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Compartilhar, compartilhar, compartilhar. Fuck My Life (fmylife.com) pode ser definido como mais um microblog, que reúne posts de no máximo 300 caracteres. O diferencial, digamos assim, é que é um espaço para você explicar os porquês de sua vida ser um calvário. Todos os posts começam com "Hoje" e acabam com "minha vida está f."
Há depoimentos bem engraçados, mesmo que não sejam verdade. Este abaixo está entre os "tops":
Hoje eu estava sentado em minha classe e adormeci durante a aula. Eu tava usando calça de abrigo e tive uma ereção. Minha professora veio até mim e agarrou meu pênis. Ela pensou que fosse meu celular. Minha vida está F.
O músico Beck é um cara que tem tudo a ver com internet e tecnologia. Seu último projeto, chamado Record Club funciona do seguinte modo: ele reúne amigos em estúdio, eles gravam covers de um disco inteiro em apenas um dia. Aí jogam as gravações na web. No vídeo deste post, a versão de Waiting for My Man, de Velvet Underground & Nico.
Record Club: Velvet Underground & Nico 'Waiting for My Man' from Beck Hansen on Vimeo.
O YouTube lançou nesta segunda um canal especial que reúne vídeos com dicas de jornalismo. Entre os conteúdos: jornalismo investigativo, jornalismo cidadão, ética e como realizar uma boa entrevista.
No vídeo deste post, Bob Woodward fala sobre investigação. Para quem não lembra, ele foi um dos repórteres do caso Watergate, que acabou com a renúncia do então presidente norte-americano Richard Nixon (1969-1974).
O Centro Knight para jornalismo nas Américas está com inscrições abertas até o dia 12 de julho para o curso online Introdução à Reportagem com Auxílio do Computador (RAC), que ocorrerá entre 27 de julho e 23 de agosto. Quem dará o curso é o brasileiro José Roberto de Toledo, pioneiro das técnicas de RAC no país. Para saber mais informações e como se inscrever, clique aqui.
O Mashable listou na semana passada dez boas práticas para estudantes de jornalismo com relação a redes sociais. Vale a pena dar uma olhada no post inteiro. Mas antecipo a lista (ainda que agora o diploma de jornalismo não valha mais muita coisa):
1 - Promoção de conteúdo, via Twitter, por exemplo
2 - Entrevista, via Facebook, ou Skype
3 - Pesquisa e coleta de notícias
4 - Crowdsourcing - o poder do esforço coletivo para resolver questões e desenvolver idéias
5 - Publicações de conteúdos jornalísticos exclusivamente via redes sociais
6 - Integração (por exemplo CoveritLive + Twitter + Qik)
7 - Construção de comunidade
8 - Marca pessoal (o texto fala que vale mais para estudantes do que para profissionais, que se utilizam das marcas para quais trabalham)
9 - Ética (lembra o perigo de participar de comunidades que não pegam muito bem para empregadores)
10 - Experimentação (usar, abusar, mesclar as diversas e crescentes plataformas de produção, publicação e compartilhamento de conteúdo online).
A mobilização contra suposta fraude nas últimas eleições presidenciais no Irã teve participação decisiva da Internet, especialmente do Twitter. Além do questionamento da vitória de MAHMOUD AHMADINEJAD, há indícios de pressão por mudanças no país, que vive sob regime muçulmano deste 1979.
Os jovens provavelmente têm muito a ver com essa pressão. Eles representam metade da população (cerca de 35 milhões tem menos de 25 anos, segundo o vídeo que reproduzo neste post). O vídeo, "Irã, uma nação de blogueiros" destaca a importância desse modo de expressão em um ambiente de tão rígido controle. Foi feito fora do país, obviamente - é uma produção da Vancouver Film School, do Canadá.
IRAN: A Nation Of Bloggers from ayrakus on Vimeo.
Vídeos em alta definição estão galgando espaço nos últimos tempos. Dá para assistir tranquilo no YouTube e no Vimeo, por exemplo. Com a banda larga cada vez mais larga... e com equipamentos de qualidade também cada vez mais acessíveis às massas, a tendência é de uma produção crescente desse tipo de conteúdo.
Claro que tamanho volume de conteúdo em vídeo gera muito lixo. Aí entra o talento humano, penso eu. Para produzir trabalhos legais, como esses dois exemplos do austríaco Mike Kobal, fotógrafo e também produtor de vídeo, que vive em Nova York. Os dois vídeos, aliás, relatam cenas bem cotidianas da Big Apple: a Grand Central Terminal e um pub em East Village.
Para ver em HD, clique em "HD on" e depois clique novamente no vídeo, para assistir direto no Vimeo. Espere carregar primeiro. Vale a pena.
Grand Central Terminal NYC: Canon 5Dmk2 from Mike Kobal on Vimeo.
Lucy's: Canon 5Dmk2 High ISO Torture Test from Mike Kobal on Vimeo.
Comentários em notícias online são uma questão e tanto. Falo em especial no aspecto jurídico. Como responsabilizar comentários anônimos e/ou com nomes falsos? O site ou blog é responsável por esses comentários?
Tudo isso é algo cotidiano, muito presente em uma redação online. Me lembro dos tempos de faculdade, na cadeira de legislação (sim, lembro pouco, mas lembro). A parte da nossa (anacrônica) lei de imprensa, diz que é "livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato".
Pois então. Mas na internet, o anonimato é um fator importante. Mas do que nos outros meios. É muito fácil manifestar o pensamento atrás de um nome, email, informações falsas. Aí quem tem que abrir o olho são os responsáveis por sites e blogueiros.
Há pouco tempo um jornal dos Estados Unidos, o Las Vegas Review-Journal, publicou uma notícia no site sobre o julgamento de um crime fiscal cometido por um empresário. Dezenas de comentários se colocaram a favor do réu. Um dos comentaristas da notícia, disse claramente: "Não pago os meus impostos há mais de 30 anos".
Aí alterou o fisco. um juiz federal intimou o jornal a fornecer nomes, endereços, números de telefones e outras informações que identifiquem os autores das mensagens, segundo informa o Media Post. O Las Vegas Review-Journal diz que não tem a maioria das informações solicitadas. E está tentando anular a ordem.
Como disse, é uma questão e tanto.
Foto: Divulgação |
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Ninguém no mundo político usa a internet como Barack Obama. Foi assim nas eleições. E segue sendo no governo dos EUA. Pode-se dizer: puro marketing. Que seja. É bem feito. Uma imagem como essa, da conta do Flickr oficial da Casa Branca, definitivamente aproxima Obama do povo - pelo menos passa essa mensagem.
Na foto, o homem mais poderoso do mundo está sentado na escada da embaixada norte-americana em Paris. Tomando um solzinho antes de pegar o voo de volta aos EUA.
O filme Home é daqueles engajados em salvar a Terra. Mostra as origens da vida no planeta e dá aquele alerta: temos que mudar nossos hábitos para ao menos diminuir a degradação ambiental e impedir que as futuras gerações paguem o preço.
Cito isso aqui só porque o Projeto Home - uma produção de Luc Besson e Yann-Arthus Bertrand teve pré-estréia simultânea mundial no YouTube e nos cinemas no último sábado. Nas salas de cinema, foi colocado a preço de custo, já que a idéia e disseminar o recado para mais gente possível. Os organizadores organizaram também projeções em lugares públicos, como na Times Square, em Nova York, Champ de Mars, em Paris e Trafalgar Square, em Londres.
Quer ver Home agora? Dá o play aí em tela inteira e aproveita que só vai estar disponível no YouTube até o próximo domingo, dia 14. Tem 1h33min. Confesso que só vi 10 minutos, porque não tive paciência para carregar tudo. Mas a fotografia é sensacional (eu sei, é clichê dizer isso sobre um filme, mas de fato é sensacional!).
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