Já escrevi diversas vezes sobre o MST: Movimento dos Sem-tolerância. Denunciei invasões, furtos, danos, sequestros e até os homicídios cometidos no chamado “carnaval vermelho”.
Achava que já tinha visto de tudo. Na verdade, parece que não. O Movimento dos Sem-tolerância na verdade se superou. Acho até que passarei a chamá-lo de Movimento dos Superam Tudo. Realmente, superam-se constantemente na prática de atos ilícitos.
Agora, passaram a grampear e a ameaçar membros do Ministério Público que combatem os ilícitos praticados pelo movimento. Trata-se do promotor Gilberto Thums, do Ministério Público gaúcho. Thums conseguiu diversas vitórias sobre os integrantes do movimento. Fichou criminalmente invasores, proibiu integrantes do grupo de se aproximarem de terras produtivas e, mais recentemente, colocou na clandestinidade as escolas formadoras de invasores custeadas pelo movimento com dinheiro público.
Depois de grampos e de tentativa de homicídio, o
promotor capitulou. Decidiu abandonar a
luta. É uma pena, pois suas ações foram as mais relevantes em todo o País para coibir essa horda de baderneiros. A razão para desistir é simples: sente-se só. Afirma que se a luta não for de todos não será de ninguém.
Tem razão ao afirmar a solidão. Por alguma razão, o MST sempre gozou do beneplácito do governo, que tratou os crimes cometidos pelo movimento com luvas de pelica. Procurando dar um fim a essa situação, sugiro a criação de um movimento destinado a combater os sem-tolerância. Ele vai ter siglas equivalentes. Também vai se chamar MST, mas vai ter um grande diferencial: atuará exclusivamente dentro da lei.
O vermelho sanguinolento de suas bandeiras será substituído por uma bandeira branca simbolizando a paz. Terá também um objetivo mais singelo: fazer com que o promotor Gilberto Thums continue suas ações. É o Movimento dos Sem-Thums. Aguardem a lista de ações programadas para julho.
marcelo@hargeradvogados.com.br
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