabore com a organização, evite tumultos dentro do recinto;
- Entre com cuidado no Parque Condor: evite correr e não empurre os demais;
- Ao entrar, localize as saídas de emergência, os banheiros, postos médicos e bares;
- Não atire objetos dentro do local;
- Seja paciente e compreensivo com os demais presentes;
- Em caso de emergência, acalme as pessoas ao seu redor, evite pânico e procure localizar saídas ou posto médico;
- Não será permitida a entrada com máquinas fotográficas semi-profissionais ou profissionais;
- Não será permitida a entrada com comidas, bebidas e garrafas;
- Se você tiver menos de 16 anos, não esqueça que precisa entrar acompanhado de um responsável. Não será permitida a entrada de menores de 12 anos.
Deficientes físicos: ao entrar no Parque Condor, identifique a sinalização para a área destinada aos deficientes físicos.
Confira a contagem regressiva do Mission Metallica.
>>>>> Mais Metallica
Alpha BlondyFoto: Fábio Codevilla, Itapema FM |
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“Barouh atat Adonai. Barouh aba Yeroushalaim.”
Passava da meia-noite desta terça-feira em Porto Alegre quando o músico marfinense Alpha Blondy entoou, no palco do Teatro Bourbon Country, o louvor de introdução da célebre Jerusalém. Na pista, a massa reggaeira se pôs a dançar desde então, em aproximadamente 1h20min de show.
>>>>> Veja a galeria de fotos!
O cantor africano intercalou grandes sucessos com solos de guitarra, interação com a plateia em pelo menos três idiomas – inglês, francês e português – e uma apresentação dos competentes músicos da banda tendo The Heaten, de Bob Marley, como base sonora.
Naipe de metais, dois teclados, bateria, duas guitarras, um baixo e duas backing vocals acompanharam Alpha Blondy em reggaes clássicos, como Cocody Rock, Peace in Liberia e Politiqui, além da bela releitura de Wish You Were Here, do Pink Floyd.
Ativista da paz, Alpha Blondy fez um consistente discurso contra as guerras no mundo todo, e recebeu aplausos quando parabenizou o Brasil pelo auxílio ao Haiti. Wailers abrem a noite com romantismo
O Sunsplash One Life Festival começou com algum atraso, por volta das 22h, com o show dos jamaicanos The Wailers. Liderados pelo baixista Aston "Familiy Man" Barret, contemporâneo de Bob Marley, os veteranos do reggae procuraram o melhor do acervo romântico do Mestre para dialogar com o público.
Depois da hipnose de Natural Mystic, com a qual deram boas vindas, os Wailers enfileiraram odes ao amor - com Waiting in Vain, Is This Love, Stir it Up e Jamming. Trenchtown Rock, Three Little Birds, One Love, Them Belly Full, I Shot the Sheriff e Lively Up Yourself movimentaram a pista, enquanto um breve medley oportunizou aos fãs ouvir trechos de músicas menos populares, entre elas Rat Race e Real Situation.
Somados os dois shows, foram praticamente três horas de reggae ao vivo com The Wailers e Alpha Blondy em mais uma noite de boa música e reggae de qualidade na capital gaúcha.
Vídeo: The Wailers tocam Waiting In Vain com trecho de Heal The World, de Michael Jackson, inserido.
Vídeo: Alpha Blondy abre show com a clássica Jerusalem.
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