Para quem não tem um mascote para chamar de seu, mas adoraria fazer um bichinho feliz, as leitoras Marilene e Maristela cuidam de animais abandonados ou perdidos e os oferecem para adoção. Os contatos devem ser feitos pelo e-mail maristela_stedile@yahoo.com.br A partir disso, será agendada uma visitação para que os interessados possam conhecer esses mimosos candidatos a um novo lar.
Você adora de paixão o seu mascote? Tem cenas de estripulias, poses engraçadas, ou simplesmente fotos de explícita sessão ternura com seu bichinho? Então mande para nós. Escreva para moinhos@zerohora.com.br, envie uma foto (ou várias, se quiser) com boa definição, nome de quem fez a foto e do seu animalzinho, junto com seu nome completo e endereço para a gente publicar. Ele pode estrelar as páginas do próximo ZH Moinhos.
Foi promulgada na última quarta-feira a lei que permite a permanência de mesas de bares e restaurantes até as 2h nas calçadas da Capital. A nova legislação passa a valer a partir deste final de semana e permite ainda a prorrogação de 30 minutos para a retirada dos materiais.
Isso impacta diretamente em bairros como o Moinhos de Vento, que tem na Rua Padre Chagas e suas adjacências um dos corredores mais ativos de opções de lazer e gastronomia, além da Avenida Goethe, outro reduto bastante procurado para quem quer comer, beber e se divertir.
Por não ter sancionado nem vetado a proposta - alegando divergências internas na prefeitura - o prefeito José Fogaça permitiu que a legislação fosse promulgada pelo presidente da Câmara, o vereador Sebastião Melo.
- Esse projeto divide a sociedade e o governo, pois eu sei de secretários que são contrários à proposta. Dei a minha parcela de colaboração, agora espero que os bares sejam responsáveis cumprindo o determinado na lei - declarou Melo em cerimônia realizada ontem no Palácio Piratini.
O ZH Moinhos quer saber o que você acha sobre a nova lei. Mande sua opinião para moinhos@zerohora.com.br ou deixe aqui o seu comentário.
No ZH Moinhos que chega nesta quinta-feira às bancas da região, você vai saber como foi a movimentação no Consulado Geral da Argentina em Porto Alegre, localizado na Rua Coronel Bordini, durante o último domingo, de eleições legislativas no país vizinho.
Vai saber mais sobre a situação de insegurança que anda assustando os comerciantes e usuários dos serviços da Rua Padre Chagas, nos horários de grande circulação de pessoas. E poderá ficar por dentro, também, da luta de moradores do bairro Auxiliadora, que vêm tendo problemas com o barulho produzido por bares, restaurantes e boates da região.
E, ainda, vai conhecer Daniel Tessler, um irreverente morador, apaixonado pela música e pelos prazeres que o bairro oferece em seu dia-a-dia.
Leia a íntegra das matérias em www.zerohora.com/bairros
Acordes assaz bem tocados, executados à pequena distância, podem transmitir a sensação de serem feitos unicamente para nós. É um luxo. Felizmente, possuímos ótimas opções em Porto Alegre, muitas delas no bairro Moinhos de Vento. Locais para dançar, com profissionais extraindo de seus instrumentos os tais acordes, existem também, embora menos abundantes. Entretanto, desde minha adolescência, quando conquistei o direito de “sair na noite”, além da diversão, das amizades e das paqueras, sempre encontrei outras companhias, ainda que indesejadas: o cigarro e a rinite.
Com alguma contrariedade, nunca entendi o porquê disso com clareza. Amante da dança, cheguei a pensar em morar no nordeste, pois lá havia festas de forró, axé e derivados, muitas ao ar livre. Resignei-me com o passar dos anos. Amigos fumantes me ensinaram a vê-los mais como pagantes do preço de suas escolhas do que algozes, causadores dos desconfortos nos narizes alheios.
Legal que, desde o ano passado, fomos brindados com uma grata surpresa. O Cult, casa noturna egressa da Cidade Baixa, passou a não permitir fumar em seu ambiente interno. Ali os proprietários, eles mesmos fumantes, optaram por seguir a inócua lei municipal 574, de 2007, do Fumo Zero. E com democracia. Os tabagistas podem pitar no aconchegante deck na frente do estabelecimento, encravado, hoje, às margens do Parcão. O premiado pub já foi abordado no Blog ZH Moinhos pela Kelli Pedroso e pela Angela Dal Pos, com maestria, em meados de outubro passado, a respeito de sua especial temática da sétima arte, apurados drinks e pratos, tudo sob a égide de atendimento excelente.
Embora seja uma casa projetada para apresentações ao vivo, sua direção encoraja a todos que queiram bailar a desfrutar do ambiente privilegiado. Assim, é comum haver pessoas dançando, perto de suas mesas, enquanto seus colegas permanecem sentados, intercambiando ideias. Incrível é ter a parceria da simpaticíssima gerente Mari e dos dedicados garçons e garçonetes, que em meio à compenetração com suas fainas, encontram um tempinho para trocar uns passinhos com os clientes que se mostram receptivos, incrementando a cumplicidade no recinto.
Enquanto os legisladores e órgãos de fiscalização gaúchos não se inspiram na recente lei antifumo aprovada em São Paulo, o Cult estrela a noite da cidade como uma das únicas alternativas de dança com música ao vivo e ar limpo. Sua ousadia deu certo e o local perpetua o sucesso de suas origens. Se a lei não vier, é importante termos opções. Entendemos que é uma adequação difícil para os empresários do entretenimento, todavia periga estar aí um outro filão. Afinal, as estatísticas apuram que o percentual de não fumantes, na capital, oscila nos arrabaldes de 70%.
Infelizmente, o crack também é um problema dos nossos bairros. Quem nunca caminhou pela Avenida Independência e não cruzou com um dependente? Fazia tempo que não via uma mobilização da sociedade com uma campanha contra as drogas. A bandeira lançada pelo Grupo RBS veio em boa hora. O engajamento das pessoas está a cada dia maior. São os jogadores do Grêmio entrando com a camiseta da campanha no campo (jogadores de outros times também estão vestindo a camiseta, não posso omitir), atores se engajando, escolas aderindo e orientando alunos, órgãos públicos dando apoio e buscando alternativas para essa luta, além de tantas outras entidades e personalidades. Resolvi fazer este post para incentivar a todos leitores do Blog ZH Moinhos a colaborarem de alguma maneira. Na última reunião de blogueiros, outros colegas também já estavam pensando no assunto, inclusive, numa forma mais eficaz de colaboração. Bom, para começar, sugiro a você, leitor, entrar no link do "Crack, nem pensar" do clicRBS e participar da maneira que estiver ao seu alcance, lembrando sempre da mensagem da campanha de que a "solução depende de todos nós, da nossa capacidade de enfrentar o problema, do nosso poder de organização, da nossa vontade de lutar pelas pessoas que amamos, da nossa capacidade de dizer 'não' a essa droga maldita com toda a força da nossa alma. Não facilitar. Não tolerar. Não experimentar. Não vacilar. Não aceitar. Não esmorecer. Não desistir. Não temer. Não se omitir. Crack, nem pensar." E para finalizar, sugiro a todos que, desde já, além de não pensarem no Crack, comecem a pensar na solução. Na possibilidade de recuperação dos viciados. Nos grupos de mútua ajuda. Na união da família. No apoio que você, leitor pode dar a um amigo ou familiar que sofre com a droga. Na orientação de uma vida saudável que cada um de nós deve dar às crianças e adolescentes que temos contato e convivemos. Numa palavra de solidariedade e amor que você pode dar a alguém sem esperança. Vamos lá, vamos pensar numa vida saudável no Moinhos e além do Moinhos.

Nosso bairro tem como uma de suas características marcantes ser detentor de locais diferenciados que proporcionam momentos agradáveis a seus moradores e visitantes. Isso é o que vou trazer aos leitores do Blog ZH Moinhos, como blogueiro, com dicas de lugares que não devem passar despercebidos.
Como primeira indicação, o Botequim das Letras, um verdadeiro boteco localizado no coração do Moinhos, com uma decoração bem típica, onde se pode degustar comidas de botequim e ler um bom livro na biblioteca que se encontra no local.
O estabelecimento conta com uma agenda de atividades variadas. Na segunda-feira, ocorrem oficinas literárias às 18h30min e às 20h15min. Aos sábados, com inicio às 10h30min.
De 15 em 15 dias, tem a Conversa de Botequim, um bate-papo com assuntos relacionados a livros e literatura. Fechando a lista de eventos, uma vez por mês ocorre um bazar onde os interessados podem expor seus produtos.
Se você gostou do local, o Botequim das Letras fica na Félix da Cunha, 1.143 bem pertinho do Moinhos Shopping. Mais informações: contato@botequimdasletras.com.br ou 3019-8602.
Já a caminho do final do mês, algumas escolas e estabelecimentos comerciais aproveitam o último suspiro junino para montar seus "arraiás". Neste sábado, às 14h, o pátio do colégio Marista São Pedro (Rua Álvaro Chaves, 625) será transformado num grande arraial com pescaria, barraquinha de pipoca, bolos e salgados, além de atrações culturais. No Colégio Marista Rosário (Praça D. Sebastião, 2), caipiras, prendas e peões também vão curtir o São João neste sábado. Haverá apresentações de grupos de ginástica artística, dança gauchesca, street dance, flautas e cordas, além de shows dos Irmãos Fagundes e da Banda Luz. A programação vai das 10 às 17h. Outro evento que pede trancinhas e chapéu de palha é o Arraial da Maison Roxa (Barão de Santo Ângelo, 384). Das 15h às 19h, muito pinhão, pipoca e outras delícias poderão ser degustadas durante o primeiro encontro de marcas convidadas. Na ocasião, também serão arrecadadas roupas de inverno para doação. Já no Shopping Total (Rua Cristóvão Colombo, 545), o festejo junino ocorre no domingo. A 4ª edição do Arraial Total será realizada das 18h às 20h no Largo Cultural, com entrada gratuita. Fogueira, brincadeiras típicas, casamento na roça, barracas com comidas típicas, quentão e pescaria fazem parte da programação, que terá ainda show da banda Forrozoando. Também será feita arrecadação de doações para a Campanha do Agasalho.

Texto enviado por Francisco Sérgio Pereira Lopes:
"Quando tinha 7 anos de idade, comecei a frequentar à Escola Dom Bosco, Casa do Pequeno Operário, em Porto Alegre.Tive a oportunidade de ter um professor muito querido, o Professor Tadeu Domaszac, já falecido que foi o meu primeiro Evangelizador. Desde lá, comecei a frequentar semanalmente à Igreja, participando da missa, coisa que faço até os dias de hoje.
Sou, portanto, paroquiano de fato e de direito da Paróquia Dom Bosco, pois sempre morei e continuo a morar na mesma residência, próxima à Paróquia. Atualmente participo na Preparação dos Pais e Padrinhos para o Batismo de seus filhos e também sou comentarista e acólito nas missas, em alguns finais de semana.
Nos anos de 1975, fui até a Igreja São Pedro, pois, até então, só ia à Paróquia Dom Bosco, participando de Grupos de Jovens. Encantei-me pela missa das 11h, vendo os Jovens do CLJ animarem com seus cantos alegres, que me atraíram. Gostava do sermão dos sacerdotes que presidiam a missa, como Monsenhor Atílio Fontana e Padre José Inácio Steffen.
Em 1990, quando Mara e eu casamos na Paróquia São Pedro, começamos a fazer parte do Movimento de Casais Jovens, pois, na Paróquia Dom Bosco não havia, na época, esta necessidade, que para nós era muito importante. Participar junto com outros casais para vivermos uma espiritualidade de família e para que os casais e familiares pudessem dar uns aos outros um apoio na vivência do Evangelho, na vida matrimonial e familiar.
Em 2006 e 2007, coordenamos o Movimento de Casais Jovens, algo que nunca havia passado pela minha cabeça. O que desejava era participar, ajudar, mas nunca pensei em coordenar. Em 2009, inesperadamente também, meu nome foi indicado pelo Padre Hugo, entre outros nomes que não puderam assumir, para ser o Coordenador do Conselho de Pastoral da Paróquia São Pedro.
Aceitei e considerei como sendo um chamado de Deus para mim neste momento. Portanto, sou Paroquiano da Paróquia São Pedro de fato, pois adotei a paróquia."

No ZH Moinhos que chega nesta quinta-feira às bancas da região, você vai conhecer alguns dos integrantes da família Kolesny, os quais têm sua história ligada à Igreja São Pedro, que comemora 90 anos neste mês.
Vai ficar informado também sobre as expectativas dos moradores e comerciantes do bairro São Gerlado relativas às obras para a construção do novo sistema de drenagem na região, planejadas pela prefeitura.
E, ainda, vai saber onde se encontram dois importantes personagens da Copa do Mundo, passada e futura: o ex-comandante do Boeing 767-300, que levou a seleção canarinho à Ásia, em 2002, o piloto Carlos Dolon Poser Froner e o atual vice-prefeito e secretário extradiório da Copa de 2014, José Fortunati.
Leia a íntegra das matérias em www.zerohora.com/bairros
Que há ladrão e ladrãozinho, todo mundo sabe ou já experimentou o desconforto e a raiva de ter sido vítima de algum. Agora, os gatunos resolveram agir nos restaurantes do bairro Moinhos descaradamente.
As pessoas chegam ao local escolhido tranquilamente para almoçar, deixam as bolsas em cima da cadeira para “marcar” lugar, e quando voltam.... cadê a bolsa?
Hoje presenciei uma jovem que chegou à mesa escolhida, tirou o celular do bolso, crachá, as chaves, as luva, deixou tudo em cima da mesa e foi se servir. Bem, não sei se algo aconteceu, mas que ela estava na mira de algum gatuno, provavelmente estava.
Digam-me! Como, em um restaurante cheio, no horário de meio-dia, podemos saber se existe alguém com intenção de roubar? Desse jeito todos nós, míseros mortais, estaremos sendo suspeitos, pois identificar um “gatuno(a)” no meio de tantas mesas é muito difícil, até porque “eles(as)” vestem-se como a clientela que frequenta o local. O que fazer? Espernear, gritar com os donos dos restaurantes? Como?
Será que também não temos um pouco de responsabilidade por deixarmos nossas coisas em cima de cadeiras e mesas rodeadas de pessoas desconhecidas? Sem falar nas mulheres que deixam a bolsa no encosto das cadeiras e sentam-se na maior tranquilidade. Não enxergando a bolsa, como poderemos ter certeza que ela permanecerá ali?
Lamento pelas pessoas lesadas, lamento pelos donos dos estabelecimentos, mas o que fazer? Em curto prazo, é desconfiarmos da sombra e cuidarmos mais de nossos pertences.
Bom apetite frequentadores do Moinhos!
Há quase um ano venho compartilhando neste blog as descobertas que fiz pelas ruas do bairro Moinhos de Vento. Contei histórias como a da moça da rodoviária, a da parteira do hospital, a da tia do cachorro-quente. Era tudo mentira. Na verdade, eu estava era contando a minha história.
Cada personagem que descrevi, cada jardim secreto que desvendei, cada flor que encontrei na rua fez diferença na minha forma de ver o mundo. Vinda do interior, fui sendo apresentada ao dia-a-dia da “cidade grande” a partir do Moinhos. Acho que entrei na capital pela porta da frente...
Por força das circunstâncias, no entanto, vejo-me obrigada a virar a página deste capítulo da história da minha vida escrito entre bicicletas vermelhas e atletas do meio-dia. Será preciso comprar jornal em outra banca, descansar em outro parque, fotografar outros casarões. Por outro lado, será impossível esquecer o que o Moinhos – e este blog - me ensinou. Coisas que não saberei explicar neste post de adeus. Digo, de até logo. Coisas que eu não imaginava.
Restará, enfim, a saudade. Pelo menos até a próxima visita. Por ora, digo só muito obrigada!

Os frequentadores da ACM Fitness, do Shopping Total, têm a oportunidade de conviver, três vezes por semana, nos aparelhos da academia, com duas figuras ligadas à história passada e futura da participação do Brasil em Copas do Mundo.
À direita, na foto, o ex-comandante do Boeing 767-300 que levou a seleção canarinho à Asia, em 2002, na conquista do penta, Carlos Dolon Poser Froner, 61 anos. O interessante é que Froner é homônimo do ex-treinador Carlos Froner, que marcou época no futebol gaúcho, especialmente no Grêmio, e que foi guru de Luiz Felipe Scolari. Felipão, muito supersticioso, sentiu que essa coincidência tinha influência dos deuses e deu no que deu... O assunto inclusive foi tema de reportagem de ZH, na edição de 17/05/2002.
À esquerda na foto, o atual vice-prefeito e secretário extraordinário da Copa 2014, José Fortunati, 53 anos, que terá a espinhosa missão de comandar os preparativos para a Copa de 2014 em Porto Alegre.
Froner é morador da Cristóvão Colombo, enquanto Fortunati reside no Centro, mas ambos gostam muito da região que abrange os bairros Floresta, Independência e Moinhos de Vento. Confira a entrevista:
Blog do ZH Moinhos - Qual a imagem mais marcante que você guardou dessa experiência de transportar a seleção brasileira em busca do penta, em 2002?
Froner - Foi a emoção de participar desse momento histórico, além do privilégio de ter convivido por 17 dias com esses ídolos. Pude presenciar também a liderança, a sinergia e a habilidade do Felipão no trato com os jogadores. Isso foi muito importante na conquista do penta.
Blog do ZH Moinhos - Qual a importância e o que já está sendo feito por Porto Alegre para sediar a Copa de 2014?
Fortunati - Desde setembro de 2007, quando o Brasil foi confirmado como sede da Copa do Mundo de 2014, estamos trabalhando sobre este importante tema. Ainda naquele ano o prefeito José Fogaça criou um Grupo de Trabalho composto pelo secretário de Esporte, João Bosco Vaz, pelo secretário de Turismo, Luiz Fernando Moraes e pela representação da Secretaria de Planejamento, cargo que eu ocupava no momento.
Em março de 2008, em um seminário promovido pela Fifa e pela CBF no Rio de Janeiro, Porto Alegre se credenciou como Cidade Candidata à Copa de 2014. A partir de lá, passamos a manter relações técnicas com a Associação Brasileira de Infra-estrutura e Indústrias de Base (ABDIB), empresa de consultoria contratada pelo Ministério do Esporte, a pedido do Comitê Brasileiro da Copa 2014, para fazer o levantamento das condições das então 18 cidades candidatas.
Porto Alegre, contando com a parceria do Governo do Estado, cumpriu com todas as etapas exigidas pela FIFA e acabou sendo contemplada em 31 de maio de 2009 como uma das 12 cidades sedes da futura Copa do Mundo.
Neste momento, estamos trabalhando sobre os projetos das obras e ações necessárias para qualificar a nossa cidade para receber este importante evento. Teremos intervenções, ações e obras nas áreas da segurança pública, rede hoteleira, infra-estrutura urbana, saneamento básico, saúde pública e rede hospitalar, comunicações, transporte coletivo (especialmente os portais e o metrô), duplicação de vias, modernização do aeroporto, energia, etc.
Também estamos buscando os recursos necessários para a viabilização das nossas ações e obras necessárias para a Copa de 2014, deixando claro que o orçamento normal da Prefeitura não será atingido com as obras voltadas para o evento.
Pode-se afirmar que a Porto Alegre de 2014 será ainda melhor do que a Porto Alegre de 2009.
Blog do ZH Moinhos - O que está sendo útil em termos de aprendizado com a Copa das Confederações na África?
Fortunati - Com certeza a preparação da Copa do Mundo na África deverá orientar muito do nosso trabalho para a Copa de 2014. A situação social e econômica da África se aproxima muito da realidade brasileira e, com isso, poderemos tirar grandes lições dos acertos e erros que os nossos irmãos africanos estão vivenciando com a preparação do evento.
No mês de maio uma delegação do Sport Clube Internacional, coordenada pelo vice-presidente de Patrimônio, Emídio Ferreira, esteve na África e nos trouxe bons ensinamentos. No final de mês de julho uma delegação das 12 cidades sedes estará se deslocando para o continente africano para avaliar o impacto da Copa das Confederações na preparação das cidades e verificaremos os principais desafios a serem resolvidos também nas cidades brasileiras.
Também contamos com uma parceria da cidade de Stuggart, que foi cidade sede de jogos da Copa da Alemanha em 2006, para a busca de informações e consultoria sobre a organização da nossa cidade para 2014.
Blog do ZH Moinhos - Dá para acreditar que teremos dois estádios para a Copa em POA?
Fortunati - Um documento assinado pelo prefeito e pela Governadora Yeda Crusius endereçado ao Comitê Brasileiro da Copa 2014 solicita que os jogos da Copa do Mundo de 2014 em Porto Alegre sejam realizados nos estádios Beira-Rio e na futura Arena do Grêmio.
O pedido nada mais reflete do que o reconhecimento da história da nossa cidade em relação ao futebol. Temos dois clubes campeões do mundo, disputando as principais competições nacionais e internacionais, torcidas que dividem o Rio Grande em número e paixão.
Além do mais, seremos a única cidade brasileira que contará com dois estádios com o padrão Fifa no ano de 2014. Neste momento nenhum dos estádios brasileiros atende aos requisitos da Fifa.
Para os que acham que estamos querendo abrir uma exceção junto à Fifa, lembro que durante as 18 Copas do Mundo de Futebol já realizadas exatamente 10 cidades já tiveram jogos em dois estádios. E na próxima Copa do Mundo, na África, a cidade de Joanesburgo também contará com dois estádios realizando jogos da Copa do Mundo.

Vinha voltando pra casa à tardinha, quando vi que um belo pôr do sol estava se formando. Pensei: "vou correr que consigo vê-lo ali no Ricaldone".
Fazia muito tempo que não ia para aquelas bandas (há muitos anos, no mesmo local, ia com meus amigos para ver o pôr do sol ) e fiquei triste com a situação do morrrinho... Está tudo muito abandonado...
Muito mato e quase não consegui tirar a foto. Avistei um rapaz que tirava foto com sua máquina e pedi a ele que tirasse uma com o meu celular e ele, prontamente, atendeu ao meu pedido.
Se você tiver alguma foto pra matar a saudade do morrinho mande pra gente. Ah, se for do pôr do sol, melhor ainda.
Quem mora no coração do Moinhos ou até mesmo na ponta do Rio Branco e não trabalha na sua própria rua, certamente passa pela Avenida Goethe. Importante via de ligação daqueles que vêm da Zona Norte e vão para Zona Sul, a conhecida e já consagrada avenida das comemorações pelos campeonatos futebolísticos é fora desses festivos e raros períodos o palco da demonstração clara (e triste) que Porto Alegre segue em ascendente crescimento rumo ao caos urbano em relação ao trânsito.

Não obstante as vitais questões ecológicas a serem observadas, vivemos um tempo de necessárias mudanças na formatação das vias de escoamento do fluxo de veículos. Para isso, contudo, e até ironicamente, é necessário que se abram caminhos através de ações nem sempre vistas com bons olhos pelos defensores da natureza. Porém, nota-se também que nobre causa está a ser utilizada como desculpa e ferramenta de manobra a favor de interesses de um grupo. É o que muito provavelmente aconteceu em 2002.
No trecho da Goethe, entre as ruas Dona Laura e Castro Alves, forma-se um sufocante e atravancador gargalo devido à mudança da trajetória de forma abrupta das pistas de três (e até quatro)para somente duas, em ambos lados, sentidos Centro-bairro e bairro-Centro.
Ao lado das pistas, junto ao meio-fio, correm calçadas com mais de quatro metros de largura, onde vê-se pessoas passando distantes quase dois metros umas da outras, assistindo aos veículos andarem centímetros a cada minuto durante o horário de pico. É importante que o espaço do pedestre seja respeitado e protegido. Porém, naquele trecho está mais do que claro que está necessitando receber a terceira pista, fazendo com que o trânsito flua de maneira melhor e mais lógica. As largas calçadas e alguns dos postes recuados (ou seja, não junto do meio-fio) provam que há alguns anos já falava-se nesse remanejo e posterior alargamento das pistas para veículos.
No final de 2001, a prefeitura havia finalizado processo de definição de projeto e passaria à execução de uma obra que reorganizaria não só esse trecho, mas toda extensão da avenida, emendando-se à Rua Mariante onde há largos canteiros centrais e faria com que um mais seguro e lógico traçado fosse definido para fazer esse trajeto fluente ao trânsito. A verba estava garantida, e seriam realizadas as obras para os terríveis alagamentos da Goethe, concomitantemente, para evitar mexer duas vezes e atrapalhar o trânsito.
Eis que um primeiro passo causou muita polêmica: as árvores ao longo da avenida, cerca de 50, falava-se na época, teriam de ser cortadas. A prefeitura apresentou um projeto de compensação de plantio de cerca de 400 árvores no bairro e no entorno, além de novas na avenida. A associação do bairro foi convocada e uma reunião/apresentação do projeto foi mostrada no Clube Caixeiros Viajantes. Aberta ao público e a colocações dos presentes, houve grande alvoroço quando um vereador manifestou-se dando a entender que tal prática não procedia, pois as árvores eram antigas e patrimônio do bairro.
Esta importante obra antevia a necessidade que hoje só se faz ainda mais clara de urgência. Mas isso não foi a visão da maioria que inclusive motivada pela reivindicação do vereador o apoiou e uma ação judicial foi impetrada embargando a obra, situação que permanece até hoje. Sofremos as consequências de articulações políticas e econômicas que em verdade não visam ao bem da população, ao contrário, usam isto como desculpa para satisfação de interesses partidários e pessoais.
Mais um bom e atual exemplo: em nosso bairro, temos em andamento a obra de abertura da Rua Cel. Bordini, onde muitas árvores estão sendo removidas. Por que agora não é importante a defesa das árvores e igual embargo de obra?

Uma das tendências do marketing contemporâneo e público-alvo dos publicitários, os "novos velhos" estão por toda a parte, inclusive nas academias.
É o caso de Lourdes Maria Farina Weidlich, de "81 anos e meio", como faz questão de dizer. Moradora na Avenida Cristóvão Colombo, ela adora o bairro, principalmente porque, pela localização privilegiada, tudo o que precisa está por perto.
Natural de Nova Prata, trabalhou 50 anos no serviço público, em Carazinho, até se aposentar e vir morar na Capital. O que chama a atenção em dona Lourdes é a vitalidade.
Malha de segunda a sábado na ACM Fitness, do Shopping Total, e ainda encontra tempo para mais duas atividades: às segundas, quartas e sextas, participa do Grupo de Terceira Idade do Shopping Total, e às quintas é dia dedicado às danças no Qualivida. E ela diz que a sua vida mudou depois da academia.
- Fiquei mais forte e nunca mais tive problema com quedas. Quem se gosta, que venha para a academia. Isso é um tratamento de saúde - enfatiza.
Sinal dos tempos...
A equipe dos cadernos de bairros de ZH e o conselho de blogueiros do ZH Moinhos escrevem sobre os bairros Moinhos de Vento, Auxiliadora, Rio Branco, Floresta e Independência, de Porto Alegre. Envie sua colaboração Direto da Zona Sul, a promotora de Justiça e escritora Angela Dal Pos gosta das opções do Moinhos de Vento. A jornalista e escritora Kelli Pedroso é moradora do Moinhos e grande admiradora da região. Moradora do Floresta, a contadora Luciana Kolesny adora ter tudo o que precisa por perto. Miréia Borges é pedagoga empresarial, mora há 16 anos na 24 de Outubro e diz se sentir "fazendo parte da história do bairro". Eclética por excelência, a paranaense Norah Dietrich é bacharel em Turismo, pós-graduada em Marketing e mestre em Lingüística Aplicada. Natural de Gramado, Taís Seibt é estudante de jornalismo, trabalha em uma agência de comunicação no Moinhos desde julho. Úrsula Petrilli Dutra, servidora pública, bacharel em Direito e pós-graduada em Direito Público, é moradora do bairro Independência há 11 anos. Leia os termos e
moinhos@zerohora.com.br




O publicitário Solano Lucena mora no Alto Teresópolis, mas é assíduo frequentador do Parcão.

Para manter os leitores do blog em forma, a nutricionista Vera Lisboa dá sugestões e dicas de pratos especiais que encontra pela região.
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